sábado, 21 de abril de 2018

ACI se solidariza com Eutim Rodrigues e repudia insultos de grupo pró-Lula contra radialista de Cajazeiras
Gilberto Lira - ResenhaPolítika
A Associação Cajazeirense de Imprensa (ACI), emitiu um nota nesta quarta-feira (18), se solidarizando com o radialista, Eutim Rodrigues, apresentador do Programa Boca Quente da Difusora Rádio Cajazeiras, que foi insultado por um grupo de manifestantes que é contra a prisão do ex-presidente Lula.

No último dia 11 de abril ocorreu nas ruas de Cajazeiras, uma manifestação contra a prisão do petista. A caminhada saiu de frente da Prefeitura Municipal e se encerrou na Praça do Leblon, próximo ao Açude Grande, centro da cidade.

Na nota, a ACI diz que é inadmissível qualquer forma de intimidação aos direitos individuais ou coletivos.

“Se a democracia depende de liberdade, a reciproca é mais que verdadeira, a imprensa necessita do oxigênio da liberdade,” trouxe parte da nota que foi assinada pelo presidente da entidade, o também radialista Bosco Amaro.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Wilza Medeiros, a nossa Bobó, filha de Dona Irene, recebe os parabéns de sua família e amigos.


Lei que aumenta pena para motorista embriagado entra em vigor; entenda
Mudança em lei também tipifica crime de trânsito a participação em corridas em vias públicas (rachas)
Fábio Barbosa - Cofemac
Quando o crime for comprovado, o motorista também não poderá obter permissão ou habilitação para dirigir veículo novamente

Começou a valer nesta quinta-feira (19) a lei que amplia as penas para os motoristas que dirigem sob o efeito de álcool ou outras drogas e provocam acidentes de trânsito que resultam em homicídio culposo ou lesão corporal grave ou gravíssima. 

A partir de agora, o condutor nessas condições que cometer o homicídio culposo no trânsito (sem intenção de matar) poderá cumprir pena de 5 e 8 anos de prisão. Antes, essa pena variava de 2 a 5 anos de prisão. Quando o crime for comprovado, o motorista também não poderá obter permissão ou habilitação para dirigir veículo novamente

No caso de lesão corporal grave ou gravíssima, a pena de prisão foi ampliada para 2 a 5 anos, antes ela variava entre seis meses e dois anos. Além disso, foi incluído a possibilidade de suspensão ou perda do direito de dirigir.

A lei ainda faz alterações no Código Brasileiro de Trânsito (CBT) e passa a tipificar como crime de trânsito a participação em corridas em vias públicas, os chamados rachas ou pegas. 

Governo Federal

Se o problema for lembrança boa, é só ver as imagens - com vídeo - da sangria do Açude Grande de Cajazeiras.

Enviada por Yanne Galvão

Na capa d'O Globo


No jornal Jogo/Extra


No jornal Lance


As manchetes do jornal Folha de São Paulo


As manchetes de jornais brasileiros nesta sexta-feira

FolhadeSãoPaulo: Díaz-Canel assume em Cuba sob a sombra de Raúl Castro

Globo: Novo chefe cubano finaliza que não haverá grandes mudanças

Extra: Vasco: faltou raça, sobrou Racing

Estadão: "Lula não é preso político, é político preso"

ValorEconômico: Emperra acordo da Petrobras com Braskem

ZeroHora: TRF-4 e STF negam recursos de José Dirceu

EstadodeMinas: Depois do fogo, as podas

CorreioBraziliense: Nova lei garante aulas na Escola de Medicina do DF

CorreiodaBahia: Futebol: Vitória, atuação gigante

JornaldoCommercioPara diminuir o prejuízo

DiáriodoNordeste: Servidores da Sejus tinham ligações com criminosos

CorreiodaParaíba: 'Guerra de macas' ameaça vidas

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Aprovação à Lava Jato e fake news
Elevador interno em imóvel atribuído a Lula está lá, só não vê quem não quer
Roberto Dias - Folha de São Paulo
Sem-teto durante invasão do tríplex atribuído ao ex-presidente Lula no Guarujá, litoral paulista -

Um dos dados mais impressionantes do último Datafolha é o tamanho da aprovação dos brasileiros à Operação Lava Jato.

Nada menos do que 84% dos entrevistados defendem a continuidade da investigação. O percentual é mais baixo entre os mais pobres, com menos escolaridade, petistas e nordestinos, mas ainda inequivocamente alto mesmo nesses recortes (o piso, em tais grupos, é de 75% de aprovação, isso entre os que têm o ensino fundamental).

É raro ver endosso tão alto a qualquer coisa neste país. Ironia do destino, o número está próximo ao registrado no auge de aprovação histórica de um presidente da República, no caso chamado Lula, que saiu do Planalto com 83% de ótimo e bom.

Fica ruim, portanto, usar o argumento da popularidade lulista para atacar a Lava Jato. 

A gritaria de quem defende o ex-presidente encarcerado é tamanha que pode fazer crer que a Lava Jato está sendo mesmo muito combatida pela opinião pública. Gritaria essa engrossada por fake news.

Uma das mentiras brotou após a invasão promovida nesta semana pelo MTST do tríplex no Guarujá que levou o petista à cadeia. A ação teria mostrado, segundo militantes, que não haveria nenhum elevador interno no apartamento, ao contrário do dito na acusação. Bem, o elevador está lá, como testemunharam repórteres e como é possível enxergar nas imagens. Só não vê quem não quer.

Outro exemplo é um vídeo do grupo argentino Cejitango no qual um personagem questiona o interlocutor sobre um apartamento que ele diz não ter, dando início a uma conversa surreal. Ao fim, o aviso: “Não é uma piada. É o interrogatório do juiz Sergio Moro a Lula”. Seria divertido se não fosse fajuto —para sustentar sua tese, os doutos comediantes inventaram um diálogo inexistente em Curitiba.

Perto dessa ficção, a série “O Mecanismo” parece até realidade.

O que vai ter de acampamento na porta das cadeias...

URGENTE: TOFFOLI NÃO CONCEDE LIMINAR A DIRCEU
O Antagonista

Dias Toffoli não concedeu a liminar que José Dirceu pedira no Supremo para evitar sua volta à cadeia.

Agora, uma vez julgados os embargos de declaração no TRF-4, Dirceu pode ser preso de novo.
Rivalidade entre Cajazeiras e Sousa (final)
Francisco Frassales Cartaxo

Sousa completou 100 anos de existência como cidade, em 10 julho de 1954. Terceira mais antiga da Paraíba, depois da capital e de Areia, embora o núcleo urbano de Pombal, o velho Arraial do Piranhas, tenha se formado bem antes. Houve muita festividade, alvorada, foguetório, missa, desfile escolar, banda de música, inaugurações, festa dançante. À noite, sessão solene, discursos, saudações, recital. Um rapaz de 21 anos declamou longo poema que assim começa:

Salve, Sousa, neste dia
em que galhardos e ufanos
teus filhos te glorificam
ao completares cem anos.
Cem anos como cidade,
mais de cem como Princesa
que tu és por natureza
dos sertões paraibanos. 
O auditório explode em aplausos e interrompe várias vezes o declamador. Com razão. O orgulho sousense se justificava mais ainda por ser o autor da Ode a Sousa um cajazeirense, Cristiano Cartaxo, e o declamador, seu filho, Tantino Cartaxo. O poeta exalta no longo poema o rico passado de Sousa, com menção a fatos históricos, à passagem dos que lutaram pela independência e pela República em 1817 e 1824. (Acauã foi o teatro/ que teu passado reflete/ no passo de 17/ na pugna de 24). Emergem também suas figuras avoengas, ao lado do potencial econômico de suas várzeas, celeiro do futuro com o aproveitamento para plantios irrigados a partir do Açude São Gonçalo. Nada foi esquecido pelo intelectual cajazeirense em seu extenso poema. O mesmo poeta, alguns anos antes, já chamara a atenção em soneto bem construído para esta iniciativa que tanto orgulha Sousa:

Já Letras do Sertão levou lá fora,
entre outras coisas esta grande coisa:
uma fonte de luz brotou agora 
na cidade eucarística de Sousa,

A revista Letras do Sertão começou a circular em Sousa em 1951, perdurou em sua primeira fase até 1963, e reapareceu outras vezes. As rusgas entre Cajazeiras e Sousa ficaram em segundo plano nas páginas da revista, que contava, aliás, com a colaboração de intelectuais cajazeirenses, incluindo um dos seus inspiradores, o então jovem pesquisador, Deusdedit Leitão. Nesse nível, as duas importantes cidades sertanejas caminharam de mãos dadas. Em outros planos, as intrigas entre elas inibiram conquistas de interesse mútuos que poderiam ter mudado o rumo do nosso desenvolvimento. Menciono a localização de um aeroporto regional, situado a meio caminho entre Sousa e Cajazeiras, a servir com equilíbrio aos dois importantes centros. Depois de muitos anos de luta de cajazeirenses, temos um quase elefante branco à margem da BR 230, a sete quilômetros da divisa do Ceará, sem receber sequer uma linha comercial regular. 
Existe muito mais a dizer a respeito das relações, nem sempre amistosas, entre as duas cidades no campo dos esportes, o futebol à frente, com suas torcidas briguentas, preparadas para a guerra em dias de clássicos sertanejos... Na esfera eleitoral, quando Sousa polarizava com intensidade seus votos entre dois candidatos da terra a deputado federal, Cajazeiras, quase sempre, sufragava um dos nomes, (às vezes os dois) deixando de lado os traços rivais entre os municípios.
E o que dizer da ousadia em matéria de comunicação radiofônica? Em favor de Cajazeiras, um banho histórico, desde a época dos serviços de alto-falantes, ousados, a se comportar como se fora emissora de rádio...audácia que persiste até nossos dias, com pioneira televisão online, sem esquecer a primeira FM da Paraíba. Paro nesses exemplos para não cansar o leitor.   
TRF-4 REJEITA EMBARGOS DA DEFESA DE DIRCEU
NotíciasBrasilonline
O TRF-4 negou, à unanimidade, os embargos infringentes apresentados pela defesa de José Dirceu, que pedia um recálculo da pena. Esses são os últimos recursos possíveis na segunda instância.

O petista foi condenado a 30 anos e 9 meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. De acordo com a denúncia acolhida pela Justiça, ele recebeu R$ 12 milhões em propina da Engevix por meio de contratos superfaturados com a Petrobras.

Agora o juiz Sergio Moro pode pedir a execução da pena de Dirceu imediatamente.

Mas vale lembrar que o ministro Dias Toffoli analisará, a qualquer momento, uma liminar que impede seu ex-chefe de voltar para a cadeia — o petista foi preso preventivamente pela Lava Jato em agosto de 2015 e solto pelo STF em maio de 2017.
MAIS UMA COM MARIZINHO

Quando vou para o trabalho pela manhã sintonizo a rádio CBN, mas quando o assunto está enfadonho mudo para a Rádio Universitária de Fortaleza, para ouvir o programa Reouvindo o Nordeste, que é um verdadeiro forró-pé-de-serra, com músicas só das antigas.

Mas hoje, enquanto mexia no dial do rádio do meu carro, fui fisgado pela rádio Mucuripe que tocava a música Impossível Acreditar que Perdi Você, com Márcio Greyck, e imediatamente me lembrei de Marizinho, quando eu pedi que ele trouxesse esse LP pra mim de Recife. Naquele tempo, sem internet e telefonia celular, era uma luta se pedir um favor desse a quem estava longe. Eu mandei o dinheiro do LP por Gonçalvinho (Zé Preá), que sempre ia para o Recife comprar troços velhos nos leilões, para depois revendê-los em Sousa pelo triplo do preço.

Acontece que Luiz Abrantes, pai de Marizinho, tinha acabado de trocar a sua Rural por um Opala vermelho, a coisa mais linda do mundo, e, assim que Marizinho chegou de Recife foi me entregar o dito LP. Ele poderia ter ido a pé, já que morava bem pertinho de minha casa, logo do outro lado da Praça da Matriz. Ao invés disso ele foi de carro, que era para experimentar o carrão novo do pai, atraindo olhares por onde passava. Só que ele ficou tão empolgado dirigindo àquela máquina que, sem querer, passou direto por minha casa e saiu andando pela cidade, com o meu LP no painel do carro, exposto ao sol abrasador sertanejo.

Ele só foi me entregar o LP de noite, quando voltou de uma farra com Zé do Ó, Tico Sá, Jânio Braga, Renato Sarmento, Nego Fanta, o baterista e o cantor da banda Os Selenitas, já que era na época da Semana Universitária, só gente de primeira. Foram tomar banho e encher a cara de cachaça no Pau D´Arco e só terminaram a farra à noite, no Bar de Zé Mendes.

Bem nove horas da noite Marizinho chega lá em casa com o meu LP todo empenado, que parecia mais um tobogã. 

Mais isso não presta não. Eu quero o meu dinheiro de volta ― eu disse, puto da vida.
Presta, sim! ―Ele rebateu, morto de bêbado.

E naquele “presta, não presta”, eu fui botar o LP na radiola. Eu nunca vi um LP tão feio, a agulha subia tão alta para depois descia de vez, parecia um barco em mar revolto, lutando contra ondas gigantescas. Mas a agulha não saia do sulco, e tocou todas as faixas bem direitinho.

Aula grátis de economia e empreendedorismo. Veja o vídeo. Uma lição!

Nota de falecimento...

O COBRAVIUN - Coletivo Brasileiro das Viúvas das Narrativas informa que faleceu na tarde de ontem o raconto de que a Lava Jato só persegue o PT.

O féretro da hashtag #EoAecio seguirá para o Parque das Ilusões para sepultamento ao lado de #NaoVaiTerGolpe, #EoCunha e #LulaLivre.

Em virtude do grande número de narrativas em estado crítico, o COBRAVIUN manterá vigília permanente.

Deseja contratar um um funcionário experiente? Veja aí...

Sugestão de Cacau, no grupo de whatsApp Amigos de Cajazeiras
OS CRIMES DE AÉCIO
(Atenção: doses cavalares de IRONIA E SARCASMO, ABAIXO.)
Zé Gabriel

O crime de Aécio foi tornar a educação básica de Minas Gerais a melhor do Brasil, sendo o primeiro Estado a colocar crianças de 6 anos no fundamental e criando vários projetos na educação pública.

O crime de Aécio foi incentivar a educação do jovem carente, ao criar o Poupança Jovem, atendendo estudantes da rede estadual que vivem em áreas de maior risco social. Dando a cada um desses estudantes uma poupança de R$ 3 mil no final de seu ensino médio. Para receber o dinheiro, os jovens devem assumir uma série de compromissos relativos ao desempenho escolar, como frequência e aprovação, e ao comportamento pessoal.

O crime de Aécio foi dar dignidade ao povo carente do campo, com o Projeto de Combate à Pobreza Rural, projeto que abrange 188 municípios, instalando creches e desenvolvendo o empreendedorismo com a criação de associações de artesanato e de piscicultura e outras benfeitorias.

O crime de Aécio foi levar saúde ao povo, ao dobrar a equipe do programa Saúde em Casa e construir e/ou ampliar 1634 UBS - Unidades Básicas de Saúde. E não para por aí, ele também criou o programa Farmácia de Minas, para a entrega de remédios de atenção primária. Em valores, de 2003 a 2009, foram R$ 2,06 bilhões em medicamentos distribuídos. Posteriormente, o programa começou a fazer a entrega em domicílio para portadores de doenças crônicas.

O crime de Aécio foi deixar uma aprovação de 92% ao sair do governo de Minas.

Se ser competente e trabalhar em prol do povo é crime, podem condenar Aécio à prisão perpétua, pois ele é réu confesso e o povo é testemunha.

(Ridículo esse texto, né? É, eu sei)

Na capa d'O Globo


A primeira página do jornal Extra


Os destaques do Jornal do Commercio


As manchetes do jornal Correio da Bahia


As manchetes de jornais brasileiros nesta quinta-feira

FolhadeSãoPaulo: Pedro Parente aceita lugar de Abílio à frente da BRF

Globo: Rio não cumpre metas fiscais prometidas à União

Extra: Pezão vai pagar 13º de 2017 na semana que vem

Estadão: Petrobras quer ficar fora da nova lei de licitações

ValorEconômico: BC criará novo sistema de pagamento instantâneo

ZeroHora: Facções adotam chacina como tática na capital

EstadodeMinas: Senadores criticam Gleisi Hoffmann por comentário à TV Jazeera

CorreioBraziliense: PEN vai defender prisão em 2ª instância no plenário do Supremo

CorreiodaBahia: Violência na Bahia amplia procura por segurança privada

DiáriodePernambucoMédico é cassado por unanimidade

DiáriodoNordeste: Infrator da lei seca terá infração mais rígida

CorreiodaParaíba: Exames médicos suspeitos de erros

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Enche o copo, Bebelo!


Essa musica foi gravado originalmente pelo cantor Roberto Carlos em 1978 e dois anos depois regravada por seus autor Marcio Greyck. Roberto gostava muito do repertório do Marcio Greyck e solicitou uma musica ao cantor que não perdeu tempo e compôs a musica Vivendo por viver e enviou ao Roberto Carlos que ao ouvi-la, logo ligou para o compositor e disse: "Bicho! a musica é linda".
GTE da Policia Civil prende acusado de fazer família refém, roubar e tentar estuprar mulher em Cajazeiras
Por Gilberto Lira – Resenha Politika
Menos de 24 horas do assalto que deixou uma família refém com registro de tentativa de estupro, o Grupo Especial Tático (GTE) da Policia Civil de Cajazeiras, prendeu no inicio da noite desta quarta-feira (18), o principal acusado desses dois crimes. Segundo depoimento das vitimas,

O desempregado que é morador do mesmo bairro, Oseias Santos, 20 anos, está detido e será ouvido pelo delegado para relatar toda ação que aterrorizou os moradores da Rua Sinfrônio Braga no bairro Cristo Rei. Ele nega autoria, mas já teria sido reconhecido pelas vítimas.

A Policia Civil agora busca o segundo acusado envolvido nos crimes. Ele teria ficado do lado de fora da casa em uma moto, esperando a ação do comparsa dentro da residência da família.

Entenda

Dois ladrões fizeram uma família refém na madrugada dessa quarta-feira (18) durante um assalto a uma casa na rua Sinfrônio Braga na cidade de Cajazeiras, sertão paraibano. Na casa estavam três pessoas, sendo uma delas um garota de 9 anos.

De acordo com a polícia, os dois ladrões invadiram a residência, renderam e amarraram a dona de casa, Edileide Farias e seu esposo, conhecido com José Farias. A criança presenciou tudo, inclusive as ameaças de agressão e morte.

Conforme a vítima, um dos assaltantes tentou estuprá-la, mas acabou desistindo e fugindo. Ela afirmou que ele estava armado com uma faca e aparentava ter usado algum tipo de droga.

Nem tudo é o que parece...

Sugestão de Gilmar (Mazinho) no grupo de WhatsApp Amigos de Cajazeiras

Afonsinho, o politicamente correto e inocente útil, não quer nem saber de polícia...


Acaba não, mundão!

CONSIDERAÇÃO DE CABARÉ
DiáriodoPoder
Muito jovem, Osvaldo Aranha foi prefeito de Alegrete (RS) e decidiu acabar uma curiosa tradição: a briga diária, todas as noites, no cabaré da cidade, “Lulu dos Caçadores”

Tudo corria bem e animado até o relógio bater 2h da madrugada, e o pau cantava. Uma noite ele visitou a boate. Bebeu, dançou, foi embora às 3h, nada de briga. Voltou no dia seguinte, e novamente os valentões não apareceram. No quinto dia, já freguês, encontrou um vistoso aviso na parede: 

“Dr. Osvaldo Aranha, acabaram-se as considerações”.

Naquela madrugada, pontualmente às 2h, o pau cantou de novo.
RELATÓRIO DA CGU
TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO NÃO TEM GARANTIA DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
AUDITORIA TAMBÉM AVALIOU RISCOS QUANTO À SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA
DiáriodoPoder
CUSTO DE ENERGIA A SER ARCADO PELOS ESTADOS (CE, PB, PE E RN) PODERÁ ATINGIR CERCA DE R$ 800 MILHÕES POR ANO (FOTO:

Relatório de avaliação sobre as ações de transposição do Rio São Francisco na fase de pré-operação divulgado pelo Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) mostra problemas de planejamento para garantir a operação, manutenção e sustentabilidade do empreendimento.

Os problemas detectados ocorrem devido à priorização do Ministério da Integração Nacional em executar as obras necessárias à transposição, postergando o planejamento, de acordo com a análise. O relatório pode ser obtido no link https://auditoria.cgu.gov.br/download/10679.pdf.

As consequências da falta de garantia para operação e manutenção é o impacto quanto ao custo de funcionamento e inadequação da estrutura necessária à gestão e operação do projeto, segundo a análise.

Outra fragilidade identificada pela CGU é quanto ao impacto do custo da energia elétrica. Isso porque um fator crítico para a sustentabilidade do projeto de transposição é o gasto de energia com a operação, por meio do bombeamento da água. O texto registra que os valores a serem pagos pelos estados do Ceará, da Paraíba, de Pernambuco e do Rio Grande do Norte poderão chegar a R$ 800 milhões por ano.

Na estimativa divulgada no relatório, o repasse desses custos para as tarifas de água poderão representar aumentos entre 5% e 21%, considerando os cenários otimista e pessimista, respectivamente.

Ao longo da avaliação, à medida que as deficiências são apontadas, a CGU faz recomendações ao Ministério da Integração e à Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), que atua como operadora federal, e registra as providências apresentadas pelos órgãos para sanar os problemas.

Resposta do ministério

Ao responder às várias questões levantadas na avaliação da CGU, o Ministério da Integração informa que tem adotado medidas para fortalecer o sistema de gestão de projeto de integração do Rio São Francisco, a fim de reverter as fragilidades, e que têm sido verificados avanços na proposição de instrumentos de planejamento e controle.

“As questões ligadas à operação e manutenção do Projeto de Integração do Rio São Francisco sempre foram tratadas com a mesma prioridade em relação à execução do empreendimento. O órgão federal responsável por essa função - a Codevasf - está, inclusive, alterando sua estrutura organizacional e criando uma área específica com essa finalidade”, informou o ministério em nota.

Em relação ao modelo tarifário, a nota esclarece que, em 2016, a Agência Nacional de Águas estabeleceu o modelo tarifário a ser aplicado ao projeto. O ministério informou ainda que, em 2017, foi criado um grupo de trabalho interministerial com o objetivo de acrescentar conhecimento técnico e eficácia na elaboração de uma proposta da União para o modelo de operacionalização e manutenção da infraestrutura decorrente do projeto.

A CGU monitora o projeto de transposição do Rio São Francisco desde o seu início, em 2007. A previsão é que o projeto de transposição leve água para 12 milhões de habitantes, em 390 municípios do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. (ABr)

Convidamos, ontem, para o lançamento do novo livro de Letícia Palmeira. Só esquecemos de dizer que Letícia tem sangue cajazeirense: ela é filha de Marcos Palmeira, neta de Zé Palmeira e Dona Letícia. Sangue bom!


Lançamento do livro Não Temos Wi-Fi. Dois de maio, no Café da Usina, João Pessoa - Paraíba.

O livro é um passeio pelas redes sociais e pelo mundo em 88 páginas de papel pólen.

(Convido)

O aniversário das rádios Cajazeiras e Patamuté vai ser uma grande e merecida festa.

 

CONDENAÇÃO INDEVIDA
ROBERTO CAVALCANTI
CorreiodaParaíba

Enquanto o Brasil discute se a prisão após condenação em 2ª instância compromete o princípio da presunção de inocência ou garante a impunidade de ricos e poderosos, a Justiça Trabalhista não enfrenta esse dilema.

O Tribunal Superior do Trabalho já não pode ser visto como corte revisora. Com o objetivo de reduzir os recursos na que era a 3ª instância da Justiça especializada, a Lei 13.467/2017 – a da reforma trabalhista – criou uma barreira que, na prática, faz com que a quase totalidade dos processos terminem nos tribunais regionais.

Para subir ao TST, o recurso tem que respeitar o princípio da transcendência, que estabelece quatro requisitos: relevância econômica, política (questione jurisprudência ou súmulas), social (trate de direitos constitucionais) e jurídica (precise de interpretação da legislação).

Se não atender esses critérios, o caso não será analisado pelo TST. Será finalizado na 2ª instância. E a primeira decisão com base nessa novidade foi justamente em um recurso da Paraíba.

A história merece ser contada não apenas porque foi o primeiro, mas pelo motivo da condenação, pela inevitável repercussão econômica e social, e pelo questionamento de erro quanto ao verdadeiro responsável.

A empresa Unidas, que atua no transporte público, recorreu contra uma condenação por danos morais a cobrador de ônibus que durante seus turnos teria sofrido três assaltos. O valor da indenização: R$ 10 mil.

A empresa, que também foi vítima da mesma violência enquanto prestava um serviço essencial à comunidade, foi responsabilizada porque um criminoso, se passando por passageiro, entrou e assaltou no ônibus.

A pergunta inevitável: quem tem o dever de garantir segurança à população é o empresário, cuja atividade é transportar pessoas, ou o Estado, que recebe os impostos da empresa de transporte e dos passageiros para financiar a gestão, inclusive a segurança pública?

Pela Constituição, é o Estado. Por que não foi aquele que tem o dever de garantir a segurança, de identificar, prender, processar os criminosos que foi condenado por danos morais?

O cobrador foi vítima, sim. A empresa, também.

As ocorrências de assaltos, sejam a bancos, ônibus, lojas ou postos de combustíveis são tão frequentes que é impossível não admitir repercussão da decisão do TRT-PB, que não será analisada pelo TST em razão do tal princípio da transcendência.

Todos terão que pagar indenizações por conta da violência que o Estado tem se mostrado incapaz de conter?

As empresas terão que recorrer à Justiça para cobrar ressarcimento dos reais responsáveis pela segurança pública?

É um precedente cujas consequências vão além de indenizações por danos morais.

Como se estabelecer para prestar serviço num Estado, pagando impostos altos numa economia ainda combalida, se não oferece uma garantia constitucional que é a segurança?

Como empreender em um Estado, no caso a Paraíba, onde a segurança é promessa não cumprida?

A Constituição brasileira tem sido muito citada em defesa dos direitos e da liberdade de bandidos, mas não de quem produz, gera empregos, paga impostos que financiam até privilégios.

Pitágoras tentou consolar as vítimas de injustiça afirmando que “a verdadeira desgraça consiste em cometê-la”. Eu acho que é não confrontá-la. Se queremos um Brasil produtivo, trabalhador, honesto e justo, não devemos nos conformar com menos.

Sabe-se quem tem bandido de estimação...

Aécio e o carinho da torcida nas redes sociais
O Antagonista

Aécio Neves, agora réu por corrupção passiva e obstrução à Justiça no STF, não recebeu apoio nas redes sociais, segundo levantamento encomendado pelo jornal Valor.

Em sua grande maioria, as manifestações na internet comemoraram a aceitação da denúncia contra o tucano –às 19h, Aécio ocupava o quinto lugar entre os assuntos mais discutidos no Twitter em todo o mundo.

Estima-se que o apoio ao senador nas redes tenha sido inferior a 1%.

As manchetes do jornal Diário de Pernambuco


Na capa do jornal Extra


Na capa do jornal Estado de Minas


Os destaques do jornal Correio Braziliense


As manchetes de jornais brasileiros nesta quarta-feira

FolhadeSãoPaulo: Acusado de corrupção, Aécio Neves se torna réu no Supremo

Globo: Em revés para o PSDB, Aécio vira réu por corrupção

Extra: Chega a vez de Aécio no banco dos réus

Estadão: Inflação deve ser de 14.000% na Venezuela

ValorEconômico: STF aceita denúncia e Aécio vira réu

ZeroHora: Aécio responderá por corrupção no Supremo

EstadodeMinas: STF aceita denúncia contra Aécio Neves

CorreioBraziliense: STF aceita denúncia e Aécio Neves vira réu

CorreiodaBahia: Aécio Neves vira réu no Supremo

DiáriodePernambucoMais 6 indústrias e 1,1 mil empregos

DiáriodoNordeste: Casos de gripe H1N1 geram alerta; veja como se proteger

CorreiodaParaíba: Plano de saúde terá franquia

terça-feira, 17 de abril de 2018

STF torna Aécio réu sob acusação de corrupção e obstrução da Justiça
Ministros rejeitaram argumentos da defesa e decidiram por unanimidade abrir ação penal contra tucano
Reynaldo Turollo Jr. - Folha de São Paulo
Relator Marco Aurélio Mello, que votou por aceitar a denúncia contra Aécio nesta terça (17) 

Os ministros da Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) votaram nesta terça (17) por receber a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG), acusado de corrupção passiva e obstrução da Justiça, e outros três denunciados.

A acusação pelo crime de corrupção passiva foi recebida por unanimidade na turma, composta por cinco ministros. Já a de obstrução da Justiça foi acolhida por maioria, de 4 a 1.

Com o resultado do julgamento, Aécio torna-se réu em ação penal no Supremo pela primeira vez, por causa do episódio em que foi gravado, em março do ano passado, pedindo R$ 2 milhões a Joesley Batista, da JBS. O valor foi entregue em parcelas a pessoas próximas ao tucano, segundo a acusação. A Polícia Federal chegou a filmar a entrega de dinheiro vivo a um primo dele.

Aécio nega a prática de crimes e diz que o dinheiro era um empréstimo pedido a Joesley.

Além de Aécio, também tornam-se réus, mas somente sob acusação de corrupção passiva, a irmã dele, Andréa Neves, o primo, Frederico Pacheco, e Mendherson Souza Lima, assessor do senador Zezé Perrella (MDB-MG), que é aliado do tucano.

O relator do inquérito, ministro Marco Aurélio, recebeu a denúncia da PGR integralmente. Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux acompanharam o voto do relator. Já Alexandre de Moraes votou pelo recebimento da denúncia somente quanto à acusação de corrupção passiva, rejeitando a imputação de obstrução da Justiça.

Segundo o relator, há elementos que justificam abrir uma ação penal contra Aécio e os demais acusados. A alegação da defesa do senador de que o dinheiro entregue por Joesley não teve uma contrapartida –um ato do parlamentar em benefício do corruptor– será enfrentada quando for julgado o mérito da acusação, não agora.

Quanto à acusação de tentativa de embaraçar as investigações da Lava Jato, Marco Aurélio considerou que as articulações de Aécio no Congresso não indicam, por si sós, a prática do crime. Porém, gravações que indicam que o senador tentou influenciar na escolha de delegados da Polícia Federal para conduzir investigações da Lava Jato trazem “sinais de prática criminosa”, disse o relator. 

“Neste momento, os indícios de corrupção passiva são muito mais sólidos que os de obstrução de Justiça”, disse Barroso ao votar.

Moraes afirmou que, no tocante à acusação de corrupção passiva, todos os requisitos formais para o recebimento da denúncia estão presentes.

DEFESA X ACUSAÇÃO

A defesa do tucano alegou, primeiramente, que a delação da JBS foi ilegal porque a produção de provas foi orientada pelo ex-procurador Marcello Miller. O ex-procurador é investigado sob suspeita de ter auxiliado os executivos enquanto ainda era membro do Ministério Público Federal.

“Havia ali, sem autorização judicial, uma verdadeira ação controlada [que demanda ordem judicial para ser realizada]. Quando ele [Joesley] vai conversar com Aécio, ele é quem sugere que se faça o pagamento em dinheiro, é só ouvir a fita”, disse o advogado Alberto Zacharias Toron, que defendeu a anulação das provas apresentadas pela JBS.

“Não foi a PGR, Miller ou os colaboradores que induziram Aécio a praticar o crime de corrupção passiva. O que ocorreu foi o contrário: o empresário Joesley foi procurado por Andréa, irmã de Aécio, que lhe solicitou R$ 2 milhões a pretexto de honrar honorários de advogados. A solicitação da vantagem indevida deu-se sem qualquer tipo de provocação ou indução por parte de terceiros”, rebateu o subprocurador-geral Carlos Alberto Carvalho de Vilhena, que representou a PGR na sessão.

Por unanimidade, antes de votarem pelo recebimento da denúncia, os ministros rejeitaram as questões preliminares levantadas pela defesa que apontavam as supostas nulidades no acordo de delação da JBS e nas investigações dele resultantes.

Quanto ao mérito da acusação de corrupção, a defesa sustentou que o tucano pediu um empréstimo a Joesley e negociou com ele a venda de um apartamento de sua mãe. Para haver corrupção, diz a defesa, seria preciso que Aécio tivesse favorecido Joesley em troca do dinheiro, o que não ficou demonstrado.

Sobre a acusação de tentar obstruir a Justiça, a defesa disse que a atuação parlamentar de Aécio foi regular e legítima. “Não se pode pretender a criminalização da atividade parlamentar”, argumentou o advogado.

A PGR, por outro lado, sustentou que o tucano e os outros três denunciados solicitaram e receberam de Joesley R$ 2 milhões em troca de vantagem indevida. O tucano, segundo o órgão, utilizou sua condição de senador para se colocar à disposição de Joesley para “conseguir cargos públicos” para pessoas indicadas pelo empresário.

Quanto à acusação de embaraço às investigações, a PGR afirmou que Aécio “valeu-se de seu cargo e influência para isentar investigados de crimes relativos a recursos de campanha não contabilizados; constranger e ameaçar autoridades do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Polícia com projeto de lei de abuso de autoridade; e para direcionar delegados federais para atuar em inquéritos de seu interesse”.

OUTRO LADO

Em nota, o senador Aécio Neves disse que recebe a decisão com serenidade e está confiante de que, a partir de agora, poderá apresentar provas de sua inocência.

"Estou sendo acusado tendo como base uma ardilosa armação de criminosos confessos, aliados a membros do Ministério Público, que construíram um enredo para aparentar que cometi alguma ilegalidade. Não cometi crime algum", afirmou.

"Não posso deixar de alertar que as denúncias que hoje a mim fazem foram construídas sobre sucessivas ilegalidades. É preciso que a Justiça reconheça em definitivo que não se pode considerar válidas denúncias originadas de um flagrante armado com o intuito de gerar impressão de crime, já que não há qualquer prova de que crime houve."

Tem cajazeirense aí? Então, vai ser legal!

“Não temos Wi-Fi” reúne textos de Lau Siqueira, Cyelle Carmem, Letícia Palmeira e Linaldo Guedes e será lançado dia 2 de maio, no Café Usina, em João Pessoa
A União
O que acontece quando quatro escritores não se reúnem e conversam apenas por grupos no WhatsApp ou no Facebook? Bem, isso pode resultar em um livro. E foi o que aconteceu com os escritores e poetas Lau Siqueira, Cyelle Carmem, Letícia Palmeira e Linaldo Guedes. Os quatro são autores de “Não temos Wi-Fi”, livro que reúne textos que eles publicaram em suas redes sociais e que terá lançamento nacional no próximo dia 2 de maio, na Usina Cultural Energisa, em João Pessoa, às 19 horas. A obra tem selo da Editora Penalux. O livro já está em pré-venda no site da editora: www.editorapenalux.com.br

Dividido em capítulos, o livro apresenta Cyelle Carmem e seu “Avesso da Medida”, falando sobre as contradições da vida, preconceitos e quebras de tabu pelas quais alguns lutam e outros contestam, e ainda sobre suas experiências como viajante. Lau Siqueira apresenta “Um Sol Vermelho no Fundo Turvo do Espelho”, retratando a sociedade, o homem de hoje e do passado, música, cinema e toda arte, em prosa boa de poeta que não perde o viés da palavra.

Letícia Palmeira apresenta “Lupas de Elefante”, um capítulo feito de diversas anotações e histórias de quem não perde o hábito de observar o mundo e o comportamento humano em qualquer que seja a circunstância. Linaldo Guedes traz suas “Conversas de Rodapé”, com textos sobre literatura, sobre o ato de escrever e ser lido, mas também sobre música, política, relacionamentos, amores e a sociedade de um modo geral.

Segundo os autores, “Não temos Wi-Fi” é um registro escrito por quatro indivíduos que, além de estarem sempre presentes em redes sociais, não se cansam de tomar nota de suas experiências em seus universos particulares. Em resumo: são textos curtos, poéticos, líricos, diretos sobre os mais diversos assuntos: literários, culturais, políticos, sociais e do cotidiano.
SOBRE OS AUTORES

Cyelle Carmem é Mestre em Letras pela UFPB. Autora dos livros de poesia Luzes de Labirinto (2010), Editora CBJE e (Uni)verso (2012), Editora Ideia. Seu terceiro é o romance O Tempo da Delicadeza (ou mais um janeiro), publicado pela editora Penalux. Cyelle também publicou um conto na coletânea Ventre Urbano (Editora Penalux – 2016).

Lau Siqueira nasceu em Jaguarão, Rio Grande do Sul, no dia 21 de março de 1957. Publicou os seguintes livros: O Comício das Veias, 1993, Editora Ideia, PB, em parceria com Joana Belarmino; O Guardador de Sorrisos, 1998, Editora Trema, PB; Sem Meias Palavras, 2002, Editora Ideia-PB; Texto Sentido, 2007, Editora Bagaço-PE; Poesia Sem Pele, 2011, Editora Casa Verde, RS; Livro Arbítrio, 2015, Editora Casa Verde, RS. Também pela Editora Casa Verde, A memória é uma espécie de cravo ferrando a estranheza das coisas. Publica poemas em blogs, sites, portais literários, revistas e jornais literários. Participou de algumas antologias, tais como: Na Virada do Século – Poesia de Invenção no Brasil, Editora Landi, organização de Frederico Barbosa e Cláudio Daniel. Poemas que escolhi para crianças, Editora Salamandra, organização de Ruth Rocha; Moradas de Orfeu, Editora Letras Contemporâneas, organização Marco Vasques; Bicho de Siete Cabezas, Editora De Todos Los Mares (Argentina), organização e tradução de Martin Palacio Gamboa; Coletânea de Poesia Gaúcha Contemporânea, Edição ALRGS, organização Dilan Camargo; A Arqueologia da Palavra e a Anatomia da Língua, publicada em Moçambique e reunindo poetas de Língua Portuguesa, organização Amosse Mucavale. Participou do projeto Estante Instante, da Castelinho Edições, organizado pela poeta Sandra Santos. Entre outras publicações.

Letícia Palmeira é autora de diversos livros nos gêneros romance, contos e crônicas. Publicou Artesã de Ilusórios (EDUFPB, 2009), Sinfônica Adulterada (Multifoco, 2011) e Diário Bordô e Outras Pequenas Vastidões (Multifoco, 2013). Seu primeiro romance, Sol e Névoa, veio a público em 2015. Entre seus trabalhos mais recentes estão A Obscena Necessidade do Verbo (Penalux, 2016), O Porta-Retrato (Penalux, 2017) e parte da organização da coletânea Ventre Urbano (Penalux, 2016), que trouxe à tona a prosa de algumas autoras paraibanas. Letícia Palmeira é graduada em Letras pela Universidade Federal da Paraíba e, mesmo tendo nascido em São Paulo, é na cidade de João Pessoa que ela reside e trabalha sua ficção. A autora também escreve o blogue Afeto Literário.

Linaldo Guedes é poeta e jornalista. Nasceu em Cajazeiras, alto sertão da Paraíba, em 1968. Como jornalista atuou em praticamente todos os órgãos de imprensa da Paraíba. Atualmente é repórter de Cultura do jornal A União. Como poeta, publicou os livros Os zumbis também escutam blues e outros poemas (1998), Intervalo Lírico (2005), Metáforas para um duelo no sertão (2012) e Tara e outros otimismos (2016). Lançou, ainda, Receitas de como se tornar um bom escritor (2015) e participou de antologias e livros de outros autores. Lançou este ano “O Nirvana do Eu: Os diálogos entre a poesia de Augusto dos Anjos e a doutrina budista”. É graduado em Letras e tem mestrado em Ciências da Religião.