quinta-feira, 28 de julho de 2016

A mulher vai ter que alugar uma casa pra bater umazinha?! Veja o vídeo.

Passageira é flagrada fazendo carícias em motorista de ônibus; veja!
A Emdec iniciou a apuração do fato e acionou a cooperativa responsável recomendando a suspensão do motorista do ônibus
Noticiaisaominuto

Uma mulher foi flagrada fazendo carícias no motorista de um ônibus da linha 173, em Campinas (SP).

A ação incomodou os demais passageiros, que filmaram o ocorrido e publicaram nas redes sociais, mesmo sob ameaça do motorista. A mulher ignorou as reclamações até que percebeu a filmagem e retirou a mão do motorista.

Em nota, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) lamentou o ocorrido e diz que já iniciou a apuração com a cooperativa responsável pela linha.

O pior ficou para trás?
O Antagonista

De Claudemir Malaquias, chefe do Centro de Estudos Tributários da Receita, ao divulgar, há pouco, a pior arrecadação federal no primeiro semestre em sete anos:

"O pior ficou para trás? Ainda não sei. Temos que ver se as expectativas positivas são sustentáveis. Se as pesquisas demonstrarem, por exemplo, uma queda da confiança, nós não teremos uma reversão. Há necessidade de que o cenário atual (de aumento da confiança) perdure. A arrecadação vai se recuperar com a volta do investimento e do emprego", disse, segundo O Globo.

Se Dilma passou, o pior ficou para trás.
Gerson Camarotti
G1

Integrantes da cúpula do PT demonstraram profunda irritação com a entrevista concedida pela presidente Dilma Rousseff responsabilizando o partido pelo pagamento de caixa 2 ao marqueteiro João Santana em 2010.

Na entrevista à rádio Educadora, de Uberlândia, Dilma afirmou que após as eleições, a campanha não tinha mais responsabilidade sobre o pagamento de dívidas, mas sim o partido

"Não é a mim que você tem que perguntar isso", disse Dilma na entrevista.

Um integrante da executiva do PT lembrou que não é a primeira vez que Dilma lava as mãos quando o escândalo entra na órbita dela. 

Quando estourou o petrolão, os interlocutores mais próximos de Lula no partido ficaram contrariados com o fato de Dilma ter jogado a responsabilidade pelo escândalo da Petrobras na gestão anterior, da época do governo do ex-presidente.

Para petistas, Dilma só está pensando em tentar resgatar a biografia dela, sem qualquer compromisso com a defesa do PT.

"Enquanto isso, a tropa de choque do partido no Congresso e nas ruas é quem tenta salvar o mandato de Dilma no impeachment", desabafou ao Blog esse integrante da executiva.

A leitura via Caneta Desesquerdista: descrevendo o fato como ele é


Família unida...também unida!

Banco Imobiliário do clã Machado
O Antagonista

O Guardian descobriu que Expedito Machado, filho de Sérgio Machado, torrou 21 milhões de libras comprando propriedades imobiliárias na Inglaterra.

Entre 2014 e 2015, ele comprou um apartamento em Mayfair, um prédio comercial no centro financeiro de Londres, outro prédio comercial em Fleet Street e um terreno em Leeds.

Os imóveis estão em nome das seguintes empresas de fachada: GTD Properties Limited; CDP Properties Limited, que pertence a The Noronha Trust; PDB Properties Limited, que pertence a The Boldro Trust.

A filha posta fotos sensuais no Facebook. A mãe não gosta nada e a menor leva uma surra, que foi transmitida pela internet. Quem sabe faz ao vivo!

Mulher dá surra na filha que postou fotos sensuais durante transmissão ao vivo no Facebook
Fabrício Provenzano
Extra

Shanavia Miller deu uma surra na filha

Uma mãe americana está sendo investigada pela polícia depois de divulgar em uma rede social um vídeo no qual dá uma surra na filha ao vivo. A adolescente havia publicado fotos sensuais em seu perfil no Facebook, o que irritou a mãe, que resolveu puni-la. O caso aconteceu neste fim de semana, na Geórgia, nos Estados Unidos. As informações são do jornal "The New York Daily News".

De acordo com a publicação, Shanavia Miller invadiu o perfil da filha, Nia Green, de 16 anos, a partir do qual começou a transmissão em tempo real. "Essa página é minha agora. Agora, eu preciso que vocês façam isso ser viral. Por favor, compartilhem!", escreveu a mãe ao começar a agredir a menina.

Na sequência de cinco minutos, a mulher aparece dando socos no rosto e no corpo da filha. Ela também usa um pedaço de madeira para agredir a adolescente, que chega a se encolher contra uma parede enquanto apanha e ouve os gritos da mãe. O vídeo foi apagado pelo Facebook, mas as imagens foram publicadas no YouTube depois.

As imagens são fortes:


A gravação dividiu internautas. Enquanto alguns apoiaram a atitude da mãe, outros a criticaram severamente e, inclusive, pediram uma ação das autoridades. Segundo a polícia local, o caso está sendo investigado e a situação da família está sendo analisada por assistentes sociais. A adolescente passa bem e continua morando com a mãe, com quem diz se sentir segura.

No vídeo, mãe bate na filha, que tenta se defender Foto: Reprodução / YouTube

Após a polêmica, a mãe escreveu no Facebook: "Nada vai mudar. Ela ainda é o meu bebê. A lição foi aprendida agora. Eu amo minha filha". A adolescente também se pronunciou. Além de dizer que não deveria ter feito o que fez (postar fotos sensuais na rede social), ela acrescentou: "Da próxima vez, eu vou aprender a cuidar da minha vida".

Já vou ou já fui?


Grupo de Dilma ainda diverge sobre melhor momento para apresentar recurso ao STF 
Severino Motta 
Veja.com 


Calculando o momento

A equipe jurídica de Dilma Rousseff ainda diverge quando o assunto é o momento para a apresentação de um recurso ao STF sobre o impeachment da petista.

Em seu grupo, uma corrente quer que seja alegada a “falta de justa causa” para o impeachment ao Supremo, pedindo que a ação no Senado seja interrompida até que se analise juridicamente as bases do processo.

O problema é que, se antes da votação do Senado o Supremo não acatar tal recurso, o ambiente político para Dilma passará de muito ruim para o pior possível.

Por outro lado, há quem defenda um recurso ao STF somente após a votação final do impedimento no Senado.

Nesse caso, com Dilma já afastada, o recurso serviria para tentar limpar a biografia de Dilma, uma vez que nem mesmo os juristas da presidente afastada acreditam que o STF a colocaria de volta no poder após a votação final dos senadores.

As manchetes do jornal A Gazeta


No jornal Lance: Flusão e Fogão classificados


As manchetes do jornal Folha de São Paulo


A capa do jornal Correio Braziliense


As manchetes de jornais brasileiros nesta quinta-feira

Folha: Turquia amplia expurgo e fecha TVs, jornais e rádios

Globo:  Governo vai mudar atuais contratos de concessão

Extra: Operários entraram na Vila sem protocolo de segurança

Estadão: Meireles quer tirar poderes do Planejamento sobre gastos

ValorEconômico: Mercado de crédito dá sinais de recuperação

ZeroHora: Desemprego se estabiliza, mas novas vagas surgem só para faixa até 1,5 salário

EstadodeMinas: Críticas ao Rio, elogio a Minas

CorreioBraziliense: Sobrou para os aposentados [empréstimos consignados matam]

- CorreiodaBahia: Cursos técnicos: 63% já saem com emprego

- DiáriodePernambuco: Assaltantes usam sites de compras como armadilha

OPovo: Todos os açudes estão com qualidade da água comprometida

CorreiodaParaíba: Dono da Thiago é preso em operação

quarta-feira, 27 de julho de 2016

A notícia pela ótica da Caneta Desesquerdizadora... O fato como ele é!


Peraí...vou já chamar o meu pai...


"Ação de Paulo Bernardo é a mais cruel da Lava-Jato"
Merval Pereira
No GLOBONEWS

A questão envolvendo o ex-ministro Paulo Bernardo é um dos casos mais graves de todos os filhotes da Lava-Jato. Roubar de consignados, aumentar o custo para tirar propina dali é de uma crueldade espantosa. E o andamento rápido desse processo, o Custo Brasil, mostra que há na justiça outros setores que atuam e tomam as decisões necessárias.
TSE envia ao STF novos indícios de irregularidade na campanha de Dilma em 2014

Alvo da vez é empresa contratada para disparar mensagens para celulares que recebeu R$ 4,8 milhões pelo serviço mas não possui identificação na fachada e, aparentemente, funciona também como residência, aponta relatório

Gustavo Aguiar,
O Estado de S.Paulo

Dilma Rousseff

BRASÍLIA - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encontrou novos indícios de irregularidades nas contas de uma empresa que prestou serviço para a campanha de reeleição da presidente afastada Dilma Rousseff em 2014. O presidente da Corte, ministro Gilmar Mendes, enviou as informações para compor a ação que trata da prestação de contas da petista no Supremo Tribunal Federal (STF). 

Os novos detalhes envolvem a empresa DCO Informática, contratada para disparar mensagens para celulares via WhatsApp durante a campanha. A empresa tem sede na cidade mineira de Uberlândia e recebeu R$ 4,8 milhões pelo serviço, em quatro repasses feitos ao longo de uma semana em outubro de 2014.

"O estabelecimento não possui identificação na fachada, aparentemente também funciona como residência e não tivemos acesso ao interior do mesmo", aponta o relatório da Secretaria Municipal de Finanças de Uberlândia feito a pedido de Gilmar. Além disso, a empresa possui apenas um servidor, um notebook e três funcionários que trabalham sem carteira assinada

Um dos funcionários da DCO relatou que a campanha de Dilma contratou a empresa por R$ 0,06 a R$ 0,16 para cada disparo, e que o preço variava de acordo com o porte e solicitação. Ele também disse que a empresa desenvolveu o programa para fazer os disparos de mensagens e subcontratou a 2K Comunicações para fazer os relatórios das atividades. 

Em fevereiro, Gilmar já havia pedido que órgãos de controle fiscalizassem a DCO e outras seis empresas por suspeitas de irregularidades. Os indícios foram apontados pelo PSDB, que alegou possível ilegalidade na contratação e pagamento efetuado às empresas supostamente sem capacidade operacional para prestar os serviços à campanha petista. 

Inquérito. O TSE aprovou em 2014 as contas da campanha de Dilma, mas Gilmar, relator da prestação feita pela presidente afastada, determinou que as investigações sobre supostas irregularidades continuassem. Em outubro do ano passado, a Polícia Federal instaurou um inquérito sobre o assunto com base numa determinação do ministro. 

Gilmar utiliza informações reveladas pelas investigações da Operação Lava Jato para dizer que a campanha foi supostamente financiada com recursos da Petrobrás. Por ser uma empresa de capital misto (recursos públicos e privados) a petroleira é vedada de financiar campanhas eleitorais. 

O inquérito da PF, no entanto, aguarda uma decisão do STF para saber se o caso deve ser conduzido pela primeira instância ou pela própria Suprema Corte, já que envolve autoridade com foro privilegiado. O caso no Supremo está sob a relatoria do ministro Edson Fachin, para quem as novas informações sobre a DCO foram enviadas. 

A campanha de Dilma nega qualquer irregularidade."Todas as contribuições e despesas da campanha de 2014 foram apresentadas ao TSE, que após rigorosa sindicância, aprovou as contas por unanimidade", diz uma nota assinada por Edinho Silva, que foi tesoureiro da campanha de Dilma.
Precisaremos de anos de trabalho para corrigir os estragos de Dilma

Alexandre Schwartsman
Folha de São Paulo

A proposta de criação do teto para as despesas federais é a principal iniciativa do governo na área fiscal. É também a única iniciativa do governo na área fiscal, mas seria a principal mesmo se houvesse outras. A razão é simples: há mais de duas décadas os gastos do governo vêm crescendo a um ritmo de 6% ao ano acima da inflação.

Como o PIB não cresce (nem crescerá) à mesma taxa, a tendência é que a despesa ocupe um pedaço crescente do produto. Assim, em 1997 o gasto equivalia a 14% do PIB; já em 2016 deve atingir 20% do PIB. Se esse ritmo for mantido pelos próximos dez anos, adicionaremos algo como 3% do PIB ao dispêndio federal. Tem, portanto, razão o ministro da Fazenda ao afirmar que, "se não for aprovado o teto dos gastos de despesas (...), só resta aumentar imposto (sic)".

Há, claro, quem defenda essa alternativa, mas não parecem se dar conta das consequências. O Brasil já apresenta uma das maiores cargas tributárias entre países com renda média (é o 25º no ranking de carga tributária, mas apenas 68º em renda per capita ).

Além disso, ela é extraordinariamente complexa: segundo o Banco Mundial, uma empresa brasileira típica requer 2.600 homens-hora/ano dedicados à tarefa de pagar impostos, algo como duas vezes e meia mais do que na Bolívia (a segunda colocada), ou quase 15 vezes mais do que a média dos países da OCDE. Podemos até enveredar por essa via, mas à custa de maior ineficiência e crescimento ainda mais baixo.

O caminho passa, pois, pela contenção das despesas. Em tese, valendo a regra do teto, inverteríamos a dinâmica das últimas décadas: o gasto passaria a crescer menos do que o PIB, em algum momento levando ao ressurgimento dos superavit primários. Mais à frente esses chegariam ao valor necessário para conter a elevação persistente da dívida pública e o país retornaria a uma rota de sustentabilidade fiscal, condição necessária (ainda que não suficiente) para o crescimento mais forte.

Mesmo, porém, que o teto funcione a contento, resta ainda saber quanto tempo seria necessário para que esse cenário de sonho se tornasse realidade. Obviamente há muitas variáveis envolvidas nessa resposta, como o crescimento da economia nos próximos anos, a taxa real de juros e a resposta das receitas do governo ao ciclo econômico, assim como o sucesso das iniciativas de concessões e privatizações.

Contudo, por mais complexa que seja a interação dessas variáveis, é possível simular diversos cenários para termos uma noção de como se comportaria o endividamento do governo partindo de diferentes premissas acerca do crescimento, juros etc. A conclusão, seja das simulações que fiz, seja das realizadas por outros economistas (seguindo metodologias bastante similares), é que a estabilização da dívida demandaria, no mínimo, de 4 a 6 anos, avançando sobre pelo menos mais um mandato presidencial.

A essas dificuldades somam-se os problemas de fazer o teto funcionar sem a reforma da Previdência, que adiariam ainda mais o horizonte de controle da dívida, conforme explorado recentemente por Cassiana Fernandez e Cristiano Souza.

Tivemos a chance de tratar disso já em 2005, mas havia Dilma Rousseff no meio do caminho. Agora precisaremos de anos de trabalho para corrigir os estragos; se os corrigirmos...

Alexandre Schwartsman. Ex-diretor de Assuntos Internacionais do BC, é doutor em economia pela Universidade da Califórnia.

Jovem estudante de Medicina e demais interessados vejam e se sensibilizem com a sabedoria do mestre.


A arte de caminhar com a ajuda de Deus pelos caminhos espinhosos da medicina...

Esse 'caba' estacionou muito mal...Veja.


Né, não?

Reagindo à desinformação

O Ministério das Relações Exteriores parece mesmo empenhado em rebater a campanha de desinformação sustentada pelo PT
Editorial do Estadão

O Ministério das Relações Exteriores parece mesmo empenhado em rebater a campanha de desinformação sustentada pelo PT para difundir no exterior a ideia de que o processo de impeachment configura um “golpe” contra a presidente Dilma Rousseff. Ao menos três embaixadores do Brasil se manifestaram recentemente na defesa da legalidade do afastamento da petista, como resposta a críticas feitas nos países em que atuam, em geral baseadas em franca ignorância, quando não em má-fé, a respeito do funcionamento das instituições brasileiras.

Faz muito bem o governo em responder, de bate-pronto, às mentiras e distorções sustentadas por políticos e ativistas de outros países que se dispõem a plantar dúvidas sobre a lisura do processo contra Dilma e que, infelizmente, têm encontrado espaço para emplacar suas teses esdrúxulas na imprensa estrangeira.

No mais importante desses episódios até aqui, um grupo de 33 deputados democratas, correligionários do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, enviou ao secretário de Estado John Kerry uma carta em que expressa “inquietação” com os recentes acontecimentos no Brasil e pede que a Casa Branca “exija o respeito à democracia constitucional brasileira”.

O manifesto, endossado por sindicatos e organizações de direitos civis, afirma que o impeachment é “politicamente motivado”, é capitaneado por políticos interessados em “conter as investigações de casos de corrupção nos quais estão envolvidos” e se presta a “substituir uma administração progressista e representativa por uma formada apenas por homens brancos e que anunciou planos para impor uma agenda social de extrema direita”.

Não é a primeira vez que políticos de outros países se arvoram em paladinos da democracia no Brasil. Há pouco mais de 10 dias, 28 parlamentares franceses divulgaram um manifesto em que chamaram de “manobra parlamentar” o processo contra Dilma, colocando em dúvida a independência e a lisura do Congresso e do Judiciário brasileiros para lidar com o impeachment.
No caso dos Estados Unidos, o embuste foi prontamente rebatido pelo embaixador do Brasil em Washington, Luiz Alberto Figueiredo Machado. Em carta aos congressistas, o diplomata, que exerceu o cargo de chanceler no governo Dilma, informou que caracterizar o impeachment como ameaça às instituições democráticas é “completamente equivocado”. Figueiredo lembra o óbvio – que o processo está sendo conduzido “rigorosamente de acordo com o que manda a lei brasileira” e sob a “supervisão vigilante do Supremo Tribunal Federal”. Para o embaixador, como para qualquer pessoa sensata, é “inaceitável” que o processo contra Dilma seja qualificado de golpe. “Tais afirmações sem base revelam falta de conhecimento do sistema legal brasileiro”, escreveu Figueiredo. Ele encerra a carta dizendo que “o Brasil tem robustas instituições e um regime democrático consolidado”, razão pela qual “rejeita qualquer tentativa de desacreditar suas instituições ou de questionar a retidão com a qual um instrumento constitucional como o impeachment é aplicado”.

A atitude exemplar de Figueiredo não foi isolada. Dois outros diplomatas brasileiros, os embaixadores da Costa Rica, Fernando Magalhães Pimenta, e da Bósnia e Herzegovina, Manoel Gomes Pereira, se apressaram a esclarecer as autoridades e a imprensa daqueles países a respeito do impeachment, deixando claro que tudo está sendo feito conforme manda a Constituição. Segundo reportagem do jornal O Globo, a iniciativa baseou-se em instruções do Ministério das Relações Exteriores.


A reação imediata e firme da diplomacia brasileira é importante por pelo menos duas razões: a primeira é que é preciso deixar claro para o resto do mundo que o Brasil tem leis e as respeita; a segunda, como consequência da primeira, é que o País, ao conduzir com tranquilidade institucional um processo político tão traumático como o impedimento de seu presidente, mostra-se digno da confiança internacional.

Só acredito porque é Delfim Netto quem está dizendo...

Temer desperta esperança de recuperação da economia
Delfim Netto
Folha de São Paulo

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o presidente interino, Michel Temer

O presidente interino, Michel Temer (PMDB), quieta e modestamente, está conseguindo despertar a esperança dos brasileiros na superação dos graves problemas em que fomos metidos pela exacerbação, a partir de 2012, de uma política econômica voluntarista.

O modesto comportamento individual contrasta com o arrojo do projeto que apresentou à nação e cuja viabilidade depende da compreensão e paciência da sociedade e da sua capacidade de manter funcionando o "parlamentarismo de ocasião" que competentemente montou.

Como insistem os seus críticos, os "principistas" e os "ideológicos", trata-se de uma remota possibilidade. Mas o que oferecem como solução alternativa, se não o "austericídio" (apenas o irresponsável "cortar na carne") ou insistir na volta ao "caos" (com a promessa de que desta vez "será" diferente)?

Com todas as idas e vindas, os fatos mostram que a visão interna e externa do Brasil está mudando — e para melhor — numa velocidade nada desprezível: 

1) a queda do PIB e a queda do emprego estão diminuindo

2) a expectativa de retração de 2016 está menor e, para 2017, se generaliza a esperança de um crescimento positivo, o que é tudo que precisamos para dar maior probabilidade de sucesso para o projeto; 

3) a "confiança" interna teve uma inflexão positiva e a externa dá bom sinais (a queda do risco Brasil); 

4) a expectativa de inflação continua a reduzir-se (efeito da afirmação de que a "meta" é o objetivo para 2017); 

5) há uma evidente preocupação do Executivo interino de melhorar as condições para acelerar o investimento privado em concessões, acompanhada de mudança profunda na constituição e no poder das agências reguladoras que foram miseravelmente descuidadas; 

6) apesar do baixo crescimento do mundo, nosso saldo em conta corrente continua melhorando graças aos efeitos do ajuste cambial, que depende da expectativa sobre a taxa de juro real da economia. Ela está elevada porque o Banco Central, com razão, não está convencido do suporte fiscal necessário para iniciar a redução da Selic

7) a profissionalização da administração das empresas estatais e, talvez mais importante, 

8) a profunda mudança política produzida pela eleição do deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara Federal e o seu melhor entendimento com o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), o que deverá acelerar a aprovação do programa de ajuste fiscal.

Quanto mais cedo o Banco Central se sentir confortável, mais cedo reduzirá a taxa de juros, ajustará melhor a taxa de câmbio e facilitará a retomada do crescimento.
Adeus às ilusões

Confissão do casal Santana desautoriza a versão de que Dilma é ‘pessoalmente honesta’

JOSÉ NÊUMANNE*
Estadão

Dilma, quem diria, logo dará adeus às ilusões. Nas campanhas eleitorais em que se elegeu e reelegeu graças aos préstimos de João Santana, inventor de patranhas, foi vendida por ele como a “gerentona” mais habilitada a pôr o País nos eixos e guiar a classe operária ao paraíso. Acusada de ter cometido crimes funcionais, o que está para interromper seu mandato, responde pela irresponsabilidade de, por culpa da roubalheira do partido que a adotou, o PT, ter gerado a quebradeira e o desemprego generalizados que condenaram a Nação às piores crises ética, econômica e política da História. E ela ainda se agarra à imagem de ser “pessoalmente honesta”, que começa a desabar.

Por ironia da História, uma grave acusação foi feita por esse gênio da lorota de fancaria, cujo depoimento ao juiz Sergio Moro, da Operação Lava Jato, deu mais uma pista concreta de que, de fato, a campanha dela, que ele criou, produziu e dirigiu, foi financiada por dinheiro roubado, de propina de fornecedores da Petrobrás. A iminente homologação da delação premiada do mágico do marketing, de sua mulher, contadora e sócia, Mônica Moura, e de muitos executivos da empreiteira Odebrecht, entre os quais o presidente, Marcelo, prenuncia o fim do refrão com que Dilma enfrenta o impeachment: não levou vantagem financeira em nada nem tem conta em banco no exterior.

Para convencer policiais, procuradores e juiz, o marqueteiro, chamado de Patinhas na juventude pela fértil originalidade de letrista de música popular, na passagem de sucesso pelo jornalismo e na maturidade de publicitário milionário, decidiu abrir o bico como um “canário” da Máfia da Sicília em Chicago. E o faz de maneira cínica, idêntica à usada para inventar a torpe falsidade de um Brasil irreal de pleno emprego, redução da pobreza crônica e competente e honesta gestão dos recursos públicos. Tudo isso foi pago com o fruto do maior assalto desarmado aos cofres públicos da História, que levou à beira da falência a maior estatal do País.

Joãozinho Patinhas teve o desplante de confessar ao juiz que mentiu em depoimento anterior, após se entregar desembarcando do Caribe, “para não destruir a Presidência”, uma aparente expressão de lealdade. Mas que, na verdade, continha, de um lado, o compromisso com a força-tarefa de comprometê-la. E, de outro, a ameaça de que se dispunha a “cantar”, como um vil delator mafioso, que Dilma disse desprezar. “Eu, que ajudei de certa maneira a eleição dela, não seria a pessoa que iria destruir a Presidência, trazer um problema. Nessa época já iniciava o processo de impeachment, mas ainda não havia nada aberto, e sabia que isso poderia gerar um grave problema até para o próprio Brasil”, depôs.

A primeira versão de “Tucano” (nome da cidade baiana onde ele nasceu, adotado como codinome nas planilhas do banco de propinas da Odebrecht) não se sustentava nas próprias pernas: segundo a narrativa, o dinheiro depositado em suas contas teria sido ganho em campanhas no exterior e o pago pelo PT foi sempre legal.

A história atual, endossada por Mônica Moura, é mais lógica: em 21 de julho, o casal admitiu ter recebido no caixa 2 US$ 4,5 milhões para quitar uma dívida da campanha de Dilma em 2010. Naquela mesma quinta-feira, o engenheiro Zwi Skornicki, tido pela força-tarefa da Lava Jato como operador de propina do esquema da Petrobrás (dito petrolão), contou ao juiz Sergio Moro ter depositado, de 2013 a 2014, em conta do casal no exterior US$ 4,5 milhões para saldar parte de uma dívida que o PT lhe ficou devendo durante a campanha.

O valor coincide, mas não o recurso ao “caixa 2”, conversa mole de estelionatário confesso, que sempre doura a pílula, tentando desviar a acusação para alguma infração menor. Assim fazem quaisquer flagrados em crime mais grave. Deixo ao atento leitor a decisão sobre a quem dar fé: quem pagou ou quem recebeu a bolada?

Em matéria de cinismo, marqueteiro e “presidenta” se equivalem. O “Feira” dos registros da propina da Odebrecht se arvorou a dar lições de contabilidade fora da lei ao maior especialista em lavagem de dinheiro da Justiça brasileira. Ele disse que milhares, quiçá milhões, de políticos não prestam contas de campanhas corretamente à Justiça Eleitoral. Recorreu a metáforas dignas de sua imaginação: fariam uma fila de Brasília a Manaus, equivalente à Muralha da China, ficando aptos a ser fotografados por satélite. Seria mais persuasivo se delatasse pelo menos uma centena dentre os “98%” dos candidatos, que ele considera trapaceiros como ele.

Os exageros de João do milhão o qualificam como mestre da patroa em desfaçatez. Terá sido de sua lavra a explicação que Dilma deu para o fato de, como presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, ter autorizado a compra da refinaria de Pasadena à Astra Oil? Por que não ocorreu a ela, a conselho de sua protegida Graça Forster, exigir do ex-diretor internacional, Nestor Cerveró, relatório mais detalhado tecnicamente do que o que ela definiu como incompleto, antes de autorizar negócio lesivo ao patrimônio nacional?

Agora recorreu ao estilo de Lula, ao assegurar no Twitter: “Não autorizei pagamento de caixa 2 a ninguém. Se houve pagamento, não foi com meu conhecimento”. Esse argumento é fátuo. O professor José Eduardo Martins Cardozo devia ter-lhe ensinado que, no caso, ela será acusada de ter-se beneficiado do dinheiro ilegal na campanha. À Rádio França Internacional Dilma disse que, feito dois anos após o pleito, o repasse não a atinge, omitindo que a propina pagou dívida contraída para a própria eleição.

A confissão de Santana, Mônica e Skornicki revela que o mantra profano dos partidos acusados – o de terem recebido doações legais e aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – é mentiroso. Parte dessas doações se originou de propinas e as tidas como legais podem ter usado o TSE como lavanderia de dinheiro do furto.

* JOSÉ NÊUMANNE É JORNALISTA, POETA E ESCRITOR

É arrumação de Roosevelt Leitão...


Kit distribuído aos atletas pela Comissão organizadora dos Jogos Olímpicos " RIO 2016"

A primeira página do jornal A Tarde


No jornal Lance: Andrezinho é Vascão


Os destaques do jornal Zero Hora


Na capa do jornal Diário de Pernambuco


As manchetes de jornais brasileiros nesta quarta-feira

Folha: Fazenda cede, e repatriação deve se tornar mais flexível

Globo:  Bancos planejam quebrar monopólio da Caixa no FGTS

Extra: Jornal americano critica água da Baia da Guanabara: "Atletas vão nadar na merda"

Estadão: Brasileiro ver mais prejuízo que benefício, mas torce por Jogos

ValorEconômico: Polícia Federal indicia ex-ministro Paulo Bernardo por corrupção

ZeroHora: O fracasso do semiaberto

EstadodeMinas: Para destravar o PAC

CorreioBraziliense: Moradores terão que pagar de novo por lote no Jardim Botânico

- CorreiodaBahia: Guardiões dos Jogos

- JornaldoCommercio: Rio corre para reduzir a vergonha

DiáriodoNordeste: Partidos fecham acordos para disputa no interior

CorreiodaParaíba: País dá sinais de recuperação

terça-feira, 26 de julho de 2016

Traficantes filmam execução de cabeleireiro morto por ser informante da polícia – Veja o vídeo
Extra

Um cabeleireiro morador do bairro Santa Luzia, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio, foi executado na manhã da última sexta-feira por traficantes da localidade. Em um vídeo de quase seis minutos divulgado pelos próprios criminosos, através do aplicativo de mensagem WhatsApp, Maurício Cosme de Azevedo, de 52 anos, aparece amordaçado com as mãos amarradas dentro de um veículo. Depois de sofrer com o terror psicológico dos algozes, já nos segundos finais das imagens, o assassino descarrega por duas vezes uma pistola em direção à cabeça da vítima.



Segundo testemunhas, na noite da última quinta-feira, os traficantes invadiram a casa do cabeleireiro no mesmo local onde ficava o seu salão, na Rua Júlio Lima, e o levaram dentro de um Renault Clio prata roubado no dia anterior. Ele foi executado no bairro de Guaxindiba, bem próximo de onde morava. Nas imagens da execução gravadas durante o dia, é possível perceber que o homem que fez a filmagem conversa com outra pessoa. Logo depois do assassinato, uma voz aparece na gravação alertando para que o atirador recolhesse as cápsulas.

A Divisão de Homicídios de Niterói (DH) tem como principal linha de investigação a execução. De acordo com o delegado adjunto da especializada, Marcus Amim, testemunhas que já foram ouvidas relataram que o cabeleireiro era morador antigo do bairro e que tinha ficado chateado depois que os criminosos colocaram uma barricada em frente ao seu salão.

– Esses traficantes teriam decretado a setença de morte deste cabeleireiro por acharem que ele era informante da polícia. Nós já temos a identificação de alguns deles. Assim que a Justiça emitir o mandado de prisão nós iremos à caça – afirmou Amim.

No Dia dos Avós, a jurisprudência do STJ sobre pensão alimentícia (às vezes sobra para eles...)

Obrigação de pagar pensão não passa automaticamente dos pais para os avós, segundo STJ

No Dia dos Avós, Superior Tribunal de Justiça destaca 48 decisões que demonstram a interpretação dos ministros em relação ao Código Civil, que prevê a transferência de responsabilidade por morte ou insuficiência financeira
Fausto Macedo e Julia Affonso
Estadão

Vista do corredor dos gabinetes dos ministros do Superior Tribunal de Justiça. Crédito: Dida Sampaio/ESTADÃO

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) possui entendimento de que a obrigação dos avós de pagar pensão alimentícia é subsidiária, já que a responsabilidade dos pais é preponderante. No dia dos avós, 26 de julho, o STJ destaca 48 decisões sobre o assunto – os números dos processos não são divulgados em razão de segredo de Justiça.

As decisões demonstram a interpretação dos ministros em relação ao Código Civil, que prevê o pagamento da pensão por parte dos avós – conhecidos como Alimentos Avoengos ou Pensão Avoenga – em diversas situações.

A morte ou insuficiência financeira dos pais são duas das possibilidades mais frequentes para a transferência de responsabilidade da pensão para avós.

Em todos os casos, é preciso comprovar dois requisitos básicos: a necessidade da pensão alimentícia e a impossibilidade de pagamento por parte dos pais, que são os responsáveis imediatos.

Diversas decisões de tribunais estaduais foram contestadas junto ao STJ, tanto nos casos de transferir automaticamente a obrigação para os avós, quanto em casos em que a decisão negou o pedido para que os avós pagassem integralmente ou uma parte da pensão alimentícia.

Em uma das decisões, o ministro Luís Felipe Salomão destacou que a responsabilidade dos avós é sucessiva e complementar, quando demonstrada a insuficiência de recursos dos pais. Na prática, isso significa que os avós, e até mesmo os bisavós, caso vivos, podem ser réus em ação de pensão alimentar, dependendo das circunstâncias.

O STJ destaca que não pode reexaminar as provas do processo (Súmula 7). Portanto, a comprovação ou não de necessidade dos alimentos, em regra, não é discutida no âmbito do tribunal.

As decisões destacadas demonstram a tentativa de reverter sentenças com o argumento da desnecessidade de alimentos ou de complementação da pensão. É o caso de um recurso analisado pelo ministro aposentado Sidnei Beneti.

No exemplo, os avós buscavam a revisão de uma pensão alimentícia por entender que não seriam mais responsáveis pela obrigação. O julgamento do tribunal de origem foi no sentido de manter a obrigação, devido à necessidade dos alimentandos.

O ministro destacou a impossibilidade de o STJ de rever esse tipo de entendimento, com base nas provas do processo.

“A Corte Estadual entendeu pela manutenção da obrigação alimentar, com esteio nos elementos de prova constantes dos autos, enfatizando a observância do binômio necessidade/possibilidade. Nesse contexto, a alteração desse entendimento, tal como pretendida, demandaria, necessariamente, novo exame do acervo fático-probatório, o que é vedado pela Súmula 7 do STJ”, anotou Luís Felipe Salomão

Outro questionamento frequente nesse tipo de demanda é sobre as ações que buscam a pensão diretamente dos avós, seja por motivos financeiros, seja por aspectos pessoais. O entendimento do STJ é que este tipo de ‘atalho processual’ não é válido, tendo em vista o caráter da responsabilidade dos avós.

Em uma das ações em que o requerente não conseguiu comprovar a impossibilidade de o pai arcar com a despesa, o ministro João Otávio de Noronha resumiu o assunto:

“A responsabilidade dos avós de prestar alimentos é subsidiária e complementar à responsabilidade dos pais, só sendo exigível em caso de impossibilidade de cumprimento da prestação – ou de cumprimento insuficiente – pelos genitores”.

Ou seja, não é possível demandar diretamente os avós antes de buscar o cumprimento da obrigação por parte dos pais, bem como não é possível transferir automaticamente de pai para avô a obrigação do pagamento (casos de morte ou desaparecimento).

Além de comprovar a impossibilidade de pagamento por parte dos pais, o requerente precisa comprovar a sua insuficiência, algo que nem sempre é observado.

A complementaridade não é aplicada em casos de simples inadimplência do responsável direto (pai ou mãe). No caso, não é possível ajuizar ação solicitando o pagamento por parte dos avós. Antes disso, segundo os ministros, é preciso o esgotamento dos meios processuais disponíveis para obrigar o alimentante primário a cumprir sua obrigação.

A obrigação dos avós, apesar de ser de caráter subsidiário e complementar, tem efeitos jurídicos plenos quando exercida. Em caso de inadimplência da pensão, por exemplo, os avós também podem sofrer a pena de prisão civil.

Em um caso analisado pelo STJ, a avó inadimplente tinha 77 anos, e a prisão civil foi considerada legítima. Na decisão, os ministros possibilitaram o cumprimento da prisão civil em regime domiciliar, devido às condições de saúde e a idade da ré.

E eu pensando que era só calcinha da 'feira da sulanca'...Já que não tem o produto, cheira a embalagem...

Essa, não!
Mulheres ganham até R$ 400 por semana vendendo calcinhas usadas na 'web'
"Tem gente vendendo todo tipo de item pessoal e praticamente qualquer tipo de fluido corporal parece ter demanda", informou
Piperecia

Uma nova modalidade de negócio virou o ganha-pão de muitas jovens endividadas.

Segundo informações da Folha de S.Paulo, sites como PantyDeal.com ou SellPantiesForMoney.com permitem que mulheres desconhecidas vendam suas calcinhas usadas para aqueles que sentem prazer em cheirá-las.

De acordo com o jornal "The Independent", uma jovem de 21 anos, moradora de Hampshire, contou sobre o lucrativo negócio.

Ela disse que chega a ganhar 100 libras (cerca de R$ 428) vendendo apenas uma ou duas calcinhas por semana. Para as interessadas, basta se cadastrar no site e pagar uma taxa de 15 libras.

"Imediatamente, fui contatada por indivíduos que estavam interessados em meus produtos. Tem muitas opções além de calcinha. Tem gente vendendo todo tipo de item pessoal e praticamente qualquer tipo de fluido corporal parece ter demanda", informou.

Esse é um daqueles curiosos casos em que a vida imita a arte. Na série da Netflix, 'Orange is The New Black' (OITNB), a prisioneira Piper Chapman, personagem da protagonista Taylor Schilling, vira chefe na prisão depois de fazer das calcinhas usadas das detentas um grande negócio.

Em OITNB, as peças íntimas são vendidas para centenas de homens fora da prisão, em um dos enredos que garantiram o sucesso da série.

Cajazeiras Grande! É igual a grandes centros: "- Perdeu, Playboy!"

Moto é tomada por assalto na cidade de Cajazeiras
Ângelo Lima


Na noite desse domingo (24) por volta das 22:00 horas, um popular identificado como Fabiano Ferreira, de 31 anos, teve sua moto modelo Titan KS de placa MNT- 5516 de cor azul tomada por assalto por dois elementos que abordaram a vítima nos cruzamentos das Ruas Engenheiro Carlos Pires de Sá com Padre José Tomaz, quando o mesmo esperava o semáforo abrir.

Segundo relatos, dois homens em uma motocicleta possivelmente armados, se aproximaram da moto pertencente a vítima anunciaram o assalto. Fabiano não reagiu entregando a motocicleta ao meliante que logo em seguida fugiram levando a moto como também a carteira e o capacete da vítima. A polícia militar foi informada do caso realizou rondas por toda cidade, mas os meliantes bem como a moto não foram encontrados.

O caso foi denunciado na delegacia de Cajazeiras onde o crime será investigado.
“O Brasil é doutor em corrupção”, diz professor da UFPB 

Para o professor da UFPB Milton Marques Júnior, especialista no pensamento grego, o Brasil surpreende “porque nesse campo inventamos mais que os gregos” 

 Rafael Passos/ Correio Online 

O exercício político no Brasil hoje é um espetáculo onde o importante é dominar a cena, construindo um discurso, que, apesar de vazio, convença. Para o professor da UFPB Milton Marques júnior, especialista no pensamento grego, o Brasil surpreende “porque nesse campo inventamos mais que os gregos”. Nessa conversa com o Correio, Milton Júnior explica a concepção do que é política, democracia e Justiça para os gregos, onde elas foram desvirtuadas e o que é necessário fazer para mudar de rumo, que ele reduz a uma única palavra: educação. Mas educação não nos moldes do que está sendo feito, onde não há compromissos com as novas gerações. Ele defende escolas integrais estruturadas para promover uma revolução na formação dos alunos. 

- Dá para avaliar o momento político, especialmente, o brasileiro, a partir do legado que os gregos deixaram?

- Pode fazer. Não só pode fazer, porque nesse campo nós inventamos mais do que os gregos. Em se tratando de corrupção, inventamos muito mais. A corrupção é impossível de ser extinta. É como chuva, seca, neve, fenômenos da natureza que nunca serão extintos.

- Por quê?

- Porque é um fenômeno humano. Pode ser combatido duramente e, obviamente, minimizado. Na Grécia antiga havia corrupção. A Grécia inventou a democracia, exatamente, por conta de arbitrariedades de governantes, que se mantinham no poder por uma questão de hereditariedade, de nobreza. E um governo plenipotenciário faz o que bem entende porque não tem que prestar contas.É irresponsável e, inclusive, forja genealogias para dizer que é o tal.

-Dá para ilustrar essa afirmação?

- Por exemplo, um dos últimos tiranos gregos chamava-se Pisistratus, que forjou uma genealogia com um mito chamado Nestor de Pilos – herói mítico grego – que participou da guerra de Tróia como um dos mais velhos combatentes, mas na condição de mentor dos dois grandes generais Agamenon e Menelau. Como um dos filhos de Nestor de Pilos se chamava Pisistratus, o rei forjou a genealogia dizendo que descendia de Nestor de Pilos para poder se fazer um grande herói.

- Deixou um mau exemplo para a História...

- Mas ele fez algo bom: se achando um descendente de Nestor de Pilos ele mandou que um grupo de poetas passasse para o papel o que só existia na oralidade: a Ilíada e a Odisseia só para manter a narrativa de sua História. Então, a corrupção sempre existiu e sempre via existir.

- E em todas as civilizações?

- Na Grécia antiga, na Roma antiga. Por isso, na Grécia se instituiu a democracia no século V antes de Cristo. Mas a democracia não está infensa à corrupção e a limitações. Tanto é que quando se instituiu a democracia se viu que determinada pessoa que exercia a função pública estava sendo muito admirado pelo povo e muito seduzido por essa admiração.

- O que os gregos fizeram para combater, digamos, essa vaidade?

- Convocavam um assembleia de votação, na Ágora grega para decidir se aquela pessoa que estava com muita fama e caindo nas graças do povo não deveria ser exilada por algum tempo. Foi quando se instituiu o ostracismo: dez anos exilado exatamente para que perca essa lembrança de sedução do povo por ele e dele pelo povo.

- Algum outro exemplo da corrupção entre os gregos?

- Falam que Péricles, por exemplo, corrompeu e foi corrompido para a construção do Parthenon dando a preferência a Fídias para a construção desse templo que é um dos mais perfeitos do mundo antigo, que teria envolvido mais dinheiro público do que o necessário. Não só a corrupção, mais o aumento na verba, o sobre preço ou superfaturamento. 

- Por que no Brasil as próprias instituições que deveriam fiscalizar e controlar acabam se corrompendo?

- Todos devem ter acompanhado há uma semana que um dos conselheiros do Carf - Conselho Administrativo de Recursos Fiscais – foi preso pedindo propina. Um órgão, que deveria fiscalizar, cometendo corrupção. Cometendo o crime que deveria combater.

- Fica até complicado explicar...

- Por que isso acontece? Porque não temos perseverança no que fazemos: o brasileiro é campeão mundial de falta de perseverança, é imbatível nesse ponto. Começa algo com muita diligência e muito entusiasmo, isso dura uma semana e vai embora. Veja o combate à zika, que teve até autorização para entrarem nas casas atrás do mosquito transmissor, forças armadas e depois de uma semana... Para o Brasil, uma semana para fazer espuma, fumaça é o necessário, porque tudo é eleitoreiro, é politiqueiro.

- Diante desse quadro, fazer o quê? 

- É preciso consistência, um combate diário à corrupção. Mas também não podemos pensar que a corrupção vai acabar simplesmente por causa do combate diário. A corrupção acabará quando nós, simples mortais, anônimos, também não compactuarmos com ela. 

- No entanto, ela está presente na rotina...

- No dia a dia. Se renunciarmos à corrupção e passarmos a combatê-la individualmente, junto com as instituições, pode ser que dê certo. Porém, é preciso que haja não só leis para combatê-la, mas que essas leis sejam exeqüíveis, eficazes, porque lei sem punição não resolve absolutamente nada.

- Na verdade, falar é fácil, difícil é cada um fazer sua parte...

- A nossa questão é entendermos qual é a competência de cada um e qual é a obrigação de cada um. Nós estamos sempre procurando a Justiça fora da gente, quando a Justiça está dentro de cada um.

- O brasileiro acostumou-se a recorrer ao Estado para que ele arbitre sobre qualquer desavença...

- Exatamente, que o Estado faça algo que é da nossa competência. O Supremo Tribunal Federal teve que decidir um dia desses se o consumidor poderia levar comida de fora para dentro do cinema. Você não pode levar sua pipoca de casa, porque teria que comprar a do cinema? Foi parar no Supremo. Isso é ridículo, mas no Brasil tudo se judicializa e termina no Supremo, até roubo de galinha, quando o Supremo deveria decidir sobre coisas restritas à Constituição.

- Por que a política no Brasil ganhou dimensões completamente diferentes do que os gregos pensaram?

- Política na sua essência é uma coisa. O que se faz no mundo – com raríssimas exceções em países de alto desenvolvimento humano e político, como os escandinavos – inclusive no Brasil é politicagem. 

- O que era a política para os gregos? 

- O grande legado que os gregos nos deixaram foi a política e a reboque da política a democracia. O que é a política para os gregos? Os gregos instituíram a polis, que é a cidade, lugar onde se resolvem todas as questões importantes para o seu desenvolvimento e dos cidadãos. O cidadão é o polites , aquele que habita a polis. E a ação que esse cidadão desenvolve para o bem comum se chama política. É todo ato do cidadão em prol do bem comum. 

- O bem coletivo é mais importante? 

-Isso significa que ele abre mão de privilégios. Ele pode, inclusive, estar fazendo algo contra ele individualmente, mas que vai beneficiar a todos e como vai beneficiar a todos, aquele benefício vai voltar para ele em determinado momento. 

- E a democracia? 

- A democracia se reúne em torno dessa política porque vai ser o poder dado ao povo, que governava com as decisões, evidentemente, que havia o mandatário escolhido pelo povo, em eleição livre, que ia realizar as decisões. 

- Qual a comparação com hoje em dia? 

- Não se faz mais política no sentido de visar o bem comum e sim o bem pessoal. Não há nenhum partido no Brasil que pense no bem comum. A política tornou-se uma profissão para, não lhe dar um sustento digno, mas para alguém enricar e se perpetuar no poder fazendo falcatruas. E se perpetua gerações após gerações. O nepotismo é uma cadeia que não se quebrou no Brasil. A política passa a ser hereditária. 

- Interessante é que muita gente acredita que tudo é só uma questão de lei... 

- Não é só uma questão de lei. A lei tem que existir porque não há sociedade sem leis. A democracia lhe dá direitos, porém os deveres e os encargos que ela traz para sustentar os seus direitos são muito maiores. Para ter um direito básico há deveres 24 horas por dia. 

- É um problema de educação? 

- Por que não vamos para frente? Porque não há nenhum partido político que realmente faça e realize um projeto nacional de educação. Existe conversa fiada, mas não se faz educação falando de educação, com slogan. Se faz com oito horas por dia durante um mínimo de oito anos de escola pública obrigatória. Com professores bem pagos e sendo cobrados pelo que fazem, qualificados. Com bibliotecas e laboratórios e com garantia de alimentação digna e assistência médica aos alunos, além de recreação. 

- A escola com essas características não deixaria praticamente tempo livre para as crianças... 

- A escola integraria todos como um lugar agradável, de tal maneira que se ocupa a criança e o adolescente nesses oito anos que ele vai chegar em casa para dormir. Não vai chegar em casa com a mente vazia e nem será cooptado para fazer outras coisas. Então, a primeira coisa que nos falta é uma política séria para educação. 

- Falta conteúdo? 

- O importante hoje é o discurso. Antes, quando alguém se propunha a fazer as decisões vinham do povo. Então, era a reunião do povo na praça pública que decidia como é que a coisa ia ser feita. O comandante só poderia tomar decisões sem consultar o povo se fosse uma guerra iminente. Evidentemente que uma cidade-estado como Atenas, com 50 mil habitantes não era um País com 200 milhões de pessoas. Não dá para botar todo mundo na rua para discutir, embora haja planos e projetos que veem da população, mas ela não é ouvida. 

- A representatividade frustrou? 

- Frustrou, porque, na realidade, não temos representatividade, que é só aparente. Ela existiria se houvesse o voto distrital, onde o deputado é cobrado pela comunidade, pelo projeto que ele apresentou e pelo que prometeu à região. Aqui não existe isso. Absolutamente. O candidato faz uma campanha difusa e quando chega no Congresso acabou: ele não presta contas a ninguém. 

- O senhor vê alguma saída? 

- A convocação de uma Constituinte sem nenhum desses parlamentares que estão no Congresso atualmente. Botar gente nova que ainda não está comprometida, não está viciada nesse processo político. E evitar a reeleição indefinida, que é um grande mal, porque faz com que essa representatividade seja sempre nula e que o discurso, a encenação valham mais do que qualquer realização. 

- Que exemplo o senhor usaria? 

- Vou dar um bem prático. Os discursos são os seguintes: Lula construiu 50 escolas técnicas, quando foi presidente da República; Dilma expandiu a universidade. Construir é fácil, expandir em termos de espaço físico é muito fácil, há dinheiro e muito. Quero ver é equipar com bibliotecas, com laboratórios, contratar professores suficientes – porque na cabeça do político, professor não faz nada, só dá aula. Embora esse professor possa dar conta de 50 assuntos diferentes cuidando de 60 pessoas numa sala de aula. O que interessa é a estatística e não a essência, o conteúdo. 

- É só jogo de cena? 

- Estamos vivendo o momento da “espetacularização”, em que o discurso vale mais do que qualquer raciocínio. Até porque raciocinar é difícil, muito custoso. Se as pessoas raciocinassem não votariam em nenhum desses políticos que estão aí. Mas uns votam porque não raciocinam outros porque precisam , outros por laços de amizade. 

- A Justiça não tem culpa pela lentidão para tomar decisões, pela execução das penas, enfim pela impunidade? 

- O livro mais importantes do Ocidente – deixemos a Bíblia de lado - é A República de Platão. É um longo diálogo para explicar o que é Justiça, que é fazer o bem comum. É tão importante, que é melhor você sofrer uma injustiça do que praticá-la. É tão importante que ela nunca está fora de mim. Então, tenho que descobrir a Justiça dentro de mim, praticando-a todos os dias para que possa descobri-la fora de mim. Outra coisa que Platão disse e ninguém aprendeu: nós somos responsáveis pelos nossos próprios atos. Nós costumamos culpar os outros ou transferir a responsabilidade. 

- Talvez seja o mais genuíno de nossa essência? 

- Exatamente: nossos atos. Se nos responsabilizáramos por eles, iremos para frente. Isso significa saber escolher e, sobretudo, reivindicar.


Traficante com sensibilidade social é outra coisa...

Polícia apreende pacotes de cocaína carimbados com o rótulo Rio-2016

Na embalagem consta a informação: 'Use longe de crianças'
O Estado de S.Paulo

A polícia do Rio de Janeiro apreendeu, nesta segunda-feira, pacotes de cocaína carimbados com o rótulo Rio-2016 e os desenhos dos anéis olímpicos. Na embalagem, contém uma informação que diz: "Use longe das crianças". A operação aconteceu no bairro da Lapa, região bastante boêmia da cidade, faltando apenas 10 dias para o início da Olimpíada.

Polícia encontra pacotes de cocaína com o rótulo Rio-2016

Essa não foi a primeira operação feita em território olímpico nos últimos dias. No período de um mês, 40 pessoas já foram acusadas da venda de produtos piratas que usam a marca olímpica. As fiscalizações são conduzidas pela Delegacia de Repressão ao Crimes contra a Propriedade Imaterial, que esteve em Copacabana nesta segunda-feira.

Ao todo, foram apreendidos 93 papelotes de cocaína, 28 papelotes de crack e 13 munições de calibre 40, que possui uso restrito.