quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Vamos encontrar o santo cajazeirense.

Procurado
Marcos Diniz

Candeeiristas e Candeeiros.

O Padre Gervásio Fernandes Queiroga, foi meu professor.

Não lembro exatamente se de alguma disciplina religiosa, Educação Moral e Cívica ou OSPB, o que não vem ao caso para o texto a escrever.
Lá se foram uns cinquenta anos desde então que não o vejo pessoalmente. Se hoje sou sexy, ele deve estar com uns setenta e danou-se...

Mas, para minha surpresa, firme, forte e arengueiro, como nós tempos em que ministrava, talvez, as aulas mais concorridas do Colégio Estadual de Cajazeiras, que só tinham par com as  aulas do saudoso Maestro Rivaldo Santana.

Aulas divertidas que não se limitavam apenas ao conteúdo didático da disciplina. Tinha sempre uma pitada de estórias das suas viagens a Roma ou Vaticano, acentuadas por sua voz de taquara rachada. Por falar nisso, timbre vocal imitado a perfeição por meu amigo Aldeir Mangueira.

Dia desses li em hebdomadário da Boa Terra Cajá, uma entrevista do Padre Gervásio, descendo a lenha no descaso das autoridades culturais e na própria igreja católica, com a memória histórica relativa ao Padre Inácio de Sousa Rolim.

Ele indagava pela localização de onde se encontra sepultado os restos mortais do fundador de Cajazeiras.

Eu pergunto: já que ocorreu a troca do Comissionado do Cargo Executivo da Secretaria de Cultura, este não poderia ser um mote cultural de trabalho? Algo como formar uma comissão de pesquisa para investigar junto aos arquivos públicos, inclusive da própria igreja e fazer esta descoberta histórica.

Cultura também é isso!

Voltarei ao assunto Secretário Bira.

mARCOS dNZ

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