sexta-feira, 28 de agosto de 2015

A capa de hoje do nosso jornal Gazeta do Alto Piranhas


Facada no Lula Pixuleco, no centro de São Paulo. Veja vídeo.

O Antagonista

Uma integrante do Movimento Brasil Melhor enviou ao Antagonista vídeo que mostra a confusão no Viaduto do Chá e o momento em que o corpo do boneco tomba após ser esfaqueado por uma mulher ainda não identificada.

Assista o vídeo exclusivo:


Segundo relatos, a faca usada para furar o Pixuleco tinha resíduos de mortadela.

Reação vascaína é 'malígrina'! Vejam o vídeo.

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Bateu o desespero: deram uma 'facada' no boneco inflado Lula Pixuleco!

URGENTE: PIXULECO É VÍTIMA DE ATENTADO NO CENTRO DE SÃO PAULO

O Lula inflado foi esfaqueado por uma mulher no Viaduto do Chá, em SP. Houve muita confusão e a polícia encaminhou a autora do atentado à delegacia.

Olha aí: o Belo se libertou.

Gracyanne diz que ensinou Belo a gostar de vibrador no sexo

''Eu sou fissurado na minha mulher. Tenho um tesão imenso, coisa de louco'', garante pagodeiro


Gracyanne Barbosa garante que mudou hábitos sexuais do marido ao longo dos 8 anos de relacionamento: ''Ele era muito restrito. No começo da relação, ele era contra vibrador''

Unidos por 8 anos e casados há 3, Belo e Gracyanne Barbosa garantem que não deixam o clima esfriar na hora do sexo. Estrelas de ensaio sensual para o site Paparazzo, o casal confidenciou nos bastidores que abusa das fantasias para manter o pique da excitação. "Fazemos sexo todos os dias que estamos juntos. Eu sou fissurado na minha mulher. Tenho um tesão imenso, coisa de louco. Sou extremamente apaixonado", afirma o pagodeiro.

Gracyanne contou que foi ela quem deu os primeiros passos para apimentar as relações sexuais. "Ele era muito restrito [a brinquedinhos]. No começo da relação, ele era contra vibrador", ela recorda.

Mas agora, a musa fitness garante que o marido acompanha seu interesse por brinquedos adultos. "Hoje ele me traz coisas legais de sexshop, me mostra as novidades. Ele se libertou e é uma delícia", diz.

CPMF, a hora do pesadelo 
VINICIUS TORRES FREIRE
Folha de São Paulo

Buraco nas contas do governo e tumulto político no Planalto explicam volta do imposto zumbi

DÁ PARA entender por que a notícia da ressuscitação da CPMF vazou nesta semana.

Primeiro, porque as contas do governo são um pesadelo a caminho do desastre, como se soube ontem.

Segundo, porque há barafunda no ministério, intriga e frituras, disputas a respeito do que fazer do rombo e do corte de despesas, no que a divergência tem de mais sério. A CPMF agrada a quem quer cortar menos, claro.

Terceiro, porque a política do governo parece se tornar ainda mais desorientada, outra prova de que o absoluto não existe. Goste-se ou não da CPMF, recriá-la agora significa cuspir no pratinho de migalhas que parte do empresariado empurrou para um governo miserável de apoio político. Parece óbvio que o imposto alimentará quem quer avacalhar o governo.

A receita do governo caiu 3,7% de janeiro a julho, ante mesmo período de 2014, já descontada a inflação. Em 12 meses, está caindo 5,5%. No balanço final, a despesa até parece sob controle, neste ano: cresceu 0,4%. Mas essa salsicha da despesa tem muita coisa ruim embutida.

As despesas da Previdência crescem, mau sinal, pois quase incontroláveis sem mudanças legais ou no reajuste dos benefícios, política que a presidente quer manter, uma das poucas promessas que ainda não renegou. As despesas com subsídios para baratear empréstimos para empresas crescem, leite derramado no "programa de sustentação do investimento", que, no entanto, não se sustentou, vide a recessão.

Portanto, o gasto do governo não cresce apenas por causa das machadadas recessivas nos investimentos públicos ("em obras"), que neste ano caíram 36,6%, pois quase não há mais onde talhar, de imediato.

Em tese, a CPMF poderia dar um jeito no rombo que se prevê ainda maior para 2016. Quando foi cobrada com a alíquota de 0,38%, nos anos cheios de 2002 a 2007, rendia 7,7% da receita federal bruta ou 1,35% do PIB, em média, uma arrecadação bem regular. Em termos de receita e PIB de hoje, renderia algo entre R$ 72 bilhões e R$ 77 bilhões.

No entanto, mais de sete anos depois do fim do imposto, em um país diferente e, de resto, em recessão, sabe-se lá quanto o governo poderá arrecadar, até porque uma facada tributária dessa ordem deve derrubar ainda mais a atividade econômica, a princípio.

Além do mais, discute-se a hipótese de baixar em tanto a alíquota do IOF, que subiu em 2008 a fim de compensar as perdas de receita com a morte provisória da CPMF. Caso a reversão da alíquota do IOF seja equivalente ao seu aumento, o governo poderia perder uns R$ 15 bilhões. No fim das contas de simples aritmética, restariam uns R$ 57 bilhões, curiosamente o tamanho do superavit que o governo prometera entregar no início do ano.

A CPMF é um tributo ruim. Ignora capacidade contributiva. É cumulativa, prejudica em particular empresas que têm um processo de produção comprido. Causa distorções demais. Ressuscitá-la é caso de desespero. Faria algum sentido se fosse só provisória, como o governo o planeja agora (mas nunca é), e se acompanhada de contenção brutal de despesa, um programa de emergência a fim de apagar o incêndio crescente e sem limite da dívida pública. Conter a despesa significa impedir aumentos da despesa social, INSS inclusive.

Muito difícil.

Já 'visse' dá com cachorro?! Pois veja no vídeo!


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Odebrecht tenta impedir que Lava Jato descubra "a conta suíça"
O Antagonista

Advogados contratados pela Odebrecht na Suíça entraram com ação na Justiça para tentar impedir que o Ministério Público envie ao Brasil os dados relativos a contas secretas da empresa, informa Jamil Chade, do Estadão. A empreiteira deve estar desesperada com a possibilidade de que a Lava Jato descubra a conta suíça que abasteceu a campanha de Dilma.

O Antagonista lembra a mensagem encontrada no celular de Marcelo Odebrecht
“Para Edinho visão da conta toda inclusive o gasto com Haddad. MRF: dizer do risco cta suíça chegar campanha dela?”

Vascaínos reagem às gozações flamenguistas. Vejam vídeo.

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Enfermeiro de Cajazeiras se suicida dentro de UPA; ele estava em horário de trabalho

Reinilson foi aprovado no concurso público de Pombal em 2011 e convocado no final de 2013.

Enfermeiro da cidade de Cajazeiras se suicida dentro de UPA de Pombal

O enfermeiro da cidade de Cajazeiras, Reinilson Pereira da Silva, 28 anos cometeu suicídio na noite desta quinta-feira (27), no local de trabalho. Ela estava trabalhando na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), de Pombal.

De acordo com as informações do Portal Liberdade de Pombal, ele usou um lençol da sala de repouso para cometer o ato. As informações dão conta que o cajazeirense estaria passando por conflitos amorosos.

Os colegas de Reinilson contaram que pela manhã o jovem chegou a pegar alguns medicamentos “tarja preta” da farmácia da UPA, mas o sumiço dos medicamentos foi percebido e ele assumiu e devolveu.


O corpo do enfermeiro foi encaminhado para o Instituto Médico Lega de Patos e será encaminhado a Cajazeiras, onde será sepultado. Reinilson foi aprovado no concurso público de Pombal em 2011 e convocado no final de 2013.

No início deste mês, ele também havia sido chamado para assumir a mesma função na prefeitura de Patos e estava se preparando para tomar posse.

De volta à normalidade democrática.


Hoje a advocacia, num modo geral, teve de forma significativa uma grande vitória, assegurando a garantia da democracia e da ordem nacional.

Tentar calar o Advogado no exercício de suas funções é um desrespeito ao estado democrático de direito e um retrocesso as garantias constitucionais, asseguradas ao povo por meio de nossa lei maior.

A OAB Cajazeiras nunca será omissa na defesa das prerrogativas dos Advogados. O trancamento da ação penal em favor do colega Jonas Bráulio é uma conquista de toda advocacia nacional.

Cada um expressa a seu modo a indignação com a gestão da governanta

ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO É EXPULSO DO BAR BRAHMA EM BRASÍLIA

O advogado-geral da União, Luiz Inácio Adams, foi expulso do Bar Brahma, em Brasília, pelos frequentadores. Adams tem ocupado espaços importantes na imprensa devido ao seu trabalho no Tribunal de Contas da União, atuando no caso conhecido como “pedaladas fiscais” do governo Dilma Rousseff. A reação espontânea dos presentes, gritando “Fora Adams”, demonstra o grau impressionante de insatisfação geral com o governo do PT.

Acaba de ser divulgado o índice do PIB brasileiro: recessão braba!

 
Economia encolhe 1,9% no 2º trimestre e Brasil volta a entrar em recessão
Do UOL, em São Paulo


A economia brasileira encolheu 1,9% segundo trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior, e 2,6% em relação ao segundo trimestre de 2014, segundo os dados do PIB (Produto Interno Bruto). Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Nos três primeiros meses do ano, a economia brasileira já havia diminuído 0,2%. O segundo trimestre seguido de recuo mostra que o Brasil está em recessão técnica. Já havia ocorrido recessão técnica no ano passado, com resultados negativos do PIB no primeiro e no segundo trimestres. 

O IBGE também revisou para baixo o PIB do primeiro trimestre deste ano (de -0,2% para -0,7%) e do último trimestre de 2014 (de +0,3% para 0%). Ou seja, o desempenho da economia foi pior do que havia sido divulgado anteriormente. 

Se comparado o primeiro semestre de 2015 com o mesmo período de 2014, houve uma queda de 2,1%, aponta o IBGE. No acumulado de 12 meses, o PIB registrou queda de 1,2% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. 

Em valores correntes, o PIB no segundo trimestre de 2015 alcançou R$ 1,428 trilhões.

O PIB é a soma de tudo o que é produzido no país. Os dados consideram a metodologia atualizada do cálculo.

Todos os setores caem em relação ao 1º trimestre

Na comparação com os três primeiros meses do ano, os três setores da economia encolheram: agropecuária retraiu 2,7%, indústria caiu 4,3% e serviços, perdeu 0,7%.

A indústria de construção civil tombou 8,4%. Já o comércio encolheu 3,3%.

Só agropecuária cresce na comparação com 2014

Quando comparado a igual período do ano anterior, o desempenho da economia só não foi pior graças à agropecuária, que cresceu 1,8%, graças a algumas safras do segundo trimestre e à boa produtividade de produtos como soja (+11,9%), milho (+5,2%) e arroz (+4,4%). Só café (-2,2%) e feijão (-4,1%) tiveram queda de produção em relação ao ano passado.

A indústria sofreu queda de 5,2%, puxada principalmente pelo tombo de 8,3% da indústria de transformação, que inclui produção de veículos e produtos derivados do petróleo, entre outros. A atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana também registrou queda (-4,7%), puxada pelo menor consumo de energia pelas indústrias e empresas.

Já o setor de serviços encolheu 1,4%, na comparação com o segundo trimestre de 2014. O comércio atacadista e varejista despencou 7,2%.
Estimativas para o ano

Economistas consultados pela agência de notícias Reuters esperavam que a economia tivesse encolhido 1,7% em relação ao trimestre anterior, e registrado queda de 2% em relação ao segundo trimestre de 2014.

Até o fim do ano, o governo espera que o PIB encolha 1,49%, de acordo com a previsão do Ministério do Planejamento.

Por sua vez, analistas de mercado consultados pelo Banco Central para o boletim Focus esperam queda de 2,06%. O FMI (Fundo Monetário Internacional) prevê resultado negativo em 1,5%.
Caiado sobre CPMF: “Pare de roubar, PT. Pegue o dinheiro de petrolão, mensalão e pixulecos e coloque na saúde”
Por Felipe Moura Brasil 

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, disse que, se a CPMF não voltar, haverá “barbárie” no SUS:

“A viabilidade do sistema único de saúde, do sistema público, universal e gratuito, passa por esse debate (da CPMF). E fora disso, é barbárie. Porque entregar os setores mais fragilizados da sociedade simplesmente à regra de mercado, a gente sabe o que vai dar”.

O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) comentou nas redes sociais a volta do terrorismo eleitoral do PT para esvaziar o bolso da população:

“É assustador o quanto os integrantes desse governo tiram sarro com os brasileiros todos os dias. O governo retira recursos da saúde propositalmente ao reduzir o repasse e dividir a conta com as emendas parlamentares. Agora vem com a cara mais lavada do mundo falar em imposto.

Pare de roubar, PT. Pare de mentir. Pegue o dinheiro do Petrolão, do mensalão e outros ‘ãos’ e ‘pixulecos’ e coloque na saúde que a situação melhora e não será preciso criar mais impostos. O governo de Dilma e Lula passaram dos limites e os brasileiros não aguentam mais. Estão forçando um colapso social.

A população está enojada, não suporta olhar no rosto desses petistas. Se insistirem nessa teses, vão dar um tiro no pé e acelerar a saída inevitável da presidente Dilma Rousseff. Vamos montar uma verdadeira trincheira no Congresso contra a criação desse imposto. Vamos expor todos os números e tudo o que o governo fez nos últimos anos para sacrificar a saúde brasileira.”

Só faltou dizer: enquanto Lula e Dilma Rousseff recebem atendimento VIP no Hospital Sírio Libanês.
E se Dilma sair? E se ficar?
REINALDO AZEVEDO
Folha de São Paulo

País tem respostas para as hipóteses de queda de Dilma. O que nos joga no incerto é a continuidade do governo

Aqui e ali, as forças minoritárias do governismo, hoje majoritárias na imprensa, especialmente nas TVs, pretendem silenciar as maiorias que pedem a saída da presidente Dilma Rousseff com uma pergunta que lhes parece definidora: "Ah, é? Se ela sair, o que vem depois?" Eu também tenho uma questão: "E se ela ficar? O que vem depois?" Eis o ponto.

A primeira indagação tem múltiplas respostas a depender das circunstâncias. A segunda tem uma só: mais do mesmo, mas em queda. Caso a presidente venha a ser impichada, Michel Temer assume. Se a chapa for cassada pelo TSE –um processo longo– o chefe do Executivo será eleito diretamente ou pelo Congresso, a depender de quando se dê o duplo impedimento. Em qualquer hipótese, o custo da transição será menor do que o da conservação do nada.

Não se trata de flertar com experimento de nenhuma natureza. O país tem respostas institucionais para as hipóteses de queda da presidente. O que nos joga na desolação e no incerto é a continuidade do governo.

E que se note: não advogo a interrupção do atual mandato apenas porque a presidente Dilma desmoraliza a candidata Dilma a cada ato e porque se mostra incapaz de elaborar uma agenda que dê ao país um mínimo de estabilidade. Por esse caminho, perde-se apenas a legitimidade –o que já é muito grave.

Ocorre que considero –coisa de que esta Folha absolutamente não está convencida, segundo li em editorial– que ela atropelou também a ordem legal e cometeu crimes de responsabilidade, no plural.

Se o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ainda não a denunciou, é porque faz uma leitura obtusa do parágrafo 4º do artigo 86 da Constituição. Se o que ele diz estivesse correto, o constituinte teria dado autorização a um presidente para delinquir no primeiro mandato, com vistas a obter um segundo, sem que tivesse de responder por isso.

E, obviamente, essa licença não foi concedida porque, quando tal parágrafo foi aprovado, em 1988, não havia reeleição no país, instituída só em 1997. Assim, é evidente que os atos de Dilma entre 2011 e 2014 não são estranhos às funções que assumiu a partir de 2015. E não deixa de ser estarrecedor que isso tenha de ser escrito.

Janot, diga-se, passou pela sabatina no Senado, foi aprovado com folga e, como vimos, teve de enfrentar, no máximo, apelarei a vocábulos de exceção, a vítrea áscua de Fernando Collor –o que certamente lhe rendeu alguns votos extras. E o essencial ficou por ser explicado.

Por que não há até agora nem mesmo pedidos de inquérito para membros do Poder Executivo? Mais: como é que Eduardo Cunha, ainda que seja culpado do que o acusam, se torna figura central de um escândalo protagonizado pelo PT?

Um jornalista precisa tomar cuidado para não ser tragado pelo presente eterno, não é? Sugiro a leitura de "As Noites Revolucionárias", de Restif de La Bretonne. Ele faz a mais viva narrativa da Revolução Francesa, deixa-se encantar, sim, por seus atores, mas nunca abandona o olhar crítico também para as imposturas dos heróis.

A imprensa não pode se furtar a redigir e a ler a narrativa histórica. Será que aquela que está em curso na Lava Jato, por enquanto, atribui aos devidos autores o peso real de seus atos? Será que a verdade do petrolão é compatível com a permanência de Dilma na Presidência? A resposta, que tem de ser dada na lei, é estupidamente óbvia.

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Empresários e políticos se opõem à recriação da CPMF

Proposta da equipe econômica para fechar orçamento enfrenta resistência

Crise econômica reforça oposição do setor empresarial, e crise na política torna difícil aprovação no Congresso
Folha de São Paulo

Empresários e líderes políticos atacaram nesta quinta (27) a proposta do governo de recriar a CPMF, imposto sobre transações financeiras que foi extinto em 2007 e agora é visto pela equipe econômica da presidente Dilma Rousseff como essencial para equilibrar o Orçamento de 2016.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que a recriação é inoportuna em meio à recessão que o país enfrenta. "Com a economia em retração, é um tiro no pé", afirmou.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), considerou improvável que a proposta seja aprovada. "Sou pessoalmente contrário à recriação da CPMF nesse momento e acho pouco provável que tenha apoio", disse.

Líderes empresariais também criticaram. "Num momento de retração da economia, propor aumento de imposto é uma péssima ideia", afirmou o presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Robson Andrade. À Folha, ele classificou a possível medida como "um absurdo".

Ligado ao PMDB, o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, criticou o ministro da Fazenda. "Ou o ministro [Joaquim] Levy muda a política econômica ou a presidente Dilma que mude o ministro Levy". À noite, num jantar na sede da entidade, ele voltou à carga.

A ideia pegou de surpresa o vice-presidente Michel Temer. Pela manhã, ele disse que havia só um "burburinho" sobre a recriação do imposto: "A primeira ideia é sempre essa: não se deve aumentar tributo, mas, por outro lado, há muitas vezes a necessidade, não estou dizendo que nós vamos fazer isso".


À tarde, Dilma mandou avisá-lo que o governo decidira propor a medida, mas ainda estava avaliando a sua viabilidade no Legislativo.

Se conseguir reduzir a resistência à medida, o governo pretende encaminhar uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) ao Congresso na segunda (31), último dia para apresentação do Orçamento para 2016.

Ministros saíram em campo em busca de apoio para a proposta, acionando economistas influentes, como o ex-ministro Delfim Netto, e procurando governadores.

Levy almoçou com Renan. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, foi escalado para defender a iniciativa publicamente. Ele afirmou que o governo pretende dividir as receitas do tributo com Estados e municípios, numa tentativa de obter apoio ao projeto.

Hoje, 4,7% do PIB é gasto com saúde, segundo Chioro. Com a nova contribuição, afirma, esse percentual poderia passar para 6%. Ele se referiu ao tributo como "Contribuição Interfederativa da Saúde".

Na capa d'O Globo


A primeira página do jornal Folha de São Paulo


Os destaques do jornal Correio Braziliense


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta sexta-feira

Folha: Volta da CPMF é condenada por políticos e empresários

Globo:  Congresso e empresários repudiam volta da CPMF

Extra: [Anão tira onda com o Flamengo] Essa zaga é uma graça

ValorEconômico: Renan diz que volta da CPMF "é um tiro no pé"

Estadão: Empresários e Congresso rejeitam volta da CPMF

ZeroHoraCPMF ganha forma no Planalto e recebe críticas da sociedade

EstadodeMinas: Retorno da CPMF revolta os setores produtivos

CorreioBraziliense: Empresas e Congresso rejeitam volta da CPMF

CorreiodaBahia: Governo propõe recriar CPMF

- DiáriodoNordesteGoverno vai propor nova CPMF ao Congresso

JornaldoCommercio: Pressão contra recriação da CPMF

CorreiodaParaíba: Pessoenses fazem malabarismo para sobreviver à enxurrada de aumentos nas contas

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Presidente do grupo Habibs chuta o pau da barraca em desabafo que viralizou nas redes sociais
por Felipe Vieira

O desabafo de um empresário…


“Quer me chamar de coxinha, paneleiro, elite branca, bebedor de Black Label (parabéns pra esse último! Sensacional!)… Ok. Acho até divertido… Mas faz um favor para o seu país antes! Emprega alguém! Na CLT! Paga tudo direitinho! Pega toda a sua grana e coloca na sua ideia… No seu negócio. Pega um financiamento, com a maior taxa de juros do mundo, e arrisca seu pescoço na sua iniciativa… Aluga um escritório ou uma loja! Compra um estoque! Corre o risco de verdade! Se o governo tirar o incentivo para o consumo, não desanima… Pega outro empréstimo, com a maior taxa que o mundo moderno já viu! Paga os juros do primeiro empréstimo com outro empréstimo! E vai com fé na sua ideia! Paga o décimo terceiro e as férias do teu funcionário! Sem vender merda nenhuma em Dezembro… Janeiro… Fevereiro… Nem no mais lindo Carnaval do mundo, quando todo mundo para de trabalhar… Ou na Copa das Copas que te deu 12 dias úteis num mês corrente… Paga mais para os teus fornecedores, já que os seus custos também aumentaram devido à energia, gasolina e dólar… Mas, diminui o seu preço, pra tentar ser competitivo numa economia recessiva… Então, tenta fazer com que uma estrutura enxuta seja perene. Acaba com sua eficiência! Vai ser difícil, já que o seu cliente está quebrado e não pode te pagar mais… E corre o risco de quebrar de vez, perdendo todo capital que você investiu… Fez tudo isso? Então beleza!!! Me chama do que quiser… Você é um herói e não me interessa qual partido apoia! Tem o meu respeito!!! Não fez nada disso? É político de carreira? Está encostado em alguma bolsa? Mama na teta do governo? É vagabundo? … E pensa que pode falar sobre patrão e empregado, classes sociais, oportunidades e exploração da cadeia produtiva… Desculpa, mas… Cala a boca! E vá pra puta que o pariu… …. Só entende esse texto quem está no ramo do comércio, é empresário, é autônomo!!!!

Alberto Saraiva, presidente do grupo Habibs

Por Reinaldo Azevedo

Oba!

O governo teve uma ideia do balacobaco, já que está sem dinheiro: recriar a CPMF. Parece que, desta feita, será sem disfarce. Nem se vai dizer que é para financiar a Saúde, o que é um jeito, leitor, de enfiar a mão no seu bolso pretextando motivos humanitários, sabem como é…

Desta feita, não seria assim: seria tungada mesmo. Em momento de recessão como o que vivemos, e a nossa ainda é crescente, arrancar ainda mais dinheiro da sociedade é obra de gênios. Deve ser o jeito que a presidente tem de ser pró-cíclica, já que ela não sabe em que isso é diferente de ser anticíclica. Por menor que seja o imposto, todo mundo sabe onde vai parar: nos preços.

Notaram? Este é um governo que não consegue cortar gastos. Não adianta. Segundo informa a Folha, há uma divergência entre Nelson Barbosa (Planejamento) e Joaquim Levy (Fazenda) nesse particular: o primeiro prefere o caminho do novo imposto, o outro ainda pensa em reduzir despesas.


Não é a primeira vez que o governo especula sobre o assunto. Em janeiro, já estimulou esse debate. Quem deu início à conversa foi o ministro da Saúde, Arthur Chioro. Diante da reação negativa dos agentes econômicos, houve um recuo. Agora, o assunto volta a circular.

Sim, durante a campanha eleitoral, a então candidata Dilma Rousseff negou a intenção de recriar o imposto. Em entrevista ao SBT Brasil, em setembro do ano passado, foi explícita: “Não, eu não penso em recriar a CMPF porque acredito que não seria correto”.

Pois é… Não seria o primeiro estelionato.


Se bem que, vamos convir, né? A popularidade de Dilma não deve cair abaixo dos atuais 7% de ótimo/bom. De certo modo, ela pode tomar a medida antipática que quiser…

Há só uma pedra nada irrelevante no meio do caminho: o Congresso terá de concordar. E, hoje, uma proposta com esse conteúdo não seria aprovada nem debaixo de chicote.

Sete Candeeiros Cajá: Da Série "Eu Li o Livro de História" (3)

ONTEM, nos livros, o registro

Petistas - em 2002quando estavam, ainda, soltos ou sem ameaça de prisão - promoviam importante campanha na TV. Ali, ratos surgiam de um buraco em busca de destruir, roendo, a bandeira brasileira. Em áudio, a voz severa do locutor dizia: "ou a gente acaba com eles, ou eles acabam com o Brasil". Enquanto isto, os ratos furtavam a bandeira. Tempos memoráveis de esperança. Todos nos embalamos na mensagem certeira contra a corrupção. 



HOJE, para os livros do futuro

Petistas - presos ou, ainda, soltos, mas sob concreta ameaça de prisão - se enfronharam na própria corrupção e - enquanto foi possível imaginar que o povo brasileiro era completamente imbecil - tentaram transformar criminosos comuns (e condenados sob regime democrático) em "heróis do povo brasileiro"!

A História, certamente, exprimirá o escárnio petista à inteligência nacional. 


Flamenguista é muito abusado. Perde e ainda goza com os vascaínos!

Charge do grande Régis Soares (que nos autorizou o uso dos seus trabalhos)
Zé Aldemir diz que tem coragem e disposição para disputar a Prefeitura e enfrentar quem quer que seja
Adjamilton Pereira


O deputado José Aldemir Meireles afirmou, em participação feita na manhã desta quinta-feira (27) no programa espaço aberto, da Rádio Arapuã, quem tem coragem e disposição de sobra para disputar a Prefeitura de Cajazeiras, enfrentando quem quer que seja.

O parlamentar, no entanto, ponderou que, juntamente com o grupo da oposição, será iniciado um amplo processo de discussão, com possibilidades de se escolher outro nome para a disputa, argumentando que existem bons nomes, mas se houver uma convocação da sociedade e as demais lideranças entenderem que meu nome soma mais para o projeto, não é homem de correr de desafios. Zé Aldemir explicou que pela sua condição deputado que representa diversas cidades da região, vai precisar ouvir a população e as lideranças, também desses municípios.

José Aldemir explicou que sempre foi leal ao grupo comandado pelo ex-prefeito Carlos Antonio, mas a recíproca não foi verdadeira, ao pontuar vários casos que nominou como sendo de traição.

Sobre seu relacionamento com o vereador Marcos Barros, até pouco tempo o seu mais fiel escudeiro na região, Zé Aldemir disse que não tem a mínima condição de voltar a manter relações políticas com o vereador – “É como se tivesse cortado um dedo”, arrematou.

'Deix'eu ver direitin"...

Cena de Grazi mostrando os seios em "Verdades Secretas" causa furor na web
Do UOL, em São Paulo

Em "Verdades Secretas", Larissa mostra os seios para Visky

Grazi Massafera chamou a atenção por sua atuação no capítulo desta terça-feira (25) em "Verdades Secretas". Depois de Rodrigo Lombardi e Reynaldo Gianecchini mostrarem o bumbum, a atriz exibiu os seios na cena em que Larissa se revolta na agência de Fanny (Marieta Severo).

Larissa vai até a agência exigir o pagamento do cachê do evento que ela trabalhou como recepcionista, porém foi expulsa do local por destratar os convidados. A modelo discute com todos, e, ao encarar Visky (Rainer Cadete), levanta a blusa e mostra os seios. Fanny chega e promete pagar o cachê, desde que Larissa nunca mais apareça na agência.

A cena termina com a modelo cuspindo no rosto de Fanny e deixando o local para se encontrar com Roy (Flávio Tolezani). Grazi se tornou um dos assuntos mais comentados do Twitter. Os internautas elogiaram os seios e a intepretação da atriz.

"Meu Deus, estou de pé aplaudindo a Grazi", elogiou um internauta. "A Globo achou algo para competir com o MasterChef... Os peitos da Grazi", brincou outro.
Lauro Jardim

Levy segura repasses ao Nordeste

Os governadores do Nordeste podem ouvir falar de muitos nomes – menos de um. Joaquim Levy. A orelha do ministro da Fazenda arde 24 horas por dia por causa de repasses federais que ele está retendo.

Um deles, os financiamentos que o Banco do Brasil faz para obras de infra-estrutura dos estados. Como o BB só pode emprestar com o aval do Tesouro Nacional – e este cofre Levy não abre para que a dívida pública não suba – os pedidos não são liberados.

Amor, amor é isto! Vejam a declaração sincera.

Sugestão de Clayton Mota

É por isso que, onde chega, ele escuta o refrão: "Cunha, guerreiro...do povo brasileiro"...?

MP DO SEGURO-DESEMPREGO
CUNHA DIZ QUE VAI CORRIGIR INJUSTIÇA COM TRABALHADORES

ACESSO AO SEGURO-DESEMPREGO FOI NEGADO A 47 MIL PESSOAS, POIS MP PREVIA UM ANO E MEIO DE SERVIÇO

DiáriodoPoder

ACESSO AO SEGURO-DESEMPREGO FOI NEGADO A 47 MIL PESSOAS, POIS MP PREVIA UM ANO E MEIO DE SERVIÇO. 

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), prometeu a sindicalistas colocar em votação nesta semana na Casa um projeto de lei que beneficia trabalhadores que não puderam ter acesso ao seguro-desemprego no período de tramitação da Medida Provisória 665 no Congresso.

Essa foi uma das demandas apresentadas em reunião da tarde desta quarta, 26, com representantes da Força Sindical e outras centrais sindicais. Os dirigentes disseram que 47 mil pessoas deixaram de receber o benefício porque o texto original da MP previa que o trabalhador só teria acesso ao seguro-desemprego a partir de um ano e meio de carteira assinada.

O texto aprovado no Congresso reduziu a exigência para um ano. "O governo não quer pagar porque não tem legislação para isso", explicou o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), ex-presidente da Força Sindical. Segundo os sindicalistas, Cunha votará a urgência do projeto do deputado André Figueiredo (PDT-CE) hoje e a matéria nesta quinta, 27.

"Essa injustiça com os trabalhadores será corrigida", afirmou o presidente da Força, Miguel Torres. Também foi discutida na reunião desta quarta a possível derrubada dos vetos da presidente Dilma Rousseff, entre eles o referente à flexibilização do fator previdenciário e à extensão da regra de correção do salário mínimo para todos os aposentados. Os vetos serão apreciados em sessão conjunta do Congresso e, para serem derrubados, precisam ser rejeitados pela Câmara e pelo Senado. (AE)
A armadilha brasileira
MONICA BAUMGARTEN DE BOLLE
Folha de São Paulo

O uso de bancos públicos para emprestar a setores em dificuldade é mais uma armadilha para o Brasil

Às vésperas de conhecermos o tamanho da queda do PIB (Produto Interno Bruto) do segundo trimestre, a ser divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira (28), assomam-se as dúvidas sobre a capacidade de reação da economia brasileira no ano que vem, ante a turbulência que vem da China.

Este, entretanto, não é um artigo sobre a China. É um artigo sobre o Brasil que não pode mais contar com a China, que não pode esperar que venha da Ásia a salvação para a retomada da confiança e dos investimentos.

A armadilha brasileira é antiga, embora não tão visível nos anos de bonança e durante o primeiro mandato da presidente Dilma, ainda marcado pelo brilho das commodities. Trata-se não da conhecida lista de problemas estruturais exaustivamente enumerada por dez entre dez economistas: a falta de infraestrutura, a carga tributária excessivamente onerosa, as complexas leis trabalhistas, as dificuldades do ambiente de negócios.

O Brasil, hoje, vive imbróglio mais primitivo, se é que se pode chamar assim, do que todos esses. Trata-se do emaranhado bancos públicos-política monetária-política fiscal.

Tal confusão voltou a ficar em evidência depois que o governo anunciou que utilizará a Caixa Econômica Federal –e o Banco do Brasil– para fazer o que o BNDES andou fazendo nos últimos anos: emprestar para setores em difi- culdade, cobrando taxas abaixo do mercado, lançando mão do crédito público como instrumento anticíclico.

A armadilha funciona mais ou menos assim: bancos públicos encontram motivos para emprestar quando os mercados não estão provendo os recursos de que a economia necessita –no caso do BNDES, a justificativa é que não há mercados de crédito de longo prazo no Brasil. Contudo, quando um banco público empresta a taxas subsidiadas, cascata de distorções e inconsistências é gerada.

Pensem no BNDES. Quando o BNDES dá dinheiro barato para grandes empresas, pressiona as taxas de juros ao deixar para o resto do setor financeiro privado empresas com perfil de risco menos favorável. Essa é a chamada seleção adversa que já discuti em outras ocasiões aqui.

Além disso, ao fornecer mais crédito público, cria-se dissonância com a política monetária, que tenta estabilizar preços de um lado, enquanto o crédito cresce e age na direção contrária, de outro.

Os bancos públicos, que já ocupam 55% do mercado de crédito no país, entopem os mecanismos de transmissão da política monetária, forçando o Banco Central a elevar mais os juros para controlar a inflação.

Por fim, o uso de recursos vultosos do Tesouro para financiar o BNDES desde 2010 –cerca de 10% do PIB– aumenta a dívida bruta e dificulta a execução do Orçamento, já que há um subsídio implícito nessa transação, além de elevar ainda mais as taxas de juros que o Tesouro paga sobre sua própria dívida.

Afinal, para carregar ainda mais dívida, os mercados naturalmente exigem juros maiores.

No caso da Caixa Econômica, há um agravante. O governo nos diz que recursos públicos não serão usados nas novas operações. Contudo, deixa de explicar que, em passado não muito distante, a Caixa já foi recapitalizada diversas vezes com dinheiro público por ter feito operação para as quais não tinha a devida perícia.

Está aí a perfeita armadilha que o governo arma, mais uma vez, para o Brasil.

MONICA BAUMGARTEN DE BOLLE, economista, é doutora pela London School of Economics e pesquisadora do Peterson Institute for International Economics.

A primeira página do jornal Estado de Minas


Jornal Jogo/Extra: Vascão avança


As manchetes do jornal O Estado de São Paulo


Na capa d'O Globo


As manchetes de jornais brasileiros nesta quinta-feira

Folha: Reconduzido, Janot nega 'acordão' com Planalto

Globo:  Senado aprova Janot e dá respaldo à Lava-Jato

Extra: [Flamengo] 1, 2, 3...Virou freguês [do Vasco]

ValorEconômico: Governo vai propor a volta da CPMF para cobrir rombo

Estadão: Senado mantém Janot no comando da Lava Jato

ZeroHoraGoverno Dilma estuda a recriação da CPMF

EstadodeMinas: ]Dilma] Mais tempo no TCU, mais pressão no TSE

CorreioBraziliense: [Janot] O pau que dá em Collor

CorreiodaBahia: Federal mira ligação de facção baiana com PCC

- DiáriodoNordesteAssaltantes de bancos são presos com armas de guerra

DiáriodePernambuco: [Fernando Baiano] O próximo delator [na Lava Jato]

CorreiodaParaíba: Paraíba tem um PM para 423 habitantes

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

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PB: Juízes da comarca de Sousa ordenaram o desbloqueio da rodovia BR 230 invadida pelos “sem terra”


Os juízes da Comarca de Sousa, no alto sertão da Paraíba, determinaram o desbloqueio da rodovia BR 230, na manhã desta segunda-feira. A ordem judicial foi assinada em conjunto, pelos juízes Philippe Guimarães Padilha Vilar e Anderley Ferreira Marques.

Na decisão, os magistrados afirmaram que “um aglomerado de pessoas do grupo denominado “Sem Terra”, munidos de paus, foices e outros instrumentos capazes de provocar lesão contra à pessoa, se encontram bloqueando a rodovia BR 230, n o trecho que liga as cidades de Aparecida à Sousa, próximo ao posto de combustíveis Andrezão, impedindo, assim, o livre tráfego de pessoas e veículos, a evidenciar, em tese, a prática dos delitos tipificados nos arts. 146 do Código Penal e 19 da Lei das Contravenções Penais, além de outros, todos de competência da Justiça Estadual”.

Ao final, os juízes decidem “requisitar a adoção das providências cabíveis para a cessação de tal situação de flagrância, em especial a imediata liberação da aludida rodovia, com comunicação a este Juízo de tudo o que foi adotado, sob as penas da Lei. Cumpra-se”.

A requisição foi encaminhada ao Comandante do 14º Batalhão de Polícia Militar, na cidade de Sousa.
A decisão dos juízes da Comarca de Sousa repercutiu na comunidade jurídica e na região polarizada pela cidade de Sousa, em defesa dos direitos das pessoas de transitarem livremente e afastar o abuso e a desordem promovida pelo grupo armado dos “Sem Terra”.

O exemplo dos juízes de Sousa deverá irradiar futuras decisões de outros magistrados onde ocorram violências dessa natureza contra a população e os cidadãos.

O fato também mostrou que a Justiça paraibana não foi omissa nem se ocultou no exercício de sua missão de proteger os direitos tutelados e garantia o exercício da cidadania.

Redação CorreioForense