quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Na rede social, nosso Mendonça dos Correios questiona o 'golpe', se o PT se associa, nos municípios, aos 'golpistas'...



Acolho o entendimento do grande jurista Adriano Soares da Costa.


Existe, no Brasil, apenas um livro sobre o tema da inabilitação para função pública. Escrevi em 1998. Hoje, o seu texto está nas Instituições de direito eleitoral. INABILITAÇÃO É SANÇÃO ACESSÓRIA E AUTOMÁTICA AO IMPEACHMENT. Independe de pronunciamento na decisão. Efeito anexo que é, não pode ser afastado pelo julgador que aplicou a sanção principal.

Collor é um ótimo frasista, gostemos ou não dele

A conclusão do seu discurso, lembrando o seu processo de impeachment comandado também pelo PT e falando das tantas lacunas das acusações, saiu-se com uma frase lapidar: "Ontem eram inúmeras as simulações. Hoje, são inúmeras as dissimulações". De fato!
Futura presidente do STJ fará gestão para Congresso aprovar ‘filtro’ de recursos
Severino Motta 
Veja.com


Trabalho no Congreso

Uma das primeiras ações de Laurita Vaz à frente do STJ será a aproximação da corte ao Congresso Nacional.

Ela quer que o Parlamento aprove uma matéria que cria um filtro para recursos ao STJ, semelhante à repercussão geral exigida nos recursos para o STF.

A ideia é que a corte superior só julgue processos que tenham impacto relevante para a sociedade; e também, claro, reduzir o acúmulo de casos à espera de julgamento. Logo após a regulamentação da repercussão geral, o volume de recursos no STF caiu de 106.617 (2007) para 59.314 (2008).

Ô saudade da gota serena!

Telefone vermelho
O Antagonista

Lula e José Carlos Bumlai trocaram mais de mil telefonemas em cinco anos. Em julho de 2012, quando Bumlai obteve empréstimo de 101 milhões de reais no BNDES, eles se falaram 22 vezes.

Segundo a Veja, toda vez que circulavam notícias sobre denúncias envolvendo a morte do ex-prefeito Celso Daniel, a dupla intensificava os contatos. O MPF também identificou chamadas entre ambos em dias de prisões da Lava Jato.

O Senador Magno Malta e um momento histórico, na sessão do impeachment. Vejam o seu discurso certeiro.

Magno Malta

“Lula enganou o mundo”, diz The Wall Street Journal, o maior periódico do planeta

O diário norte-americano, que tem a maior tiragem mundial, crava em manchete que o ex-presidente engambelou a todos.
Implicante

The Wall Street Journal é o maior jornal do mundo, em circulação. Sua tiragem é de 2,378,827 de exemplares (para efeito comparativo, basta dizer que a segunda posição fica com o New York Times, com 1,865,318). Desse modo, é ainda mais emblemática a pancada que Lula recebeu da publicação.

Em artigo de ontem, afirmam que o petista teria passado uma conversa-mole no mundo inteiro. O título é um petardo: “How Brazil’s Lula Conned the World“. Em tradução mais simples, poderia ser: “Como Lula do Brasil enganou o mundo“. Ocorre que eles usam uma flexão de “con”, que tem a ver com o sentido de “confidência” e, desse modo, a referência é mais pesada. Ele teria “traído a confiança”, “ludibriado” mesmo.

O artigo é tardio, mas antes tarde do que nunca.

E aí desfiam aquele rosário que já conhecemos. Parecia uma coisa, era outra. A explosão econômica, prenunciada por matéria de capa da revista The Economist, era uma furada. E asseveram que este é um dos piores países do planeta para quem quiser começar um negócio.

Vale salientar que não se trata de uma matéria tratando genericamente da situação econômica, com explicações contextuais ou algo assim. Nada! É uma crítica DIRETA ao método político da enganação. É uma paulada, mesmo!

Tarde demais, não é mesmo? Ainda assim, antes tarde do que nunca.

Até que enfim o mundo passou a descobrir a verdade sobre o que realmente foram as gestões petistas, para além das lorotas divulgadas lá fora por articulistas ligados ao PT ou à esquerda.
Maioria dos senadores discursa a favor do impeachment; votação será às 11h

Dos 63 parlamentares que se pronunciaram nas 12 horas de sessão, 43 defenderam o afastamento definitivo da presidente afastada, enquanto 18 foram contrários

Ricardo Brito, Beatriz Bulla, Julia Lindner e Isabela Bonfim,
O Estado de S.Paulo

Dos 63 senadores que discursaram na sessão que começou no início da tarde desta terça-feira e encerrou às 2h36 da madrugada desta quarta-feira, 43 se declararam favoráveis ao impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff. Embora não tenha havido nos pronunciamentos um mínimo 54 apoios para condenar Dilma por crime de responsabilidade, proporcionalmente, houve manifestações entre os senadores para considerá-la culpada. 

O quorum para retirar Dilma do cargo – o maior de votações do Congresso – é de dois terços, ou 66,66% dos votos. Nos discursos, houve um aval ao afastamento definitivo de Dilma de 68,25% dos senadores.

A sessão de pronunciamentos durou 12 horas e encerrou com 43 manifestações favoráveis de senadores ao impedimento, 18 contrárias e dois não declararam explicitamente seus respectivos votos (veja quadro abaixo). Ao todo, 18 senadores não participaram da fase de pronunciamentos. Ao final da sessão, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, que comanda o processo de impeachment, declarou encerrada a sessão e afirmou que o julgamento será retomado nesta quarta-feira às 11 horas com a última etapa.

Votação. Nesta quarta-feira, no final da manhã, os 81 integrantes da Casa vão votar de forma final o impedimento da presidente e decidir se a petista merece ser condenada à cassação de seu mandato por crime de responsabilidade. Os 54 votos necessários para afastar Dilma já são dados como certos pelo governo do presidente em exercício, Michel Temer. O Placar do Impeachment, feito pelo Grupo Estado, mostra que 55 senadores já anunciaram que vão votar pelo afastamento. Se ela for condenada, Temer assume efetivamente o País até o final de 2018.

Na sessão que começou na terça-feira, os debates ficaram polarizados. Os parlamentares apoiadores de Dilma repetiram a tese de que há um golpe de Estado para destituir a petista. Já os críticos da presidente afastada disseram que ela não dialogou com o Parlamento, cometeu ilícitos e que o processo é legitimado pelo STF, já que o presidente da Corte é também presidente do trâmite no Senado.

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse em seu discurso que Dilma não assumiu em seu discurso ao Senado “seus erros” e culpou a oposição pela desestabilização do País no período de seu governo. “Quiséramos nós poder ter essa força, não para desestabilizar, mas para ajudar o governo a corrigir rumos. Não, não é a oposição que é responsável pelos delitos cometidos”, disse o tucano.

O líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE), um dos senadores mais próximos do governo Michel Temer a discursar, assumiu a mesma linha do tucano. “A presidente não veio ontem, aqui, diante desta Casa, fazer uma autocrítica. Apesar das mais de dez horas em que aqui esteve e permaneceu neste plenário, falou com o seu público apenas para completar e concluir a sua brilhante biografia. Não inovou, ao contrário, repetiu os argumentos que já vinham sendo usados. Portanto, sem surpresa tanto em relação à coragem da presidente, quanto em relação ao seu distanciamento permanente deste Parlamento”, disse o peemedebista.

Os aliados da petista saíram na defesa. O líder da oposição, Lindbergh Farias (PT-RJ), afirmou que a história vai reservar a Dilma “um lugar de honra”. “A senhora nunca vai precisar esconder o seu rosto, como esses que votam pelo impeachment. Viva Dilma Rousseff, viva a democracia”, disse.

Golpe. Primeiro a falar, o senador Gladson Cameli (PP-AC) anunciou o voto a fator da condenação da petista e reacendeu a discussão: “Não vejo como golpe lutar pelo cumprimento das leis e da constituição. (...) Golpe é mentir para ganhar as eleições”. O último a se pronunciar, o senador Romário (PSB-RJ), fez um curto discurso e também defendeu a saída definitiva de Dilma.

Aliados de Dilma reagiram e reforçaram o discurso da presidente afastada, de que ela está sendo julgada pelo “conjunto da obra”. “E não adianta ficarem irritados porque nós usamos a expressão “golpe”. “Não somos nós apenas, é o mundo inteiro, é a opinião pública mundial, são os grandes órgãos da imprensa do mundo”, disse o líder do PT, Humberto Costa (PE). O petista disse ainda que o Congresso “nunca engoliu Dilma”.

“Temos um golpe travestido de impedimento, cujo objetivo é tirar uma presidente democraticamente eleita e substituir o projeto que ela defende por uma política que já foi derrotada nas urnas quatro vezes seguidas. Quatro vezes seguidas”, disse Costa.

Tucanos como os senadores Cássio Cunha Lima (PB) e Aécio Neves defenderam que o processo de impeachment de Dilma tem respaldo popular, pois o “povo foi às ruas” contra a gestão petista. Cunha Lima argumentou que caso o impedimento não prosperasse no Congresso, Dilma seria cassada pela Justiça Eleitoral. “E é preciso dizer – e dizer desde logo – que, se não fosse o impeachment, a presidente Dilma cairia por decisão do Tribunal Superior Eleitoral. Ela seria cassada pela Justiça Eleitoral, dado o volume de provas que lá já se encontram, provando que a eleição dela foi maculada”, afirmou.

Diferente de segunda-feira, quando Dilma respondia perguntas dos congressistas, o plenário do Senado se manteve esvaziado durante os discursos de senadores. Muitos parlamentares permanecem em seus gabinetes ou no chamado ‘cafézinho’ da Casa e só entram no plenário próximo da hora de seu próprio pronunciamento. As galerias, que já foram ocupadas por uma claque de ex-ministros, pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo compositor Chico Buarque também ficaram esvaziadas.

Veja o posicionamento dos senadores que discursaram:

FAVORÁVEIS

Gladson Cameli (PP-AC)
Antônio Anastasia (PSDB-MG)
Ataídes Oliveira (PSDB-MG)
Lucia Vania (PSB-GO)
Lasier Martins (PDT-RS)
Ronaldo Caiado (DEM-GO) 
Alvaro Dias (PV-PR)
Antonio Valadares (PSB-SE)
Dario Berger (PMDB-SC)
José Medeiros (PSD-MT)
Cassio Cunha Lima (PSDB-PB)
Eduardo Amorim (PSC-SE)
Aecio Neves (PSDB-MG)
Magno Malta (PR-ES)
Valdir Raupp (PMDB-RO)
Ivo Cassol (PP-RO)
José Aníbal (PSDB-SP)
Garibaldi Alves (PMDB-RN)
Paulo Bauer (PSDB-SC)
Eunício Oliveira (PMDB-CE)
Cidinho Santos (PR-MT)
Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
Benedito de Lira (PP-AL)
Zezé Perrella (PTB-MG)
Wilder Morais (PP-GO)
Sérgio Petecão (PSD-AC)
Hélio José (PMDB-DF)
Rose de Freitas (PMDB-ES)
Ana Amélia (PP-RS)
Simone Tebet (PMDB-MS)
Waldemir Moka (PMDB-MS)
Pedro Chaves (PSC-MS)
Reguffe (sem partido-DF)
Fernando Bezerra (PSB-PE)
Cristovam Buarque (PPS-DF)
José Agripino (DEM-RN)
Dalírio Beber (PSDB-SC)
Tasso Jereissati (PSDB-CE)
Eduardo Lopes (PRB-RJ)
Davi Alcolumbre (DEM-AP)
José Maranhão (PMDB-PB)
Romário (PSB-RJ)

Na capa d'O Globo


Os destaques do jornal O Estado de São Paulo


As manchetes do jornal Folha de São Paulo


A capa do jornal O Povo


As manchetes de jornais brasileiros nesta quarta-feira

Folha: Senado já tem maioria para cassar Dilma; Temer já prepara posse

Globo:  NUNCA ANTES: em dia histórico, país deverá ter hoje impeachment e duas posses

Extra: Sem sucesso com indecisos, aliados de Dilma já jogam a toalha em esforço contra o impeachment

Estadão: Placar indica saída de Dilma

ValorEconômico: Dilma enfrenta hoje votação definitiva

ZeroHora: O desfecho no Senado

EstadodeMinas: Impeachment: à espera dos números finais

CorreioBraziliense:  Impeachment: um país à espera de um veredito

- CorreiodaBahia: Senado confirma hoje o fim do governo Dilma

- DiáriodePernambuco: O último capítulo do Impeachment

OPovo: Senado já tem votos para o Impeachment

CorreiodaParaíba: PM enfrenta o cangaço e vence

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Eita mulher valente da gota serena! Vejam o vídeo.


Conselho do Velho Juvenal: sabe aquela música que o faz lembrar da ex-namorada???? Pois é. Nunca cante ela perto da atual, ainda mais se a atual for brava desse jeito...

Novas imagens da nossa Festa da 6ª do Sete, no Cajazeiras Tênis Clube. É muito bom vermos tantos amigos em clima de alegria.

































De Patinho Quem Quem a Batman: candidatos adotam nomes folclóricos e bizarros para atrair eleitor
No Rio, 1.617 concorrem a 51 vagas na Câmara de Vereadores
RUBEN BERTA
O Globo
Na tentativa de chamar atenção do eleitor, candidatos adotam nomes folclóricos e bizarros 

Somente na cidade do Rio, são nada menos do que 1.617 candidatos divulgados até agora no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para concorrer este ano a uma das 51 vagas na Câmara de Vereadores. E o que isso significa? Que, entre eles, há um Batman, um Patinho Quem Quem, um MC Tabajara, o “famoso” Dalminho Filho do Dalmo e por aí vai. Com o início da campanha eleitoral, está mais uma vez aberta a temporada dos “figuraças”, que tentam um lugar ao sol na política.

Espero que Deus me ajude e eu consiga chamar a atenção. Essa minha candidatura não veio por acaso — garante Joaquim Corrêa Rodrigues, o Joaquim do Gás, Ovo, Queijo e Pão (PDT), de 63 anos.

Se Joaquim adotou os produtos que vendia no nome, Carlos Alberto Carvalho Gomes diz que a inspiração para ser o Patinho Quem Quem (PEN) das eleições veio de um apelido de criança, por causa do jeito que andava. Possivelmente o menor candidato do Rio, medindo apenas 1,14m, ele quer se eleger para defender os direitos de pessoas com deficiência.

— Se você gosta, quer seu bem, vem para o bem com o Patinho Quem Quem — diz ele, adiantando o refrão do seu jingle. Na luta para chamar a atenção, vale até acrescentar umas consoantes a mais no nome, no melhor estilo numerologia. Há pelo menos dois candidatos que adotaram essa tática: Elias de Freitas Almeida virou o Elias Ouzzadia (PSC); Maciel Moreira Matos é o Maciel Penttelho. E ele fez questão de se pronunciar na convenção do seu partido, o PDT:

Chegou para pentelhar! É com dois tês! Se for com um só, é pirata!

Já Carlos Alexandre Vilela dos Santos está identificado como Peruca (PSC), no site do TSE. Mas ele quer que o partido mude para “Piruca”:

O meu personagem é o “Homem-Piruca do Vasco”, é assim que as pessoas me chamam, por isso queria que mudassem — conta o folclórico torcedor, de 35 anos, que tem como principal plataforma “inserir pessoas de bem na política”.
A ex-paquita Cátia Paganote (PTB) disputará as eleições

O Patinho Quem Quem (PEN) das eleições, Carlos Alberto Carvalho Gomes, possivelmente o menor candidato do Rio, com apenas 1,14m de altura

O ex-participante do reality show "A Fazenda" Theo Becker (PRB) integra a lista de candidatos

Orlando Carlos da Costa Marques (PTB), mais conhecido como Xuxete Holliday, uma das organizadoras da Parada Gay de Sepetiba, também tentará uma vaga na Câmara de Vereadores do Rio
O funkeiro MC Tabajara (PHS), Felipe Pinto de Souza, de 29 anos, do "Piripaque do Chaves", quer trabalhar dentro das comunidades

O folclórico torcedor do Vasco "Homem-Piruca" (PSC) tem como principal plataforma "inserir pessoas de bem na política"

Possivelmente, aquele que terá o nome mais bem explicado nas urnas é Dalmo Carlos dos Santos Júnior. Ele é: Dalminho Filho do Dalmo (PRTB).

Um dos títulos que parecem ser mais usados é o de doutor: são 37 ao todo, superando os professores (35). Ainda há 13 tias e tios.

Em outros municípios do estado do Rio, também não faltam candidatos com nomes curiosos. Em Duque de Caxias, por exemplo, há o BBzão Filho do Odilon do Caixão e o Ademar Cem Terra.

Além dos que querem se tornar conhecidos, também tentarão a vaga de vereador alguns candidatos que já carregam uma certa fama. Há três MCs: Doca (PTdoB) — o da música “eu só quero é ser feliz”, com Cidinho — e Serginho (PRP) — o da “vai, lacraia, vai lacraia”— são os mais populares. Mas há também o MC Tabajara, Felipe Pinto de Souza, de 29 anos, do “Piripaque do Chaves” (“A novinha tá na onda, ela bebe até cair, no piripaque do Chaves. Ela senta, ela senta, ela senta, ela quica”).

De representantes musicais, ainda há o sambista Dudu Nobre e a cantora Sandra de Sá. Celebridades como o ex-participante de reality shows Theo Becker e a ex-paquita Cátia Paganote também tentam vaga na Câmara.

E, como a reportagem está chegando ao fim, não podemos esquecer do super-herói. Sim, este ano, haverá Batman nas urnas. É o protético Eron Morais de Melo que, quem diria, de um dos ícones das manifestações de junho de 2013, passou a fiel escudeiro do polêmico deputado Jair Bolsonaro e vai se candidatar pelo PSC.

Nunca fui um esquerdista. O que sempre quis foi a melhoria do país — afirma ele, lembrando que o personagem surgiu após ter visto uma charge com o prefeito Eduardo Paes de Coringa, na época das manifestações contra os aumentos nas tarifas de ônibus.