sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Josias de Souza

Os ataques da campanha de Dilma Rousseff renderam a Marina Silva uma manchete‘Não é discurso. É uma vida’— e alguns centímetros de notícia na britânica ‘The Economist’. A mais prestigiosa revista econômica do planeta destacou o embate das duas candidatas em torno do Bolsa Família.

A revista informa que Dilma alardeia que só a vitória dela pode assegurar a continuidade do principal programa social do governo. O texto realça que, num universo de 140 milhões de votos, o Bolsa Família beneficia direta ou indiretamente 30 milhões de eleitores —uma arma poderosa.

“The Economist” conta aos seus leitores que Marina veiculou uma resposta a Dilma em sua propaganda eleitoral de 16 de setembro. Escrita para inglês entender, a notícia explica que, para sentir a força das palavras de Marina, era necessário saber que ela nasceu no Seringal Bagaço, nos fundões pobres do Acre.

“Diferentemente de quase todos os políticos brasileiros, ela sabe o que é sentir fome”, anotou a 'Economist', antes de transcrever o discurso de Marina, filmado num comício em Fortaleza. Diz a candidata, a certa altura:

“…Nós vamos manter o Bolsa Família. E sabe por quê? Porque eu nasci no Seringal Bagaço. Eu sei o que é passar fome. Tudo o que minha mãe tinha para oito filhos era um ovo e um pouco de farinha e sal, com umas palhinhas de cebola picada. Eu me lembro de ter olhado pro meu pai e minha mãe e perguntado: vocês não vão comer? E minha mãe respondeu: 'nós não estamos com fome.' E uma criança acreditou naquilo. Mas eu depois entendi que eles há mais de um dia não comiam. Quem viveu essa experiência jamais acabará com o Bolsa Família. Não é um discurso! É uma vida!”.

Para azar de Marina, a ‘The Economist’ não circula nas áreas pobres do Norte, do Nordeste e nas periferias das grandes cidades brasileiras.

Trem bala?! #ficoulindo.

Aluno de direito entrega bilhete no qual 'agradece' petista pela construção do trem-bala

PATRÍCIA BRITTO
Folha de São Paulo

Eleitor de Dilma Rousseff em 2010, o estudante de direito Benedito Pereira Lima, 25, foi pego de surpresa com a visita da presidente a Campinas na quarta-feira (17).

Ficou sabendo pela manhã, quando foi tomar café em uma padaria e notou a movimentação de militantes.

"Disseram que era a Dilma. Então saí correndo para preparar meu protesto", disse o estudante, vendedor em uma loja de eletrodomésticos.

Quando retornou ao local do evento, conseguiu se aproximar da presidente, que desfilava em carro aberto.

Frente a frente, pediu para pegar na mão dela e a surpreendeu ao entregar uma folha de papel sulfite, em que ironizava: "Dilma, obrigado pelo trem-bala. #ficoulindo".

O governo Dilma adiou a licitação do trem-bala pela terceira vez em agosto de 2013, por tempo indeterminado. A justificativa oficial foi que dois consórcios haviam pedido o adiamento, e que a medida evitaria que apenas um grupo participasse do leilão.
Cajazeiras e os problemas de mobilidade

Por José Anchieta

O trânsito passou a ser, ultimamente, um dos grandes problemas das médias e grandes cidades, principalmente em virtude do crescente número de veículos circulando nas vias públicas e da ausência de ações e investimentos públicos no planejamento urbano. Em Cajazeiras, esse problema tem se agravado a cada dia, causando muita inquietação no seio da sociedade, que clama por medidas urgentes, visando minimizar o atual quadro.

A cidade do Padre Rolim tem registrado, nos últimos dias, uma série de transtornos nesse setor. Os constantes acidentes nas ruas de Cajazeiras, as dificuldades de se transitar, principalmente nas avenidas centrais nos horários de pico, a desobediências às normas e as discussões motivadas por todo esse caos, são situações normalmente observadas e vivenciadas pela população cajazeirense.

Esse cenário tem sido motivo de muitas reclamações na imprensa por parte de segmentos da sociedade, que defendem ações urgentes dos setores competentes. É claro que esse problema não será resolvido facilmente, porque faltou, ao longo dos anos, uma política séria de planejamento do crescimento da cidade, visando realizar as intervenções necessárias para acompanhar toda essa dinamização.

Mas, é possível desenvolver algumas ações para minimizar os problemas enfrentados pela população. Aliás, é dever do poder público apresentar alternativas que reflitam na melhoria das condições de vida do povo. E, nesse sentido, cobra-se muito o estacionamento rotativo, o disciplinamento do horário de descarga no centro comercial, além de uma fiscalização mais rigorosa na observação da regras vigentes. Por que tudo isso não é colocado em prática?

A sociedade tem razão em cobrar. Mas, paralelamente, a essas medidas paliativas, é imprescindível se pensar, urgentemente, em intervenções urbanísticas. É urgente a necessidade de abertura e urbanização de novas avenidas para desafogar o trânsito nas ruas centrais. A Avenida Aldo Matos de Sá, por exemplo, ligado a PB-393 à Avenida José Donato Braga (Estrada do Amor), precisa ser concluída.

Essa avenida é uma importante via de acesso ao Campus da UFCG e ao complexo de saúde local, evitando-se, assim, a passagem pelo centro da cidade de ônibus escolares e ambulâncias, que vêm de várias cidades da região sertaneja. Outra intervenção essencial é a abertura da João de Souza Maciel, ligando o centro à BR-230.

Pois bem, essas são apenas algumas questões e sugestões que vêm à tona nas discussões sobre os nossos graves problemas de mobilidade urbana. A cidade cobra sensibilidade e comprometimento para se encarar esse e tantos outros desafios que surgem neste momento. É preciso pensar a cidade para os avanços que batem a nossa porta.
Andreza Matais e Fábio Fabrini
Estadão

Os Correios abriram uma exceção para o PT e distribuíram em São Paulo panfletos da presidente Dilma Rousseff sem chancela ou compromisso de que houve postagem oficial. A estampa, prevista em norma da própria estatal, serve para demonstrar que houve pagamento para envio, de forma regular, da propaganda eleitoral. Sem ela, é difícil atestar que a quantidade de material distribuído corresponde ao que foi contratado pelo partido. O número declarado de panfletos distribuídos sem chancela dos Correios foi de 4,8 milhões.

A exceção para os petistas aberta a partir de um comunicado interno dos Correios em São Paulo, no qual a empresa autoriza, em caráter "excepcional", a postagem de folders na modalidade de mala postal domiciliária (MPD). A Diretoria Regional Metropolitana, responsável pelo aval, atribui a medida a um problema na impressão das quase 5 milhões de peças. O órgão é chefiado por Wilson Abadio de Oliveira, afilhado político do vice-presidente da República, o peemedebista Michel Temer.

Um abraço de parabéns ao amigo Sílvio Nogueira.


A capa do nosso jornal Gazeta do Alto Piranhas


Pesquisa para presidente, na Paraíba

Correio/Souza Lopes: Dilma aparece com 42,8%, Marina com 28% e Aécio com 11,7%
PortalCorreio

Sobre a disputa para presidente da República na Paraíba, a pesquisa estimulada do Instituto Souza Lopes aponta a candidata do PT, Dilma Rousseff, na liderança, com 42,8%. A candidata do PSB, Marina Silva, tem 28%. O candidato do PSDB, Aécio Neves, está em terceiro lugar, com 11,7%. O Pastor Everaldo (PSC) tem 0,7%.

Eduardo Jorge (PV) está com 0,2%, mesmo percentual da candidata do Psol, Luciana Genro. Os candidatos Levy Fidelix (PRTB), Eymael (PSDC), José Maria (PSTU), Mauro Iasi (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) têm 0,1% cada. Os votos brancos e nulos na preferência para presidente são 5,3%; e 10,6% não sabem em quem votar ou não quiseram opinar.

Na consulta espontânea para presidente da República, Dilma tem 39,3%, Marina está com 25,7% e Aécio aparece com 10,7%. Pastor Everaldo tem 0,5%, seguido de Luciana Genro com 0,2%. Eduardo Jorge, Eymael, José Maria e Levy Fidélix aparecem com 0,1% cada. O percentual de quem diz votar em branco ou nulo é de 4,7%. Os que não sabem ou não quiseram opinar, 18,5%.

As consultas foram realizadas pelo Instituto Souza Lopes entre os dias 15 e 18 deste mês. Foram ouvidos 1.500 eleitores de todas as faixas etárias, idades e classe sociais. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos. O grau de confiança da pesquisa é de 95%.

Sarney e Dilma, uma aliança pelos interesses do Brasil...
Sarney ataca Marina. Eita candidata de sorte!

Marina Silva não pode reclamar de falta de sorte. E não estou tentando ser nem engraçado nem sinistro. Não me refiro à queda do avião, não, mas aos “inimigos” que começam a se apresentar. Convenham: nem num sonho bom um candidato à Presidência receberia um ataque feroz de José Sarney, o homem que não vai concorrer à reeleição no Amapá porque seria derrotado. Marina recebeu nesta quarta um presente divino.
Sarney subiu no palanque de Lobão Filho (PMDB), no Maranhão, que vai perder a eleição no primeiro turno para Flávio Dino, do PC do B, e esculhambou a candidata do PSB à Presidência. Leiam o que disse na noite de terça-feira:“A dona Marina, com essa cara de santinha, mas [não tem] ninguém mais radical, mais raivosa, mais com vontade de ódio do que ela. Quando ela fala em diálogo, o que ela chama de diálogo é converter você”.
Vocês sabem como sempre digo tudo, mesmo correndo o risco de aborrecer, né? Pode até concordar com Sarney em certos aspectos, mas olhem quem está falando… Sim, é verdade, o seu nome vive sendo citado pela turma de Marina como símbolo do que se deve evitar em política. Mas me digam: a esta altura, que força política relevante e com um mínimo de seriedade, discordaria?

Receber essa crítica do velho coronel do Maranhão chega a ser uma láurea, uma condecoração. E ele seguiu adiante, animado pelos gritos de “guerreiro do povo brasileiro”, vindos de uma plateia rigidamente controlada:“Ela [Marina] pensa que o mundo tem duas partes: uma condenada à salvação e outra à perdição”.
De fato, o mundo não está condenado a essas duas partes, mas o fato é que a política da família Sarney no Maranhão está condenada pela história e pelos números. Depois de cinquenta anos submetido às vontades do clã, o estado exibe os piores indicadores sociais do país — embora, nem de longe, enfrente as condições naturais mais adversas. O mal do Maranhão é humano. Não vem da natureza nem dos céus.
A partir de amanhã, Marina já pode exibir o seu galardão: Sarney não quer que ela seja presidente. É um trunfo eleitoral gigantesco.
Por Reinaldo Azevedo

Amanhã, o sonho dos meninos no Cine Éden, em Cajazeiras, completa 80 anos: Sophia Loren, a linda e eterna.

 





Costa diz que recebeu R$ 1,5 mi de propina

'Jornal Nacional' afirma que ex-diretor da Petrobras confessou suborno durante a compra de refinaria nos EUA

Valor teria sido revelado graças a acordo para delação premiada, que é sigiloso; executivo não deu informações à CPI

Folha de São Paulo

O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa confessou ter recebido R$ 1,5 milhão de propina durante o processo de compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), segundo o "Jornal Nacional" desta quinta-feira (18).

A compra da refinaria pela Petrobras, em 2006, resultou num prejuízo de R$ 1,7 bilhão, segundo cálculo do Tribunal de Contas da União.

Costa teria revelado o valor da propina no acordo de delação premiada que decidiu fazer em 29 de agosto com o Ministério Público e a Polícia Federal. Em depoimento na quarta-feira (17) à CPI da Petrobras, o ex-diretor optou por permanecer em silêncio.


A Folha não conseguiu confirmar a versão apresentada pelo telejornal. O acordo é sigiloso por princípio, para evitar que o delator sofra pressões e que provas possam ser destruídas.

O ex-diretor decidiu contar o que sabe em troca de uma pena menor. Sem o acordo, Costa poderia ser condenado a mais de 40 anos de prisão.

Ele revelou o nome de 12 parlamentares que recebiam suborno de contratos fechados com a Petrobras, de acordo com a revista "Veja".

Estariam no grupo o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e parlamentares como Romero Jucá (PMDB-RR), Mário Negromonte (PP-BA) e Cândido Vaccarezza (PT-SP).

Todos negam com veemência ter recebido suborno.

SUPERFATURADO

O ex-diretor da Petrobras foi preso pela segunda vez em 10 de junho pela Operação Lava Jato da Polícia Federal, quando as autoridades brasileiras descobriram que ele tinha US$ 23 milhões em contas secretas na Suíça. As contas foram bloqueadas por suspeitas de que tenham recebido recursos de propina.

O engenheiro foi diretor de abastecimento da Petrobras entre 2004 e 2010, nos governos Lula e Dilma Rousseff. Ele foi responsável pela maior obra da Petrobras no país, a construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que deve custar mais de R$ 40 bilhões quando estiver pronta.

Segundo apuração da PF, os contratos para a obra da refinaria eram superfaturados, e o valor pago a mais era lavado pelo doleiro Alberto Youssef, apontado como parceiro de Costa nas operações.

Rubens Nóbrega

Imprensa em geral e colunistas em particular, incluindo este, deram inicialmente pouca atenção ou quase nenhum destaque a uma manifestação pública da mais alta relevância que foi a Carta de João Pessoa divulgada anteontem pela Associação Nacional dos Procuradores dos Estados (Anape) em conjunto com a Associação dos Procuradores do Estado da Paraíba (Aspas-PB). O documento sintetiza as conclusões e deliberações do 40º Congresso Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal, realizado de 9 a 12 na Estação Ciência desta Capital.

Entre as decisões das entidades e seus representados sobressai – jornalística e republicanamente – a de endurecer o jogo contra o atual Governo da Paraíba em todas as instâncias e esferas da Justiça, da Administração Pública e do Legislativo. Se necessário for, garantem, vão pedir formalmente à Assembleia abertura de processo para apurar crime de responsabilidade do governador, o que poderá resultar no impeachment da autoridade. Tudo porque nem governo nem governante respeitam as prerrogativas dos procuradores de Estado, muito menos cumprem as determinações judiciais que condenam esse desrespeito. Mesmo que tais determinações venham – como muitas já vieram – do Supremo Tribunal Federal (STF), do Tribunal de Contas da União (TCU) ou do Tribunal de Justiça do Estado.

Pelo visto, quem manda no Executivo Estadual está nem aí para o que decide a Justiça ou um órgão da importância do TCU. A peleja arrasta-se desde o início da atual gestão, que na prática terceirizou o controle da legalidade dos atos de governo, tarefa que institucional e legalmente compete com exclusividade aos procuradores de carreira. Para defender essas competências e atribuições, os procuradores vêm batendo na porta da Justiça e gritando no ouvido da sociedade sua irresignação desde janeiro de 2011.

Fato. Desde a posse do atual governo, a quase totalidade da missão dos procuradores foi entregue a servidores comissionados, profissionais contratados por critérios muitas vezes associados ao QI (quem indica) do compadrio político, a afinidades comerciais ou empresariais entre contratante e contratado ou mesmo aos afetos entre os dois polos dessa relação. Seleção ou concurso público sério e super concorrido, feito aquele a que se submeteram os atuais procuradores, nem pensar! E assim, sob a ordem e o regime vigentes no Estado, servidor de carreira, concursado, que não deve favor nem pede a bênção a seu ninguém, chega nem perto de processo administrativo que precise de análise ou parecer sobre licitações e contratos que o Estado celebra com a iniciativa privada ou até mesmo com outros entes públicos.

‘Intransigente, intolerante’
Assinada por Marcello Terto e Silva, Presidente da Anape, a Carta de João Pessoa informa que o Congresso da categoria encerrado há uma semana, com a participação de mais de 600 procuradores de todo o país, deliberou, por unanimidade, “denunciar a grave situação por que passa a Procuradoria Geral do Estado da Paraíba, notadamente em razão da postura intransigente, intolerante e extremamente antidemocrática do atual Governo em relação às demandas legítimas e de amplo amparo legal e constitucional”.

Chefia pertence à carreira
A Carta de João Pessoa ressalta também que o atual governo ignora solene e olimpicamente norma introduzida este ano na Constituição da Paraíba que reserva o cargo de Procurador-Geral do Estado aos procuradores de carreira. “É escandalosa a flagrante indiferença do governante que ignora a exigência do Procurador-Geral de carreira, conforme previsto na Emenda Constitucional n.º 35/2014, e as decisões proferidas em várias instâncias, desde o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, o Tribunal de Contas da União e o próprio Supremo Tribunal Federal (STF), neste último caso, reconhecida pelo Procurador-Geral da República nos autos da Reclamação 17.601/PB”, diz o manifesto.

Privilegiando comissionado
Fechando, a Carta assinala que em linhas gerais “o Governo da Paraíba privilegia o comissionamento de funções de Estado em prejuízo do concurso público, da profissionalização e da qualidade, continuidade e impessoalidade das competências advocatícias dos Procuradores do Estado da Paraíba”, e arremata: “Por esse motivo, por decisão unânime das delegações presentes ao XL Congresso Nacional dos Procuradores dos Estados e do DF, a Anape adotará também todas as medidas judiciais, administrativas e políticas, para tornar efetivas as decisões que garantem a exclusividade das atribuições constitucionais dos Procuradores do Estado, inclusive sob o viés do art. 85, VII, da Constituição Federal, c/c art. 74 e seguintes da Lei Federal nº 1.079/1950, que tipifica a responsabilidade do Chefe do Poder Executivo, quando age contra o cumprimento das leis e das decisões judiciais”.
Josias de Souza

Em campanha na cidade gaúcha de Caxias do Sul, nesta quinta-feira (18), Lula voltou a espinafrar Marina Silva e sua “nova política.” Para alvejar a ex-correligionária, hoje a principal rival de sua pupila Dilma Rousseff, Lula bateu até no senador Pedro Simon (PMDB-RS), com quem sempre manteve relações amistosas.

“Que história é essa de nova política?”, discursou o morubixaba petista. “É a nova política feita pelos velhos políticos? Aliás, tem uma aí que inovou tanto, tanto, que o Pedro Simon [84 anos] agora é candidato a senador com ela, defendendo ela. É uma nova política extraordinária!”. A plateia, 100% feita de companheiros, caiu no riso.

Minutos antes, Lula dissera: “É muito fácil as pessoas dizerem ‘nós queremos uma nova política', é muito fácil as pessoas dizerem ‘eu vou governar com os miór’. Aonde é que estão esses miór, que vocês não encontram? Aonde é que está essa nova política, fora da política? É como se a Igreja Católica tentasse se renovar fora da Igreja. É como se as coisas acontecessem fora das instituições.”

Lula tomou um jatinho até o Rio Grande do Sul para pedir votos em favor de Tarso Genro. Candidato à reeleição, Tarso continua em desvantagem no Datafolha em relação à rival Ana Amélia Lemos. Coisa de 37% a 27% no primeiro turno, anotou pesquisa divulgada nesta quinta. No segundo turno, Ana Amélia prevalece por 49% a 36%. Ao longo do discurso, alguma coisa subiu à cabeça de Lula.

Com seus 69 anos, o coronel do PT criticou o ficha-limpa Pedro Simon por disputar, aos 84, mais um mandato de senador. “É a nova política feita pelos velhos pelos velhos políticos?”. E “não há política fora das instituições.'' De fato, é justamente porque as instituições brasileiras funcionam adequadamente que a cúpula do PT encontra-se na penitenciária da Papuda.

A conversão de Marina em ameaça real à reeleição de Dilma é uma evidência de que Lula já não é aquele cabo-eleitoral de outrora. Mas no seu caso o pior da velhice é ainda conservar alguma capacidade de conquistar votos, de pedir aos eleitores que mantenham o petismo no poder, e não lembrar muito bem pra quê!

Na capa do jornal Lance!


A primeira página do jornal Correio Braziliense


Os destaques do jornal O Estado de São Paulo


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta sexta-feira

Folha: Sob Dilma, queda da desigualdade trava no país

Globo: Testemunha liga tesoureiro do PT a doleiro

Extra: PM admite rever processo par expulsão de oficiais...

ValorEconômico: Delator [Paulo Roberto Costa] confessa que recebeu propina na venda de Pasadena, diz TV

Estadão: Correios abrem 'exceção' para distribuir panfleto de Dilma

ZeroHora: No fim foi só um jogo

Estado de Minas: Ação quer dispensa de receita para antibiótico

CorreioBraziliense: Baixaria toma conta da campanha em Brasília

CorreiodaBahia: Os candidatos e o Polo Industrial de Camaçari

DiáriodoNordeste:  Desigualdade cai, mas salários ainda são baixos no Ceará

DiáriodePernambuco: A face negativa do aumento da renda

JornaldaParaíba: Desigualdade cai na PB, mas desemprego cresce

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Frassales diz tudo o que importa dizer sobre as mentiras contra Marina

Paixão política e baixaria

Francisco Frassales Cartaxo

A internet está cheia de baixarias, nascidas em variadas fontes. Preponderam, contudo, aquelas geradas na paixão dos que temem perder o poder em outubro, como aponta o cenário depois da trágica morte de Eduardo Campos. A perspectiva de passar o governo a outras mãos tem levado a liderança e a militância do PT a comportar-se de modo insano, sem respeito aos adversários, sem nenhum pudor, empurrado pelo medo do insucesso eleitoral passível de ocorrer. O temor da alternância democrática do poder tem levado muitos petistas a perder a compostura, fazendo-os agressivos e insanos. 

As redes sociais refletem esse cenário de desespero, tantas são as baixarias dirigidas a Marina. Termos chulos são usados desprovidos de sentido. Declarações inventadas ou distorcidas, ilações forçadas, casos irreais atribuídos àquela candidata transcendem os limites do bom senso. Agridem a inteligência. E provocam indignação até mesmo de lideranças e de simpatizantes do PT. Recuso-me a comentar essas aleivosias. Prefiro focar outro campo, muito embora represente igual desserviço à democracia, como o uso de táticas usadas no passado contra Lula e hoje aplicadas, sem pudor, a Marina. Pura histeria, por exemplo, associá-la a Jânio Quadros em contextos tão diversos!

E mais, faz-se terrorismo com o Bolsa Família, atribuindo a Marina o desejo de eliminar aquela grande conquista social da era Lula, aliás, iniciativa de Fernando Henrique, jamais reconhecida pelo PT. Jogo baixo. O Bolsa Família transformou-se de ação de governo em programa de Estado. Depois, comparam Marina a Collor de Mello, em alusão à previsível fragilidade da base parlamentar, “esquecidos” de que Lula subiu a rampa do Planalto em situação parecida! E adotou o “toma lá dá cá”, sob a alegação de que “eles também fizeram assim”... E seguiram copiando o PSDB na montagem do mensalão. Até o operador foi o mesmo, Marcos Valério, atualmente companheiro de prisão de cabeças coroadas do PT, PP, PTB. E ainda, ao citar Collor, os petistas trazem à cena o incômodo aliado de Dilma, candidato a senador em Alagoas contra Heloisa Helena. Quanta burrice!

Não é só militante anônimo a cair em tais insanidades

Humberto Costa, líder do PT no senado, ex-ministro de Lula, tratou Marina com deboche, ao chamá-la de “Fernando Henrique de saia”. Ora, queiramos ou não, FHC é responsável por domar a inflação, devolvendo estabilidade à moeda brasileira. Fato histórico, aliás, nunca reconhecido pelos petistas, mas sentido e aplaudido pela população. Outras figuras próximas ao PT, de larga audiência nos meios acadêmicos e midiáticos, acionam o alarme ideológico e anunciam a catástrofe: Marina governará com a “direita”... Vai entregar-se ao Banco Itaú, levado por Neca Setúbal, filha de Olavo Setúbal... Deus do Céu, como a paixão cega até mesmo mestres e doutores! E apaga a memória. Quem presidiu o Banco Central nos dois governos de Lula? O banqueiro Henrique Meireles. Quem era Meireles? Deputado do PSDB, que saíra da direção internacional do Banco de Boston, poderosa instituição financeira dos Estados Unidos. 


Por tudo isso, vale a pena ouvir quem conhece Marina de perto, o senador do PT do Acre, Jorge Viana: “A ideia de comparar Marina a Collor ou a Janio Quadros é desinteligente. Querer buscar nela desvio ético é também perda de tempo.” Um tiro nas baixarias que inundam as redes sociais pelos próprios companheiros de partido.

Ouvi falar...

Começou o sangramento

dilma e paulo
O que PRC escrevia?
Com a resistência de Paulo Roberto Costa a falar na CPMI da Petrobras, a oposição deu início aos bombardeios, sob a mudez de PRC.
O tucano Antonio Imbassahy lançou a primeira provocação: ergueu a clássica foto de Paulo Roberto escrevendo sobre as costas de Dilma Rousseff e mandou, argumentando em favor de que a sessão fosse fechada:
- Gostaria de saber o que foi que o Paulo Roberto Costa escreveu nas costas da presidente.
Por Lauro Jardim



Paulinho da Viola. Dança da solidão. Tem melhor? Tem nada!

Sábado tem de novo! Tem Gobira nas ruas de Cajazeiras.



A música de Gilberto Gil para Marina Silva




Em encontro com artistas, Marina foi surpreendida com uma uma apresentação improvisada do cantor e compositor Gilberto Gil. Ele compôs uma canção para a campanha de Marina. A peça será usada na propaganda televisiva. Carrega na letra uma mensagem que realça o respeito da evangélica Marina às pessoas que professam outros credos e aos incréus. Gil entoou música a capela.


Eis o que diz um trecho: “Marina, vou eu, votar na Marina, Marina / Marina, vou eu, sonhar que a Marina vai chegar / Vai chegar para tomar conta da gente, e a gente vai cantar / Com a bênção de Jesus Nazaré e o axé de Oxalá / Com a fé de todo povo, todo crente, a razão de todo ateu / Eu que sou eu, ele que é ela / Ela quer você e eu / Marina, vou eu, votar na Marina, Marina / Marina vou eu, sonhar que a Marina vai chegar / Vai chegar com sua pele morena, e o apelo popular…”

Classe média, Eike?! 'Então quem gosta de tu é Marilena Chauí'!


'Voltar à classe média é um baque gigantesco', afirma Eike Batista 

SAMANTHA LIMA
Folha.com

De sétimo homem mais rico do mundo, o empresário Eike Batista diz considerar "um baque gigantesco" ter voltado, dois anos depois, à mesma classe média em que nasceu.

Seu patrimônio, estimado em US$ 30 bilhões, em 2012, foi reduzido, segundo suas contas, a US$ 1 bilhão negativo.

Esse é o débito que ainda lhe sobraria caso vendesse todas as ações das empresas Ogpar, OSX, MMX (das quais ainda é controlador), além da Prumo (ex-LLX) e Eneva (ex-MPX), ambas vendidas, respectivamente, aos grupos EIG, dos Estados Unidos, e E.On, alemão.

"Nasci como um jovem de classe média e você voltar para isso...é um negócio para mim, sabe, é óbvio que é um baque gigantesco na família", disse.

Eike volta a falar depois de mais de um ano do silêncio em que mergulhou quando suas empresas começaram a ruir.


E escolheu o dia seguinte à determinação da Justiça de bloquear suas contas. O objetivo é quitar "danos difusos" causados pela suposta manipulação do mercado financeiro e negociação de ações com base em informação privilegiada, segundo denúncias que o Ministério Público Federal fez no Rio e em São Paulo nos últimos dias.

Segundo a investigação do MPF, e conforme antecipado pela Folha em novembro de 2013, desde 2012 o empresário tinha conhecimento das avaliações feitas por empresas externas e grupos de trabalho que apontavam a inviabilidade comercial dos reservatórios de petróleo.

Eike nega. Ele também se defendeu "As ações não eram minhas. Eram de credores e eram para pagar dívida com eles", diz.

Meu amigo Boyzinho convida. Sexta-feira de diversão em Cajazeiras.


Nesta sexta feira, dia 19/09 as 20:00h, música ao vivo com Judimar Dias tocando as mais diversas músicas MPB. 

Tá querendo se divertir não deixe de comparecer no Arena bar!!!!!!!

Tás vendo como não cola inventar mentiras contra Marina?

Petista é mais associada a bancos que rivais

Daniel Bramatti e José Roberto de Toledo

Empenhada em associar Marina Silva (PSB) aos bancos, a presidente Dilma Rousseff é vista pela maior parte do eleitorado (42%) como a principal representante dos interesses do setor financeiro na corrida eleitoral. Além de medir as intenções de voto e a avaliação de governo, o Ibope apresentou aos entrevistados uma lista de segmentos econômicos e sociais e perguntou qual dos candidatos representa melhor cada um deles.

No caso do setor financeiro, Marina ficou em terceiro lugar, com 20%, atrás de Aécio Neves (PSDB), com 25% - uma mostra de que a ofensiva de Dilma e de seu marqueteiro, João Santana, teve efeitos limitados, ao menos até o momento. A campanha de Dilma exibiu na TV um vídeo de 30 segundos no qual afirma que a proposta de Marina de dar autonomia ao Banco Central vai entregar aos banqueiros "um poder que é do presidente e do Congresso, eleitos pelo povo". Marina contra-atacou e acusou a presidente de ter criado o "bolsa banqueiro".

Na segmentação do eleitorado por classes sociais, Dilma é vista como a principal representante dos interesses dos pobres por 44% dos brasileiros. A seguir vem Marina (29%) e Aécio (11%).

A conversinha mole e mentirosa de sempre que não cola mais. Demonstrar que a Petrobrás foi invadida por ladrões serve aos interesses do Brasil e da empresa.

Lula requenta o truque de 2006
ELIO GASPARI
Folha de São Paulo

Nosso Guia quer confundir a Petrobras com a gestão do comissariado petista com que aparelhou a empresa

Lula fez uma involuntária defesa do voto útil, aquele que vai para qualquer lugar, desde que o PT vá embora. Foi para a frente do prédio da Petrobras e disse o seguinte:

"Já houve três pedidos de CPI só na Petrobras. Eu tenho a impressão de que essas pessoas pedem CPI para, depois, os empresários correrem atrás delas e achacarem esses empresários para ganhar dinheiro. (...) Se alguém roubou, esse alguém tem mais é que ser investigado, ser julgado. Se for culpado, tem que ir para a cadeia."


A Petrobras petista apareceu em várias CPIs. A primeira, de 2005, foi a do mensalão. Duas outras foram específicas e, com a ajuda do comissariado, deram em nada. Se Nosso Guia acha (e tem motivos para isso) que, incentivando-as, há "pessoas" achacando empresários que correm "atrás delas", não se conhece uma só fala de petista denunciando achacados ou achacadores. O relator da comissão que está funcionando é o petista Marco Maia.

O primeiro comissário apanhado em malfeitorias relacionadas com a Petrobras foi o secretário-geral do PT, Silvio Pereira. "Silvinho" fez um acordo com o Ministério Público e trocou o risco de uma condenação por 750 horas de trabalho comunitário. Ele ganhara um reles Land Rover de um fornecedor da Petrobras. Nem Lula nem o PT condenaram-no publicamente. Se o tivessem feito, teriam emitido um sinal. Afinal, dissera o seguinte: "Há cem Marcos Valério por trás do Marcos Valério". Ele está na cadeia. Salvo a bancada da Papuda, os demais estão soltos.


Em 2009, quando foi instalada a primeira CPI para tratar exclusivamente da Petrobras, o comissariado disse que a iniciativa tentava tisnar a imagem da empresa. Resultou que ela tisnou a imagem do instituto da CPI e os petrocomissários continuaram nos seus afazeres. Paulo Roberto Costa estava na diretoria da Petrobras desde 2004. Em oito anos, amealhou pelo menos US$ 23 milhões.

A CPI de hoje é abrilhantada também pelos petistas Humberto Costa, José Pimentel e Sibá Machado. Nenhum deles, nem Marco Maia, deve vestir a carapuça da fala de Lula, mas jamais apontaram um achacador. "Paulinho" foi preso em abril pela Polícia Federal e, em seu escritório, foram recolhidos abundantes provas de seus malfeitos. Ele prestou um depoimento à CPI em junho e o senador Humberto Costa considerou-o "satisfatório". "Paulinho" disse o seguinte: "A Petrobras não é uma empresa bandida nem tem bandidos em seus quadros". Tinha pelo menos um, hoje confesso: ele próprio.

Nessa comissão, como na anterior, a bancada governista não se deu conta do risco que corria. Descobriu-o há poucas semanas, quando "Paulinho" começou a colaborar com a Viúva. De saída, devolverá os US$ 23 milhões guardados em sua conta suíça, revelação ocorrida no dia seguinte ao seu depoimento. Nessa faxina não houve a colaboração do PT.


Durante a campanha eleitoral de 2006, o comissariado encurralou o tucanato, acusando-o de ter tentado privatizar a Petrobras. Era mentira, mas deu certo. Passados oito anos, Lula requentou o truque, mas há uma diferença: uma pessoa de boa-fé podia acreditar que os tucanos quisessem privatizar a Petrobras, mas fica-lhe difícil achar que falar em petrorroubalheiras possa prejudicar a empresa.

Quadro ruim

Lula e Dilma: agenda conjunta não aconteceu
Dilma: análise pessimista do Vox Populi
Numa reunião que teve na semana passada com Lula e Dilma Rousseff, Marcos Coimbra, dono do Vox Populi, instituto que faz as pesquisas para o PT,  fez uma análise pessimista do quadro eleitoral. Pessimista em relação ao PT e Dilma.
Por Lauro Jardim

Ou seja: acabou a molezinha...

Josias de Souza


Dono de um olfato que lhe rendeu 58 anos de exercício de mandatos eletivos, José Sarney fareja um 2014 áspero para seus aliados do PT. Começa a enxergar o mundo de ponta-cabeça. Acha que a entrada de Marina Silva na disputa sucessória provocou “um tsunami político”. Avalia que “em torno dela se criou uma frente robusta de combate ao PT e ao governo Dilma, abrindo uma possibilidade antes considerada impossível: derrotá-los.”

“Para fugir da ameaça de derrota, pensaram alguns líderes do PT até mesmo em fazer Lula candidato”, constata o morubixaba do PMDB. O calendário já não permite a troca de candidato. Talvez nem adiantasse, insinua Sarney: Lula “parece também ter sido atingido pelo maremoto e ter perdido a aura da invencibilidade, embora mantenha seu carisma e ainda seja a maior liderança política do país.”

As avaliações de Sarney constam de um artigo pendurado nesta quarta-feira (17) no seu site. Publicado originalmente no diário espanhol El País, há uma semana, o texto passara praticamente despercebido. Chama-se ‘O Brasil em um labirinto’. Ecoa em público um pessimismo que os aliados de Dilma só ousam sussurrar em privado.

Na definição de Sarney, os apoiadores que potencializam as chances eleitorais de Marina “são os mais ecléticos”. Na área política, ele inclui pedaços do próprio conglomerado governista. Menciona “alas descontentes do PT e o incalculável número de grupos dos partidos aliados queixosos do tratamento recebido da presidente Dilma e da direção do PT.”

“A sensação dos aliados”, anotou Sarney, é a de que Dilma e o PT “fizeram de tudo para massacrá-los nos Estados, criando confrontações e arestas, e que agora há oportunidade para reagir.” Com rara sinceridade, o coronel do PMDB incluiu seu próprio partido na banda dos revoltados.

“Muito dividido”, qualificou Sarney, o PMDB “só não vota contra Dilma por causa do vínculo de sua participação na chapa” encabeçada pela candidata do PT. “De simples adereço”, escreveu o senador, “Michel Temer passou a ser decisivo para a vitória.” Fora da política, juntaram-se ao redor de Marina, pelas contas de Sarney, quatro forças:

1. “Os indignados que há pouco mais de um ano provocaram um barulho imenso no país”. Alusão aos protestos que lotaram o asfalto em junho de 2013.

2. “Seus até recentemente frustrados seguidores” da Rede Sustentabilidade.

3. “As fortes correntes e igrejas evangélicas, que a têm como representante''.

4. “As classes conservadoras, descontentes com as políticas econômica, externa, energética, agrícola, portuária e fundiária.”

A primeira página do jornal Correio Braziliense


A primeira página do jornal Diário de Pernambuco


Os destaques do jornal Folha de São Paulo


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta quinta-feira

Folha: Dilma suspende programa de governo após impasse

Globo: Após Ibope, Dilma revê ataques a Marina

Extra: PM expulsa 9 praças do Caso Patrícia Acioli. Já os oficiais...

ValorEconômico: Eike tem 'fortuna negativa' de R$ 1 bilhão

Estadão: Ex-diretor se cala e CPI da Petrobrás vira palanque eleitoral

ZeroHora: Parcerias que não saem do discurso

Estado de Minas: [Paulo Roberto Costa - Petrobrás] O preço do silêncio

CorreioBraziliense: O silêncio nada inocente do delator

CorreiodaBahia: Ba-Vi esquenta

DiáriodoNordeste:  2 mil vagas de estágio abertas até o fim do ano

JornaldoComercio: Cresce ofensiva no Guia

JornaldaParaíba: STF proíbe ICMS duplo em compra pela internet