sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Por enquanto está assim...

Marina empata com Dilma na corrida presidencial, diz Datafolha

RICARDO MENDONÇA
Folha.com

Pesquisa Datafolha finalizada nesta sexta (29) mostra a presidente Dilma Rousseff (PT) e a ex-ministra Marina Silva (PSB) numericamente empatadas na simulação de primeiro turno da eleição presidencial. Cada uma tem 34% das intenções de voto.

No teste de segundo turno, Marina seria eleita presidente da República com dez pontos de vantagem em relação à rival: 50% a 40%.

Os dados mostram fortalecimento da candidatura Marina. Em relação ao levantamento anterior do Datafolha, ela apresenta melhor desempenho nas simulações de primeiro e de segundo turno –a pesquisa antecedente foi feita imediatamente após a morte de Eduardo Campos, o candidato que encabeçava a chapa do PSB.

No intervalo de duas semanas entre os dois levantamentos, Marina cresceu 13 pontos no teste de primeiro turno. Dilma oscilou 2 para baixo.

No embate final contra a petista, onde antes havia empate técnico no limite máximo da margem de erro, Marina foi de 47% para 50%, enquanto Dilma recuou de 43% para 40%.

O candidato do PSDB, Aécio Neves, caiu de 20% para 15% na simulação de primeiro turno. Num confronto final contra Dilma, ele perderia por 48% a 40%.

Nosso abraço de parabéns a Rejane Freitas. Nós, o mundo e família de Seu Raimundo...Todos gostamos dela.


Dodô Mangueira em momento de alegria e gaiatice. Imperdível. Por estas e outras temos de nos alimentar, em Cajazeiras, da matéria de que vivemos.

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"Acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é". É preferível a 'incerteza de uma aventura' ou a certeza de uma desventura?


Josias de Souza

O comitê eleitoral de Dilma Rousseff decidiu combater Marina Silva com uma arma semelhante à que foi utilizada contra Lula no passado: o terrorismo político. Contra Lula, o terror era ideológico. Contra Marina, é social.

Na sucessão de 1989, o empresário Mário Amato, então presidente da Fiesp, disse que 800 mil industriais deixariam o país se Lula chegasse à Presidência. Levariam com eles suas indústrias e os empregos.

Hoje, a equipe de campanha de Dilma sustenta que, eleita, Marina instalará no Planalto a “incerteza de uma aventura”. Pior: passará na lâmina programas sociais como o Mais Médicos.


Para instilar o medo no eleitor, o comitê de Dilma valeu-se de uma edição do debate presidencial promovido pela Band, na terça-feira. Pinçou um trecho no qual Marina debate com Dilma e declara que o Mais Médicos não resolve as mazelas da saúde, é um “paliativo”.

Apegando-se ao vocábulo “paliativo”, o marketing da campanha petista, comandado por João Santana, pôs-se a insinuar que Marina interromperia o Mais Médicos se fosse eleita. Na internet, Marina é mencionada explicitamente, em vídeo e texto.

Na propaganda veiculada no rádio, a alusão a Marina é indireta. Ouve-se na peça uma resposta de Dilma à tese da rival segundo a qual um presidente tem de ser mais do que mero gerente.

Dilma diz: “Um presidente da República, principalmente se ele lida, como deve lidar, com todos os problemas do país, ele não lidará só discursando. Ele terá de tomar posições, ele terá de fazer gestão, ele tem de agir…”

Na sequência, sem citar Marina, um locutor investe contra ela: “…Já pensou, rapaz, se entra outro aí e pára um programa importante como o Mais Médicos. Quem é que vai atender a população nos postos de saúde nas periferias da grandes cidades e nas regiões mais distantes?”

Uma voz feminina emenda: “…Ninguém quer a incerteza de uma aventura nem a volta ao passado. Hoje o povo está tendo a tenção que sempre sonhou.” A “aventura” é munição contra Marina. A “volta ao passado”, contra Aécio Neves.


Curiosamente, a perspectiva de vitória de Marina Silva parece entusiasmar o mercado financeiro. Desde a morte de Eduardo Campos, há duas semanas, o principal índice da Bolsa, o Ibovespa, subiu 7,99%. Os papeis da Petrobras valorizaram-se em 16,12%.

O rótulo de esquerdista radical custou a Lula três derrotas. Para prevalecer em 2002, o morubixaba petista teve aparar a barba, vestir Armani e beijar a cruz. Numa carta aos brasileiros, renegou tudo o que sempre defendera.

Autoconvertido numa espécie de neo-Amato, o PT tenta grudar na testa de Marina, sua ex-filiada, a pecha de “aventureira”. Ainda não colou. Mas serviu para demonstrar do que o petismo é capaz quando está com medo.

E alguns querem mensaleiros corruptos como heróis...Grande é esse menino! Herói deve o exemplo do bem, da ética, do caráter. Viva Guilherme!

Um menino de caráter
Juca Kfouri
Uol


Guilherme Murray tem 12 anos e está disputando o Campeonato Panamericano de Esgrima pelo Brasil, em Aruba, no Caribe, numa categoria, espada, dois anos acima de sua idade.

Hoje ele foi eliminado nas oitavas de final. Perdeu de 10 a 9.

Mas só porque quis. Ele ganharia o jogo. O árbitro deu o toque em favor dele.

O Guiga foi ao árbitro e disse que havia um engano, que ele não havia tocado o adversário.

O árbitro tirou-lhe o ponto.

O menino deixou as pessoas impressionadas com seu espírito olímpico.

Um garoto, no meio dos grandes, que poderia estar entre os oito melhores da América, vai ao árbitro, comunica o erro e é eliminado da prova por sua atitude, ao recusar um ponto que não era dele.

Também fruto dos ensinamentos de ética no esporte que os Mestres Régis Trois, Ricardo Ferazzi e Carla Evangelisti professam na sala de esgrima do Club Athletico Paulistano.

Antes de formarem atletas, se preocupam em formar pessoas de caráter.

Hoje Guilherme Murray, campeão brasileiro, sul-americano, e de tantos outros torneios nacionais e internacionais, saiu de Aruba mais campeão do que nunca.

A capa do nosso jornal Gazeta do Alto Piranhas


Mitos do PT

Armínio Fraga
Folha de São Paulo

Populismo e mentira são inimigos da democracia. É preciso melhorar a qualidade do debate público, que deve ser baseado em fatos e dados

Não é de hoje que o PT adota uma retórica agressiva e populista para marcar suas posições. Em tempos de campanha, esta prática se radicaliza, adquirindo tons cada vez mais berrantes, e chegando frequentemente a se desentender com os fatos. Abaixo alguns exemplos.

O primeiro mito, mencionado em entrevista na televisão pela própria presidente Dilma, é que a culpa do baixo crescimento é da economia internacional. Não é verdade. Nos governos FHC e Lula, o Brasil cresceu a taxas médias muito próximas das da América Latina. Para os anos Dilma, o crescimento projetado está 2% ao ano inferior ao da região, o que demonstra que não foi problema externo, foi interno mesmo.

O segundo diz que "basta estimular a demanda e o resto se resolve". Não tem sido bem assim. Falta investimento, vítima de preconceitos ideológicos e má gestão. A produção e a importação de bens de capital afundaram nos últimos meses. A infraestrutura virou uma barreira ao crescimento. O investimento está flutuando em torno de 18% do PIB há anos, valor insuficiente para acelerar o ritmo de crescimento. É preciso elevar esse porcentual a 24% até 2018, que é a nossa meta.

O terceiro é que os problemas da indústria serão resolvidos com medidas pontuais. Na verdade, a indústria nunca esteve tão mal. As taxas de juros estão para cima e o câmbio para baixo. O complexo sistema tributário é custoso e cumulativo, prejudicando as exportações e o investimento. A logística não está à altura das necessidades do país.

O quarto é o "querem fazer um arrocho", em resposta à posição honesta de que (para voltar a crescer) o país necessita corrigir muitas de suas políticas. A verdade é que a economia está devagar quase parando, amarrada por uma enorme e crescente incerteza sobre seu futuro. As perspectivas para o ano que vem são sombrias, como mostram todos os indicadores de confiança disponíveis. O arrocho, com dispensas e suspensões de contrato de trabalho, já chegou, vamos cair na real.

O quinto é o estridente "vão fazer um tarifaço". Aqui cabe perguntar, antes de mais nada, que situação é essa e como chegamos nela. Falo do irresponsável represamento dos preços de combustíveis e de energia, e da taxa de câmbio. No campo dos combustíveis, sofre a Petrobras asfixiada em seu fluxo de caixa, sofre o setor de etanol, onde as falências crescem, e sofre o meio ambiente, com o absurdo subsídio implícito a combustíveis fósseis. No setor elétrico, um movimento voluntarista de redução de tarifas saiu pela culatra, e vem gerando uma dívida bilionária com as distribuidoras de energia. Por último, a repressão da taxa de câmbio desestimula as exportações e pressiona ainda mais o deficit em conta corrente, hoje em 3,5% do PIB.

Em sexto lugar, há a acusação de que "o governo FHC sempre cortou o gasto social". Acusação falsa, como demonstra Samuel Pessôa em artigo recente nesta Folha. Medido como a soma de INSS, Lei Orgânica da Assistência Social, abono salarial, seguro-desemprego e bolsas, o gasto social cresceu cerca de 1,5 ponto do PIB em cada um dos governos Itamar/Collor, FHC, Lula e Dilma (esta em cerca de 1 ponto até agora). Na verdade, o governo FHC representou uma guinada no foco do gasto público na direção da educação e da saúde, ponto nunca reconhecido pelo PT.

Finalmente, o governo diz que "quebraram o país e nós pagamos o FMI". Em 2002, o Brasil quase quebrou, sim, em função do medo do que faria o PT no poder (e que Lula resolveu, para seu eterno mérito). No segundo semestre de 2002 o governo FHC (com anuência da oposição) tomou um empréstimo com o FMI de US$ 30 bilhões. Cerca de 80% do empréstimo foram reservados para o próximo governo, sendo 20% desembolsados (e não gastos) em dezembro de 2002 e o restante já durante o governo Lula. Portanto os recursos ficaram, na prática, à disposição do governo Lula.

O populismo e a mentira são inimigos da democracia e da boa política. Temos que melhorar a qualidade do debate público, que deve ser baseado em fatos e dados.
MERVAL PEREIRA
O Globo

A entrada em cena da candidata Marina Silva com ares de favorita tornou a campanha eleitoral mais aberta e franca por parte dela e do candidato do PSDB Aécio Neves. É natural, os dois disputam o mesmo espaço, isto é, a possibilidade de derrotar a presidente Dilma no segundo turno. O próprio Eduardo Campos achava que quem fosse ao segundo turno contra a presidente venceria as eleições, diante do clamor da sociedade por mudanças.

Chegou até mesmo a imaginar um segundo turno entre PSB e PSDB, candidatos de perfis semelhantes que chegaram a vislumbrar uma parceria. Cenário que ficou impossível com a chegada em cena de Marina Silva, uma oposicionista de outro calibre, que exasperou a disputa.

Aécio foi o mais atingido pelo surgimento de uma candidatura nova na área da oposição, pois está tendo que mudar o ritmo de sua campanha em plena corrida. Com Campos na disputa, teria tempo para apresentar-se ao eleitor, pois o adversário também teria que se apresentar.

Agora, ao mesmo tempo em que se torna mais conhecido, vai subindo o tom para entrar na disputa com uma candidata que foi poupada em toda a primeira parte da campanha e chegou a ela já com índices vigorosos.


A presidente Dilma não pode fazer mais do que tentar convencer o eleitorado de que o país não está tão ruim quanto seus adversários dizem. O problema dela, e por isso tem tido um sucesso relativo, é que os eleitores-espectadores sabem o dia a dia que vivem, e não é um filmete publicitário que vai mudar suas opiniões.

Uma bela sacada de Aécio foi dizer que o sonho de todo brasileiro é viver no mundo virtual da propaganda de Dilma, que é muito melhor do que o mundo real. Tanto é assim que a avaliação de seu governo melhora na margem e não se reflete no número final da votação, que está em queda.

Marina, por sua vez, já entrou no debate da TV Bandeirantes muito mais assertiva do que sempre foi, para enfrentar as tentativas de desqualificação a que será submetida nesses pouco mais de 30 dias de campanha. Terá que esclarecer posições, assumir compromissos e mostrar-se agregadora, que não é exatamente seu perfil de ação pública até agora.

A seu favor, poderá dizer que teve de enfrentar interesses encastelados tanto no governo petista quanto nos partidos em que já esteve, e por isso teve atritos.

Aécio está acelerando a apresentação de seu projeto e a explicitação de seus programas, para ganhar crédito como o candidato da mudança segura, como está se apresentando. Desse ponto de vista, anunciar formalmente que o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga será o comandante de sua equipe econômica, ou que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é e será seu grande conselheiro, é uma maneira de marcar posição na disputa contra Marina, que classifica como uma “amadora”.

O que atrapalha sua campanha é a ineficiência até agora dos acordos regionais que montou, seu grande trunfo como articulador político. Para quem pretendia sair de São Paulo e Minas com cerca de 5 milhões de votos na frente da presidente Dilma, os resultados até agora são decepcionantes, muito pelo surgimento da opção Marina Silva.

Em São Paulo, Marina está à frente, e Dilma em segundo lugar, mesmo com PT levando uma surra para governador e senador, o que sugere que a máquina tucana não se move a favor de Aécio. Uma vingança silenciosa pelas campanhas anteriores em Minas não é de se descartar. 

Em Minas, seu território político, o candidato do PT está à frente na disputa para governador e Aécio aparece quase empatado com Dilma na preferência do eleitorado para presidente. Marina reafirma a boa votação que teve em 2010 no Estado, com cerca de 20% das preferências.

No nordeste, onde pretendia reduzir a diferença a favor de Dilma, o candidato do PSDB não está tendo sucesso até mesmo nos Estados onde as dissidências da base aliada teoricamente estariam a seu lado. Na Bahia, Dilma está bem à frente, seguida por Marina. Em Pernambuco, Marina Silva absorveu a força política de Eduardo Campos e está liderando a disputa, seguida da presidente Dilma.

No Distrito Federal, aonde Aécio chegou a liderar, Marina tomou a frente. No Rio de Janeiro, primeiro grande estado em que a dissidência do PMDB surgiu em seu apoio, Dilma lidera com folga, seguida de Marina, relegando-o a um terceiro lugar.

Os dias de setembro dirão se esta é uma situação mutável ou se o quadro sucessório está cristalizado fora da polarização PT-PSDB, que prevalece há 20 anos.

As manchetes do jornal O Estado de São Paulo


Na capa do jornal Zero Hora


Os destaques do jornal Diário de Pernambuco


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta sexta-feira

Folha: Marina defende usineiros e acena ao agronegócio

Globo: Marina planeja tirar prioridade do pré-sal

Extra: Aécio: "Contei com a ajuda de Beltrame" [para o programa de governo]

Estadão: Suspeita de fraude em CPI derruba auxiliar de Graça Foster [presidente da Petrobrás]

ValorEconômico: Meta fiscal não deverá ser cumprida no quadrimestre

ZeroHora: Cenas de uma tragédia familiar

Estado de Minas: Viaduto caiu por erro do projeto e pouco aço

CorreioBraziliense: A 37 dias da eleição, Arruda vive dilema

CorreiodaBahia: O mínimo: R$ 788

DiáriodoNordeste:  Correios atrasam entrega de cartas em até 8 dias

DiáriodePernambuco: Mais uma manhã de sufoco sem ônibus

JornaldaParaíba: Ministros do STF querem salário de R$ 35,9 mil

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

'Evaldo de Dedé' lembra o Jovem Clube, em Cajazeiras, e lembra a Banda Pholhas. My Mistake. Vai com Deus, Evaldo.




Pra ficar esperto...

O homem-bomba

Costa: o homem-bomba vai explodir?
Costa: o homem-bomba
A nova advogada de Paulo Roberto Costa, Beatriz Catta Pretta, disfarça, por questões estratégicas, mas a delação premiada do notório ex-diretor da Petrobras está a caminho.
Por Lauro Jardim

Do Blog do Josias: excertos do debate entre candidatos presidenciáveis, na TV Bandeirantes.

Dilma e o Brasil do filme

Convidada a inquirir um dos rivais, Marina mirou para o alto. Evocando as manifestações de junho de 2003, a substituta de Eduardo Campos esfregou na face de Dilma o fiasco dos pactos propostos por ela como resposta ao ronco das ruas.

E Dilma, fiando-se em autocritérios: “Eu considero que tudo deu certo, veja você”. Ela enumerou: a lei que destinou 75% dos royalties e do fundo social do pré-sal para a educação e 25% para a saúde, o programa Mais Médicos, a destinação de R$ 143 milhões para mobilidade urbana… A reforma política não vingou, mas isso depende de um plebiscito, disse.

Na réplica, Marina foi ao ponto: “Uma das coisas mais importantes para que a gente possa resolver os problemas é reconhecer que eles existem. Quando a gente não os reconhece, não passa nenhuma esperança para a população de que, de fato, eles serão enfrentados. Esse Brasil que a presidente Dilma acaba de mostrar, colorido, quase cinematográfico, não existe na vida das pessoas. [...] a reforma política virou substituição de ministros em troca de tempo de televisão. Vivemos uma situação de penúria na saúde, na educação e na segurança…”

Faleceu, em João Pessoa, no Hospital Laureano, o nosso Evaldo de Dedé.


Recebi, por Carlos de Ioiô, a dolorosa informação do falecimento do nosso Evaldo 'de Dedé da Sinuca' (como o identificávamos). O seu passamento se deu hoje de manhã, às 7 horas, no Hospital Laureano, em João Pessoa. Às 16 horas, seu corpo será encaminhado para Cajazeiras e o sepultamento ocorrerá amanhã.

Evaldo 'Braga' ou Evaldo de Dedé era um daqueles conterrâneos que bem expressavam o espírito cajazeirense, a que tanto nos referimos, aqui no Sete Candeeiros Cajá. Lamentamos, assim, mas um pedaço de nossa história espiritual que se vai em busca de Deus.

À família as nossas sentidas condolências.


George Harrison and Eric Clapton - While my guitar gently weeps. Uma beleza de música!

Recado de Lirinha Galvão e Rejane Freitas. Na Via Ouro, no Shopping Tambiá, em João Pessoa, tem isso e mais alguma coisa.


Ôxe! 'Num pode mai nem tirá uma fotinha'?!

Presas postam fotos sensuais dentro da cadeia no Paraná

ESTELITA HASS CARAZZAI
DE CURITIBA
Folha.com

Pelo menos duas presas tiraram fotos sensuais dentro da Cadeia Pública de Guarapuava, na região central do Paraná, e as publicaram em redes sociais.

As fotografias, feitas com celulares, foram tiradas em abril e descobertas por agentes carcerários.

As presas têm cerca de 30 anos e foram denunciadas por tráfico de drogas. Ambas são presas provisórias, ou seja, ainda não foram condenadas. Uma delas está presa desde abril, e a outra, há cerca de um ano.


Nas fotos, elas aparecem deitadas nas camas de concreto, que ficam no alojamento feminino da cadeia.

Após a descoberta das fotografias, os agentes realizaram uma inspeção e encontraram o celular. Era um aparelho apenas, usado pelas duas mulheres, que dormem no mesmo alojamento.

"Infelizmente isso acontece. Os presos escondem muito bem", afirma o chefe da cadeia pública de Guarapuava, Altemir Nascimento.

Segundo Nascimento, somente neste ano 40 celulares foram apreendidos na cadeia (que abriga homens e mulheres), já em posse dos presos.

No caso de Guarapuava, o problema é agravado por causa da localização central da cadeia. De acordo com o diretor, durante o banho de sol celulares são arremessados por pedestres para dentro do pátio.

"É celular e droga. Isso vinha sendo corriqueiro. Todo dia de sol, tinha dois, três arremessos", afirma Nascimento.


No início do ano, para impedir os "arremessos", a diretoria da cadeia instalou uma tela de proteção no pátio. Desde então, já foram encontrados 77 celulares em cima da tela.

As duas presas flagradas nas fotos receberam uma sanção disciplinar e foram impedidas de receber visitas ou alimentos de familiares por 30 dias. Além disso, a ocorrência pode impedir, no futuro, que elas recebam progressão de regime.

Marina, morena, Marina...

ELEIÇÕES 2014
Petistas mobilizam governo contra Marina

Campanha do PT reuniu cem assessores de ministérios e estatais para pedir engajamento pró-Dilma nos Estados

Candidata do PSB vai ressaltar experiência no Senado e em ministério e manterá acenos ao mercado

VALDO CRUZ
ANDRÉIA SADI
MARINA DIAS
Folha de São Paulo

Depois do crescimento de Marina Silva (PSB) nas pesquisas, o comitê de campanha de Dilma Rousseff reuniu na terça-feira (26) à noite a cúpula do segundo escalão do governo federal para montar uma operação de mobilização nos Estados e de defesa da presidente nas redes sociais, ambiente mais simpático à candidata do PSB.

Segundo a Folha apurou, o comando da campanha orientou aos presentes que façam pelo menos um evento político por semana, fora do horário de trabalho, para "defender o projeto político" do governo Dilma Rousseff.

Cerca de cem assessores de ministérios e estatais comandados por PT, PMDB, PP, PR, PSD, PDT, Pros e PC do B atenderam à convocação da campanha --estavam presentes secretários-executivos, secretários nacionais dos ministérios e diretores de estatais.

Foi feita recomendação especial para que auxiliares com cargos de confiança façam reuniões com movimentos sociais e debates nas redes sociais, uma estratégia para atacar Marina Silva em seu "território".

"A ordem é trabalhar pela vitória da Dilma, com os assessores se distribuindo em viagens pelos Estados", afirmou um dos participantes.

Durante a reunião, os assessores foram informados que as despesas nestes eventos serão bancadas pelo PT. Eles receberam ainda a recomendação de não usar carros oficiais nos deslocamentos nem fazer agendas casadas --oficial e de campanha.

Em outra frente para reorganizar a campanha com a subida de Marina nas pesquisas, a presidente chamou nesta quarta-feira (27) uma reunião do conselho político de seu governo, que reúne os presidentes dos partidos que apoiam sua candidatura.

No encontro, agendado para o Palácio da Alvorada, o conselho iria avaliar a melhor estratégia para combater o discurso da nova candidata do PSB, que, nas simulações de segundo turno, já ganha da presidente Dilma.

TERCEIRA VIA

Com chances de vencer a disputa, Marina pretende adotar uma oratória mais firme e assertiva nos próximos 38 dias, até o primeiro turno das eleições presidenciais.

A ideia de se mostrar como uma alternativa à polarização entre PT e PSDB não será abandonada --o discurso virou mantra do PSB. Agora, no entanto, passará a ressaltar sua experiência como senadora (1995-2011) e ministra do Meio Ambiente (2003-2008) e continuará a fazer acenos ao mercado e a setores resistentes à sua candidatura, como é o caso do agronegócio.

Já pensava numa 'bolsinha', depois.



Opositores eram presos aos montes, logo após a decretação do AI-5, em dezembro de 1968. Na Bahia, o poeta Tomás Seixas, o “Bebê”, não se conformou com o esquecimento de seu nome na lista dos perseguidos. Amigos se divertem contando que ele até telefonou ao coronel Gabriel Duarte, temido secretário de segurança:

- Estou ligando anonimamente para lembrar que os senhores precisam mandar prender um subversivo perigoso, que continua solto.

- Quem é?

- O poeta Tomás Seixas.

- Não conheço – reagiu o coronel.

- É conhecido como “Bebê” – esclareceu.

- Ah, esse é um idiota.

O poeta ficou injuriado:

- Idiota é você! Agora me prenda por desacato, seu incompetente!

“Bebê” continuou solto.

É só ter paciência...2026 vem aí!

Viva a autossuficiência

lula petro
“Autossuficiência” com déficit
Entre 2006 e junho deste ano, a balança comercial de petróleo e derivados – a conta-petróleo – acumulou um déficit de 27,6 bilhões de dólares. O recorde foi em 2013 com um déficit de 13,2 bilhões de dólares. Viva  a autossuficiência proclamada em 2006 por Lula.
Por Lauro Jardim

Agora, é só esperar as manifestações dos 'movimentos sociais' contra a decisão do Supremo Tribunal Federal.

Em resposta a uma pergunta sobre o Mensalão...
STF nega prisão domiciliar a Roberto Jefferson
Fernanda Calgaro
Do UOL, em Brasília

Daniel Marenco - 24.fev.2014/Folhapress
Condenado no julgamento do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal), o ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) deixa sua casa em Levy Gasparian

Por um placar de 5 votos a 3, o STF (Supremo Tribunal Federal) negou nesta quarta-feira (27) pedido de prisão domiciliar para o delator do mensalão petista, o ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ), que cumpre pena no Rio de Janeiro.

Jefferson foi condenado a sete anos e quatorze dias por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no julgamento do mensalão.

O relator do caso, ministro Luís Roberto Barroso, rejeitou o pedido com base em laudo médico do Instituto Nacional do Câncer que atesta que, embora "seu estado clínico exija o uso continuado de medicamentos, não demanda sua residência domiciliar fixa".

Barroso confirmou decisão do relator anterior, o então ministro Joaquim Barbosa, que também já havia negado o pedido pelas mesmas razões, mas a defesa de Jefferson recorreu.

O magistrado justificou a sua decisão dizendo que seguia a mesma linha tomada em casos anteriores, como o do ex-deputado José Genoino (PT-SP), que também teve pedido de domiciliar negado.

"Hipótese é análoga ao caso de José Genoino. (...) Estou decidindo na mesma linha que me motivou em casos anteriores de tratar esse processo sob as mesmas regras do jogo que valem para todo mundo e com a atenção de que o que se decidir aqui valerá para os demais condenados no país", afirmou o relator.

Em 2012, Jefferson passou por cirurgia para a retirada de um tumor no pâncreas. Por conta do tratamento, atualmente ele tem desequilíbrio metabólico e restrição alimentar.

Barroso lembrou ainda que Jefferson terá cumprido um sexto da pena em 24 de abril de 2015 e determinou que, completado esse prazo, só então o Supremo poderá conferir progressão de regime.

Jefferson foi preso em fevereiro e enviado para um presídio comum. A defesa dele pleiteava que ele cumprisse a pena em regime domiciliar por conta de problemas de saúde.

Jornal Jogo/Extra: freio de 'arrumação' no Mengão. E o Botafogo, heim?


Na capa do Jornal do Commercio


Na primeira página do jornal Folha de São Paulo


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta quinta-feira

Folha: Presidente do Banco do Brasil pagou multa para se livrar da Receita

Globo: Maioria do TCU livra Graça de bloqueio de bens

Extra: Atuação da Milícia e do Tráfico leva TRE a pedir Força Nacional na eleição

Estadão: Maioria do TCU rejeita bloqueio dos bens de Graça

ValorEconômico: Ascensão de Marina agita o mercado

ZeroHora: Avanço de Marina obriga PT e PSDB a mudar táticas

Estado de Minas: Juntos também contra o racismo

CorreioBraziliense: Disputa pelo GDF está entre a urna e a Justiça

CorreiodaBahia: Paulo Souto lidera com folga, Rui é 2º no Ibope

DiáriodoNordeste:  Nova droga é apreendida em operação na capital

JornaldoCommercio: Embaralhou

JornaldaParaíba: Venda ilegal de box no CCP rende até R$ 50 mil

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Neste momento de dor pela morte do amigo Fernando Chaves, vejam George Harrison com a música My Sweet Lord (com tradução).

Também... vão falar logo perto de Frassales....

DIÁLOGO DE PETISTAS


Ouvi hoje na caminhada matinal. Diante do IBOPE e do debate BAND. 

Um petista disse pro outro: "a culpa é de Zé Dirceu que não soube se defender no STF, resultado, em vez de comandar a campanha ele está na Papuda". 

O outro discordou: "Não, Dilma é a culpada, cadê as obras começadas por Lula? Não terminou nenhuma... a Transposição só em 2016"... 


Calado estava, calado fiquei. Mas pensei comigo mesmo: em matéria de obras, Dilma é igual a ela falando, começa e nunca termina o raciocínio. Pensei isso, mas disse apenas, gente, Dilma ainda está no 2º turno. É cedo para procurar culpados!

Nosso abraço de parabéns ao amigo Constantino Giovanni Cartaxo - o Giovanni de Tantino.

Giovanni e sua Cecília.

E Dilma teve tal capacidade?

Pulso frouxo 
Coluna Painel
Folha de São Paulo

O comitê de Dilma começou a ajustar a mira contra Marina. Dirigentes regionais foram orientados a dizer que a candidata não teria capacidade e experiência para conduzir o Brasil em uma crise econômica como a iniciada em 2008.



A PM-PB lamenta a morte do nosso amigo Fernando Chaves. Uma grande figura cajazeirada que deixa muitos amigos em nossa terra. Um pena.


O GLOBO

Ao usar a Caixa [CEF] para maquiar o superávit primário, o Tesouro repete governadores que se financiaram nos bancos estaduais, a ponto de quebrá-los

Uma das causas do rebaixamento da nota de risco do Brasil, em março, pela agência Standard & Poor’s, a “contabilidade criativa” continua sendo aplicada para melhorar as aparências das contas públicas. Por reduzir a transparência da contabilidade oficial, ajudou naquela espécie de cartão amarelo recebido pela economia brasileira. Sob o impacto da má notícia, autoridades econômicas, na tentativa de restabelecer alguma confiança nas estatísticas oficiais, se comprometeram com um superávit primário de 1,9% do PIB, sem maiores contorcionismos contábeis.


Não cumprem a promessa, e há mesmo analistas que preveem que, sem contabilidade criativa, não haja, este ano, qualquer superávit, ou ocorra até algum déficit primário, um resultado muito ruim do ponto de vista da administração da dívida pública. Logo, com reflexos negativos no custo dos financiamentos externos ao Brasil.

A usina de criatividade que aparece na Secretaria do Tesouro já produziu efeito paradoxal de transformar endividamento público em receita primária — sempre para embonecar o superávit primário, a fim de transmitir aos mercados uma ideia de austeridade fiscal que na realidade inexiste. Isso acontece quando o Tesouro lança títulos para captar recursos, repassa-os ao BNDES, Caixa ou Banco do Brasil e estes antecipam o pagamento de dividendos ao Tesouro. Neste passeio, o dinheiro vai como proveniente de dívida e volta como lucro distribuído pelas estatais. Uma “lavagem”.


Outra manobra criativa, descoberta há pouco, tema de reportagem do GLOBO no sábado, é o Tesouro retardar repasses obrigatórios para, novamente, melhorar o superávit. Essas “pedaladas”, no jargão dos analistas, não chegam a ser novidade. Devido a elas, a rubrica “restos a pagar” costuma ser robusta nas viradas de ano: o Tesouro retém transferências no final de dezembro, para eles serem contabilizados apenas em janeiro, no novo exercício fiscal. A preocupante novidade é o aumento do volume dos atrasos em repasses que o Tesouro tem de fazer à Caixa Econômica, para ressarci-la pelo pagamento de benefícios como o Bolsa Família e seguro desemprego. Em entrevista exclusiva ao jornal, o secretário do Tesouro, Arno Agustin, negou qualquer artifício, tudo ocorreria normalmente no fluxo de créditos e débitos no relacionamento Tesouro/CEF.

O Ministério Público, por não concordar, aciona o Tribunal de Contas da União, e o próprio Banco Central faz consulta à Procuradoria-Geral da Fazenda sobre essas operações. Afinal, na prática, a CEF está financiando o Tesouro, algo proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Nem mesmo banco privado pode liberar crédito aos controladores.


O Tesouro usa um banco estatal assim como, no passado, governadores se valeram de bancos estaduais para criar moeda. Quebraram as instituições financeiras. Repetir hoje a manobra é abalar os alicerces da estabilização da economia.

Dois 'canarin' dos bons. Já nasceram prontos! Vejam o vídeo desta dupla de cantores mirins. Para Fernando Chaves. Com o nosso adeus.


Sugestão de Paulo Porto
Marina quebrando paradigmas
FERNANDO RODRIGUES
Folha de São Paulo

A pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (26) mostra uma possível quebra de paradigmas na política brasileira.

Realizado de 23 a 25 deste mês de agosto, o levantamento do Ibope mostra Dilma Rousseff (PT) com 34% contra 29% de Marina Silva (PSB). Aécio Neves (PSDB) surge em terceiro lugar, com apenas 19%.

Se esse resultado vingar daqui a menos de 40 dias, em 5 de outubro, pela primeira vez o Brasil terá um segundo turno de disputa presidencial 100% feminino --com Dilma e Marina. Ou seja, a partir de 2015, novamente o Palácio do Planalto será comandado por uma mulher.

A disparada de Marina Silva, sinalizando que hoje é favorita contra Dilma no segundo turno (45% X 36%), indica também a primeira possível virada numa eleição presidencial depois do início do horário eleitoral em rádio e TV. Em disputas anteriores, desde 1989, nunca um candidato que começou a propaganda eletrônica liderando as pesquisas foi ultrapassado por um adversário na fase seguinte da campanha.

Outra escrita a ser quebrada --caso a pesquisa se confirme nas urnas-- é que um tucano não será finalista, um padrão dos últimos 20 anos, desde 1994. A polarização entre PT e PSDB no plano nacional será interrompida. Aécio Neves está arriscado a carregar essa marca negativa em seu currículo para sempre.

Por fim, o PSB é como um besouro que assombra a todos quando começa a voar, pois não tem a aerodinâmica adequada --é pequeno no Congresso, está mal em todas as disputas estaduais, tem poucos recursos e acaba de perder Eduardo Campos, seu principal líder.

Políticos de todos os partidos dirão que é cedo para tirar conclusões. É verdade. Mas essa interpretação vale também quando petistas e tucanos sugerem que Marina Silva é só uma nuvem passageira. Por enquanto, a candidata do PSB está sendo muito mais.

Boca Quente!

Nota publicada na seção “Holofote” de edição impressa de VEJA

A ex-senadora Heloísa Helena, em busca de seu antigo cargo de volta, pode se beneficiar pela campanha de Marina Silva (Foto: Jane de Araújo/Agência Senado)

NOVO IMPULSO

Heloísa Helena (PSOL) tenta reconquistar a cadeira que ocupou no Senado por Alagoas entre 1999 e 2006, quando deixou a Casa e disputou a Presidência da República.

Até agora tem enfrentado dificuldades por causa do poderio financeiro do seu principal concorrente, Fernando Collor (PTB), que é apoiado pelo PT.

A entrada de Marina Silva (PSB) na disputa pelo Palácio do Planalto deve dar um belo empurrão na campanha de Heloísa.

A presidenciável não pretende subir no palanque de nenhum dos candidatos a governador do estado.

Com isso, Heloísa acabará por se tornar a principal representante de Marina Silva em Alagoas.