quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Para meu pai, Dirceu Galvão! Saudade.



Papai, Dirceu Galvão, gostava de música. Da boa música, segundo ele.

E para me desestimular de incursões pela Jovem Guarda e os Beatles, levava para o bar alguns discos de vinil com seus cantores preferidos. Mandava tocar Nélson Gonçalves, Ângela Maria, Orlando Silva, Altemar Dutra, dentre outros.

Deixava escapar, impreterivelmente, o comentário: "Isso é que é música, meu filho. Não aquele bando de cabeludo fresco tudo se requebrando!"

A seu jeito, aprendi isto. Também.

Obrigado, meu pai.

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