sábado, 23 de maio de 2015

Só na base da conversa e da aparência. E 'os bestas caem que é uma beleza'!


A Polícia Federal investiga uma turma de golpistas, entre eles um político petista, que inventou uma autarquia, deu prejuízo a investidores e enganou até o ex-presidente da Câmara dos EUA

FILIPE COUTINHO E THIAGO BRONZATTO
Época

A página 161 do Diário Oficial da União de 15 de maio de 2012 anunciava um projeto ambicioso: a fabricação de lâmpadas LED para instalação em 5.566 cidades do país. Ao custo de R$ 3,7 bilhões, o tal projeto fazia parte do pomposo Programa Governamental Brasileiro de Modernização e Racionalização da Iluminação Pública. O Diário Oficial informava que a contratação ficaria a cargo da Agência Pública Nacional de Infraestrutura e Tecnologia, ou Proinfra. Na terra da burocracia, um troço chamado Proinfra não poderia ser empulhação. Com sede próxima à Esplanada dos Ministérios, a Proinfra tinha nome de estatal, site de estatal, brasão de estatal, jeito de estatal – mas não era estatal. Era uma invenção de espertalhões para dar golpes na Praça dos Três Poderes.

ROTEIRISTA - O petista Carlos Rigonato (acima) com a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Abaixo, publicação sobre a falsa autarquia no Diário Oficial. Gleisi, ao que tudo indica, não sabia nem participava do esquema

Quem tramou o embuste? O obscuro empresário pernambucano Roberto Oliveira, que escalou como “diretor-geral” o petista Carlos Rigonato, um ex-candidato a deputado federal no Paraná. Em 2011, no início do governo Dilma Rousseff, eles conseguiram registrar o site da Proinfra com terminação “.gov.br”, passaram a publicar contratos grandiosos no Diário Oficial da União e a exibir uma certidão de bons negócios emitida pela Caixa Econômica Federal. As paredes do escritório da Proinfra ostentavam os pequenos toques que anulavam qualquer dúvida: uma foto oficial da presidente Dilma Rousseff e a bandeira do Brasil. A Proinfra tinha até CNPJ, mas não existia. Nunca existiu – ao menos como parte da burocracia do governo.  

A burocracia em Brasília é tão vasta que até existe uma Proinfra. Aliás, duas Proinfras. Uma fica na Caixa e outra no Ministério da Ciência e Tecnologia. Ambas financiam projetos de infraestrutura. A Proinfra de mentirinha fechou em 20 de março deste ano, quando a Receita Federal cancelou o CNPJ dela. Após ÉPOCA investigar o caso, o site da estatal fajuta saiu do ar. Na maquiagem governamental da Proinfra, a agência se apresentava como “Associação Pública de Direito Público e Natureza Jurídica Autárquica”. Carlos Rigonato, o petista do Paraná, encarregava-se de apresentar as credenciais políticas da estatal. Ele tinha fotos com o mais eminente casal petista do Brasil: o ministro Paulo Bernardo e a senadora Gleisi Hoffmann, ambos do Paraná. Uma delas foi tirada no Senado, no dia em que Gleisi foi anunciada ministra da Casa Civil, em 2011. Não há, porém, evidências de que Gleisi ou Paulo Bernardo participavam ou mesmo soubessem do esquema. A senadora afirma conhecer Rigonato só por ele ter sido vice-prefeito no Paraná e não saber da existência da Proinfra. Roberto Oliveira, o parceiro de Rigonato, apresentava-se como diretor de Relações Institucionais da Proinfra. Cabia a ele convencer empresários a investir na fabulação.

ATOR
Roberto Oliveira, que se dizia diretor da estatal de mentira (leia o cartão acima). Ele convencia os empresários a investir

A Proinfra tinha sede, mas não investia um real de dinheiro público. Os contratos fictícios com outras empresas eram publicados na seção de Ineditoriais do Diário Oficial – um buraco negro da burocracia, em que qualquer um pode publicar qualquer coisa. A autarquia fajuta usava uma empresa de fachada chamada Macroenergia, que pertence a Roberto Oliveira, para captar o dinheiro dos investidores. A Proinfra tinha sede, mas não conta bancária. A Macroenergia tinha conta bancária, mas não sede. Bastou a Proinfra publicar no Diá­rio Oficial que contratava a Macroenergia por R$ 980 milhões – e puf! Um enxame de empresários apareceu para fazer negócios com a estatal de mentira.

O grupo liderado por Roberto Oliveira oferecia dois serviços às vítimas: promessas de subcontratação da Macroenergia (butim imaginário de quase R$ 1 bilhão) e promessa de negócios diretos com a formidável Proinfra (butim imaginário de R$ 10,5 bilhões). Para fechar qualquer dos serviços, os empresários interessados precisavam pagar um pedágio – propina – a eles. Era o ato final e irresistível do golpe.

Na prática, a Proinfra era apenas uma extensão dos negócios de Roberto Oliveira, auxiliado por Rigonato. Sua filha foi uma das “nomeadas” no Diário Oficial. A parceira Macroenergia tem o mesmo endereço da Proinfra. O grupo ainda contava com um gerente da Caixa, que atestava a robustez financeira da Macroenergia. Roberto Oliveira gostava de dizer que era próximo de petistas como o deputado Marco Maia. Jactava-se de que Maia estava montando uma “frente parlamentar” para acelerar os projetos da Proinfra. E chamava o deputado e ex-ministro Aguinaldo Ribeiro, do PP, de “nosso parlamentar”. Maia e Ribeiro disseram a ÉPOCA não conhecer Oliveira nem a Proinfra.

CAIU - Dennis Hastert, ex-presidente da Câmara dos Deputados dos EUA. Ele chegou a se reunir com os “diretores” da Proinfra e disse que um colega americano tomou prejuízo

O esquema era tão verossímil, e a lábia da dupla tão boa, que muitos caíram no golpe. Em abril de 2012, Roberto Oliveira se encontrou com Dennis Hastert, ex-presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos e lobista. Na reunião, Roberto Oliveira falou dos potenciais na área de energia do Brasil e pediu que Hastert indicasse empresas americanas interessadas no negócio. Oliveira sugeriu o melhor caminho para tornar viável o negócio: contratar a Macroe­nergia, claro. A parceria não avançou. Em e-mail à reportagem, Hastert contou que quem o apresentou a Roberto Oliveira acabou sendo demitido. E informou que um representante de uma empresa americana morreu logo depois de perder uma “grande quantidade de dinheiro” em negócio com Oliveira. Mas não quis dar detalhes.

ÉPOCA localizou dois empresários que caíram no conto da Proinfra e transferiram quase R$ 2 milhões a contas ligadas ao esquema. No Brasil, Jorge Valente, proprietário da Bio Brasil Energia, de Goiânia, é um dos empresários que levaram prejuízo. Ele conheceu a estatal de mentirinha por meio de um sócio, que o apresentou a Carlos Rigonato. “Desde o começo, ela me era apresentada como uma autarquia do governo federal. Eu nunca conseguia entender a que ministério era ligada”, diz Valente. O empresário afirma que o negócio com a Proinfra começou ainda em 2011, quando Oliveira falou do potencial de negócios da Bio Brasil: R$ 1 bilhão. Valente vibrou.

PREJUÍZO - Jorge Valente, proprietário da Bio Brasil Energia. Ele perdeu R$ 700 mil para os golpistas. Diz que o dinheiro era para despesas iniciais, e não pagamento de propina 

Agora, ele conta quase R$ 700 mil em prejuízo – valor que transferiu a empresas “parceiras” da Proinfra. Todas eram ligadas ao grupo. Perguntado se os valores pedidos não eram na prática propina, Valente afirma que a justificativa era alavancar os negócios e bancar as despesas iniciais. A empresa de Valente entraria com metade, a Proinfra com a outra. O empresário diz que, até hoje, não viu o dinheiro da Proinfra.

Ele diz ter percebido que a operação era uma furada apenas quando Roberto Oliveira sugeriu uma empresa sem ligações com a Proinfra para receber R$ 100 mil do empresário. A justificativa: a Proinfra ainda não tinha conta bancária. Valente pagou mesmo assim. “Eu tinha boa-fé, fui uma presa fácil. Eu ficava pensando ‘e se der certo?’. Os números eram maravilhosos”, diz.

Valente conta que viajou com Roberto Oliveira para os Estados Unidos, o Canadá, a Turquia e o Uruguai, sempre para levantar os tais negócios prometidos. “Ele é destemido, é o perfil de um estelionatário”, diz Valente sobre Oliveira. Até os caminhões da empresa de Valente entraram no negócio rocambolesco entre Proinfra e Macroenergia. Ele acertou a venda de cinco caminhões, e Oliveira cobrou R$ 98 mil como comissão por indicar o comprador – a Macroenergia, empresa que era da família dele. Valente pagou a comissão, mas nunca viu o dinheiro dos caminhões. Por sorte, nunca entregou os veículos. Ali terminava a parceria. “O Roberto dizia que eu estava chorando de barriga cheia por causa de R$ 700 mil, enquanto os negócios poderiam ser muito maiores.”

Até um empresário da área de soft­ware de segurança caiu no 171 da estatal de mentira. Israelense, Michael Gamliel mantém em Santa Catarina a ABG Computer e fechou um contrato fajuto de R$ 8 milhões com a turma da Proinfra, para fornecer programas de computador ao governo. O contrato era fajuto, mas não o dinheiro que ele pagou ao esquema: R$ 1,15 milhão, sempre em contas ligadas a Roberto Oliveira. “Me apresentaram como uma pessoa do governo. Ele dizia que, para trabalhar com o governo, tinha de trabalhar com as empresas que já eram parceiras do governo e para isso tinha de pagar para viabilizar o negócio. Eu sou estrangeiro, não entendia como funcionava e acreditei”, diz Gamliel. Nada mais natural para um estrangeiro que pagar pedágio no Brasil.

ÉPOCA questionou o Ministério do Planejamento, a Imprensa Nacional e a Casa Civil sobre como a Proinfra conseguiu o status de autarquia. A Casa Civil informou que em 2013 encaminhou o caso para a Polícia Federal. O Planejamento, por sua vez, disse que autorizou o site a usar “.gov.br” a partir da documentação enviada, mas que pedirá o cancelamento do site e vai apurar o caso. A Imprensa Nacional disse que qualquer pessoa jurídica pode publicar na seção de Ineditoriais do Diário Oficial. A Caixa disse que os documentos emitidos pelo gerente não seguem o padrão do banco e apurará o caso. Rigonato disse a ÉPOCA que saiu da Proinfra porque os contratos não foram honrados e ele não recebeu os valores prometidos. Ele afirma também que não mantém atividade partidária desde 2006. “Eu desconheço que atuava como uma estatal. Eu sinceramente não sei por que tinha site ‘.gov’. Quem tocava os negócios era o doutor Roberto. Pelo que sei, ele desapareceu”, disse ele. Rigonato nega que a Proinfra era uma estatal para dar golpes em empresários. “Nós juntávamos interesses de empresários. Éramos intermediários.” Roberto Oliveira, sua filha e a Macroenergia não foram localizados por ÉPOCA. A Polícia Federal irá atrás deles.
Josias de Souza


Quando Dilma Rousseff anunciou que um eleitor de Aécio Neves cuidaria da chave do cofre, a plateia ficou com todo o direito de suspeitar que o poder tinha mudado de mãos e que o verdadeiro chefe do Estado brasileiro passaria a despachar no Ministério da Fazenda. O supercorte orçamentário de R$ 69,9 bilhões anunciado nesta sexta-feira funciona como uma posse informal da Presidência da República pelo ministro Joaquim Levy, mesmo que temporariamente. Levy queria mai$. Dilma brinca com o perigo ao desagradá-lo.


Algumas pessoas avaliam que a ascensão de Levy coloca as coisas finalmente nos seus devidos lugares. Enquanto os petistas fazem cara de nojo, Christine Lagarde, a diretora-gerente do FMI, avalia que o ajuste fiscal —pode me chamar de sorvo de gigante— e a alta de juros colocam o Brasil “claramente no caminho certo”. Lagarde espera mais do governo Levy: uma reforma tributária que barateia os negócios e um plano de concessões à iniciativa privada que melhore a infraestrutura.

Quem ouve as palavras de madame Lagarde fica com a impressão de que a turma da CUT está sendo injusta ao criticar Levy, suas boas intenções e seu aperfeiçoamento em Chicago. Este ainda é um governo do PT. Mas a economia derrete, o PMDB se assanha e o Lula virou crítico número um da Dilma. Alguém tinha de cuidar do expediente. Depois de tudo o que disse na campanha eleitoral, Dilma se desmoralizaria se aparecesse na tevê defendendo o aperto no seguro-desemprego. O papel de marionete constrange menos que o de mentirosa.

A duração da presidência acidental de Joaquim Levy depende da capacidade que o ego de Dilma terá de convencer a presidente das vantagens de manter a ilusão de que é ela quem manda. Um governo Levy breve seria um alento para a conta bancária dele, que voltaria a receber o salário de diretor do Bradesco. Para Dilma 2, a saída do presidente informal antes do fechamento do buraco aberto por Dilma 1 empurraria o Planalto para o insondável.

E o velho diz que não tomou nada de ninguém. Ele só pedia...se desse, ele aceitava. Vejam suas mulheres e filhos...



O veio comeu geral KKKKKKKKKKKKK QUEM É MR CATRA?VO NEM ZUA VAI QUE É MEU PAI
Posted by Acervo Arrocha.com.br on Domingo, 5 de abril de 2015

Um livro sobre um dos grandes paraibanos: Ronaldo Cunha Lima. O lançamento da biografia será dia 28 de maio, na Academia Paraibana de Letras, em João Pessoa.


Por isso que a TV estatal tem tanta audiência....

CláudioHumberto

A TV Brasil, do governo, foi proibida de transmitir ao vivo o anúncio dos cortes do governo. 

Por quê? 

“Notícia negativa não pode”, explicaram. 

Como se fizesse diferença. E como se existissem notícias positivas.
Mais impostos para fechar a conta
O Antagonista

O economista Raul Velloso, entrevistado pelo Estadão, disse que, para ter um superávit primário de 1,2% do PIB, o contingenciamento precisava ser o dobro:

"Cortaram algo como 0,1 ponto porcentual em relação ao PIB de 2013, o que não é suficiente: seria necessário fazer um corte de 0,7 ponto percentual".

Ele disse também:

"Ou em algum momento do ano o Levy vai se desgastar anunciando outro contingenciamento ou teremos novos aumentos de carga tributária para fechar a conta".

O Antagonista aposta que teremos um novo contingenciamento, um novo aumento de impostos e, mesmo assim, a meta fiscal não será cumprida.

Educação é assim: já vai traçando o futuro do garoto, ensinando a administrar o dinheiro... Vejam o vídeo.


video

Tatu Peba... fazia tempo que eu não via. Algumas pessoas gostam de tatu


E se o problema for Tatu, em casa tem mais...


Da série "Lula fala o que quer, menos o que interessa... e ouve o que precisa ser dito", a resposta é de Silas Malafaia. Vejam o vídeo.

A notícia, no Estadão, foi esta:



"Lula ironiza pastores evangélicos em palestra

"ex-presidente diz a sindicalistas que às vezes é preciso se inspirar na retórica dos religiosos quando não é possível atender reivindicações: ‘Você está desempregado é o diabo, está doente é o diabo’

Silas Malafaia, pastor evangélico, respondeu assim:

Número de cheques sem fundos atinge maior nível para meses de abril desde 1991

Segundo a Serasa, desaceleração da economia e inflação afetam capacidade de pagamento dos consumidores

O GLOBO

Lei proíbe cheque-caução para atendimento emergencial

Com a desaceleração da economia e a inflação mais alta, o trabalhador cada vez mais está com a renda pressionada. Segundo a Serasa Experian, o percentual de devoluções de cheques pela segunda vez por insuficiência de fundos foi de 2,26% no mês passado, o pior índice para meses de abril de toda a série histórica, iniciada em 1991.

Em março, o percentual de cheques devolvidos foi de 2,32% e, em abril do ano passado, de 2,13%. Segundo os economistas da Serasa Experian, o recorde de inadimplência com cheques para um mês de abril pode ser explicado pela queda real (acima da inflação) da renda dos consumidores.

“Desemprego e inflação em alta afetam a capacidade de pagamento dos consumidores produzindo elevação de inadimplência em diversas modalidades, inclusive nos cheques”, diz a Serasa, que presta seviço de informações de proteção ao crédito.

No Rio, a devolução de cheques foi de 1,79% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,82% registrada em março de 15. Em abril de 2014, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio havia sido de 1,58% do total de cheques compensados.

Na capa do Jornal do Commercio, a realidade nua e crua


Os destaques do jornal Estado de Minas


A ilustrativa capa do jornal Diário de Pernambuco


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros neste sábado

Folha: Governo anuncia cortes, mas deve aumentar gastos

Globo:  Corte de R$ 70 bilhões atinge PAC, saúde e educação

Extra:  Governo federal corta R$ 9 bilhões da Educação (Saúde perde ainda maiis: R$ 11,8 bilhões)

ValorEconômico: Brasil fecha quase 98 mil empregos formais em abril

Estadão: Governo corta R$ 26 bi do PAC, incluindo o programa 'Minha Casa'

ZeroHora: Governo Federal: cortes de R$ 69,9 bilhões

EstadodeMinas: Dilma corta mais em obras, saúde e educação

CorreioBraziliense: Desemprego em abril é o pior em 23 anos

CorreiodaBahia: Governo revela o tamanho do arrocho de Dilma (69.946 bi). Pastas mais atingidas: Cidades, Saúde e Educação

- OPovo: Corte no orçamento atinge principais bandeiras de Dilma

DiáriodePernambuco: PAC: era uma vez o crescimento

JornaldaParaíba: Corte de R$ 70 bi retira 39% das verbas do PAC - Desemprego bate recorde na Paraíba

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Para lembrar do meu amigo Almir de Seu Lourival Dias, lá de Monte Horebe.




Flying

Flying, I thought I'd never learn that flying
I thought I'd spend my whole life trying,
For flying is that ancient art of keeping one foot on the ground...

Lying, I thought I'd never keep from lying,
I thought I'd lose it all by sighing,
For lying is that ancient art of hiding words that will never be found

Crying, I thought I'd never stop that crying,
I thought I'd always dream of dying
For crying is that ancient art of weeping rivers into the ground

Oh Dying, I thought I'd never see that dying,
I thought I'd spend my whole life flying,
For dying is that ancient art of keeping one world turning round

Sighing, I thought I'd never keep from sighing
I thought I'd always be there crying,
For sighing is that ancient art of breathing sadness all around

And trying, I thought I'd spend my seasons trying,
I thought I could stop myself from lying,
For trying is that ancient art of proving that the world is round

Oh Flying, oh oh, Lying, oh oh, Crying, oh oh, Sighing, oh oh,
Trying, oh oh, and Dying, oh oh,
For Dying is that ancient art of growing flowers in the ground,
Yes it is...

Missa de sétimo dia em oração pelo nosso inesquecível Edme Tavares

Familiares, amigos, cajazeirenses e cajazeirados vão se reunir em oração no sétimo dia da morte do nosso Edme Tavares, um grande benfeitor cajazeirense.

Em Cajazeiras, a celebração religiosa ocorrerá amanhã, dia 23 de maio, às 19 h, na Catedral de Nossa Senhora da Piedade. Todos estão convidados para participar deste ato de fé cristã e respeito à memória de um grande e valoroso conterrâneo.

'Mãe Zefinha' está lá no céu ao lado Dele, nosso Senhor, só prestando atenção...

José Nogueira (Rômulo Feitosa)

Vinte e dois de maio de 2015, três anos que Dona Zefinha Feitosa completou o seu ciclo de existência aqui na terra. 

Lamentações podem significar um pouco de egoísmo da nossa parte, pois ela nos deu muitas coisas boas enquanto viveu conosco; o momento é de lembranças alegres, narrando suas memórias engraçadas, suas histórias da infância, da adolescência, os causos do Barro, da Iara, do Monte Alegre e de Cajazeiras. Enfim, vamos driblar a tristeza que insiste em querer invadir nossos corações. 

Peço aos amigos que façam uma simples oração, conforme o seu credo, e direcione seus pensamentos para 'Mãe Zefinha', contribuindo para fazermos uma corrente de energias positivas para ela, seja qual for o Plano Espiritual em que ela se encontrar. 

Obrigado!

Pegou ar!

Ed Ferreira/Folhapress 

Derrotado em discussão sobre corte de R$ 69,9 bi, Levy não vai a anúncio

NATUZA NERY
VALDO CRUZ
Folha.com

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, não comparece ao esperado anúncio do corte de cerca de R$ 69,9 bilhões no Orçamento. Integrantes do governo foram avisados pelo Ministério da Fazenda sobre o não comparecimento de Levy.

No local do anúncio, no Ministério do Planejamento, há uma placa com o nome do ministro ao lado de outra com a identificação do titular da pasta, Nelson Barbosa.

Integrantes da equipe econômica atribuem a uma divergência sobre o valor final do corte, que ficou em R$ 69,9 bilhões, a razão da provável ausência de Levy. Marcado para 15h30, o anúncio do corte atrasou. A justificativa oficial é de atraso no voo de Barbosa de São Paulo para Brasília.

A presença de Levy havia sido confirmada pelo Ministério da Fazenda, que enviou aos jornalistas atualização na agenda do ministro por e-mail às 10h30 desta sexta-feira (22). A participação também havia sido informada pelo Ministério do Planejamento, que divulgou em sua página na internet o aviso sobre a entrevista com o nome de Levy.

Moraes Moreira em Cajazeiras! Sabe como é, né?, veio visitar parentes...Ora, ele soube que até Jesus é da família!

Enviada por Alberto Construcenter
Vixe: Carlos Antonio quebra silêncio, responde críticas de ex-deputado, ataca filho do político e diz: Ele é abominado pelo povo de Cajazeiras

O ex-prefeito não poupou as palavras e respondeu ao cajazeirense em tom de desabafo: "Ele já recebeu a resposta do povo"

O ex-prefeito de Cajazeiras, Carlos Antonio (DEM) comentou nesta quinta-feira (21), as declarações do ex-deputado e ex-prefeito Antonio Vituriano de Abreu (PSC).

No mês passado, Vituriano rompeu o silêncio e fez duras críticas ao ex-prefeito através das redes sociais logo após a divulgação de mais uma condenação ao ex-gestor imposta pelo juiz federal, suspendendo os direitos políticos por mais cinco anos, além da devolução de R$ 18.830,18 e multa.

O ex-deputado chegou a dizer que Carlos Antonio está acostumado a fazer a população de besta, rir da Justiça e achar que tudo pode, além de acusar a prefeitura, administrada pela esposa do condenado, Denise Albuquerque (PSB), a pagar os valores impostos pela justiça para devolução ao erário público.

Sem medir as palavras, o ex-gestor disparou: “Vituriano é um derrotado e abominado pela sociedade de Cajazeiras. Segundo Carlos Antonio, o ex-deputado é mal agradecido, pois fala mal dos próprios eleitores.

Carlos Antonio aproveitou para alfinetar: “Não vou responder a derrotado e a grande marca que ele deixou em Cajazeiras foi o símbolo e a simbologia da renúncia, que foi comandada pelo grupo dele”, disse se referindo a Léo Abreu, filho do ex-deputado.

Segundo ele, a população de Cajazeiras já respondeu de forma muito firme nas eleições quando Vituriano foi derrotado nas eleições do ano passado.

Veja reportagem completa do ex-prefeito a TV Diário do Sertão!

E ainda tem isso?

O coveiro de José Janene
O Antagonista

Veja o documento publicado nesta página.

É a certidão de óbito de José Janene, aquele que a CPI da Petrobras pensou em exumar, para esclarecer se ele simulou ou não a própria morte.

O declarante não é um parente de José Janene: é Alberto Youssef.

Alberto Youssef não se dedicou apenas a lavar o dinheiro roubado por José Janene - ele se dedicou até mesmo a enterrar seu cadáver.


A amiga Sandra Belchior nos informa sobre a inauguração da Rádio Terra Nova FM, 88.7, em São José de Piranhas. Nossos votos de muito sucesso ao novo empreendimento radiofônico.


Sandra Belchior

Uma nova emissora, um novo jeito de se ouvir rádio. Terra Nova FM, 88.7.

São José de Piranhas vai ter o que merece! Um projeto em rádio. O grande dia, Inauguração dia 23/05/2015.  O empreendimento é do Grupo Belchior. 
MORO SOBRE O PETROLÃO
JUIZ DA LAVA JATO APONTA ‘CORRUPÇÃO SISTÊMICA’

MORO REVELA GRANA A AGENTES POLÍTICOS E FINANCIAMENTO POLÍTICO

JUIZ SÉRGIO MORO DIZ QUE HÁ “INDÍCIOS DA PRÁTICA SISTEMÁTICA E HABITUAL DE CRIMES DE CARTEL, DE FRAUDE À LICITAÇÃO, DE CORRUPÇÃO E DE LAVAGEM DE DINHEIRO” 

O juiz federal Sérgio Moro disse que a Operação Lava Jato “tem cotidiamente se deparado com um quadro de corrupção e lavagem de dinheiro sistêmicas”. Ao mandar prender o lobista Milton Pascowith, que pagou R$ 1,45 milhão para uma empresa de consultoria do ex-ministro José Dirceu (Casa Civil do governo Lula), o juiz assinalou que a investigação revela “indícios da prática sistemática e habitual de crimes de cartel, de fraude à licitação, de corrupção e de lavagem de dinheiro”.

Milton Pascowitch foi preso em São Paulo nesta quinta-feira, 21, na 13.ª etapa da Lava Jato. A Polícia Federal e a Procuradoria da República suspeitam que Pascowith fazia lobby para o PT e repassava dinheiro ilícito para empresas de Dirceu.

“A gravidade concreta da conduta de Milton Pascowitch é ainda mais especial, pois há indícios de que propinas também foram pagas, por seu intermédio, para agentes políticos e para financiamento político, o que compromete a integridade do sistema político e o regular funcionamento da democracia”, destacou o juiz da Lava Jato.

Para Moro, “o mundo do crime não pode contaminar o sistema políticopartidário”. O juiz argumenta que a participação de Pascowitch “é mais análoga a dos profissionais que se dedicaram, diferentemente dos empreiteiros, exclusivamente à prática delitiva, intermediando propinas, ocultando e dissimulando o produto do crime, em operações complexas de lavagem de dinheiro, inclusive com transações e contas secretas no exterior”. Moro cita depoimento do empreiteiro Gerson de Mello Almada, segundo o qual a função de Pascowitch “era equivalente” a do doleiro Alberto Youssef – peça central da Lava Jato.

“Ou seja, profissional dedicado ao pagamento de propina e de lavagem de dinheiro”, afirma o juiz que vê aí, a necessidade da prisão preventiva do lobista ante “a presença do risco à ordem pública”.

O juiz ressalta a existência de materialidade dos crimes atribuídos ao pagador de José Dirceu e o risco de Pascowith destruir ou ocultar provas. “No caso de Milton Pascowitch há provas de que manteria contas secretas no exterior (pelo menos a MJP International Group e a Farallon Investing Ltd), com recursos milionários, a partir das quais efetuou o pagamento de propinas a empregados públicos, como Pedro Barusco (ex-gerente de Engenharia da Petrobrás que devolveu US$ 97 milhões recebidos em propinas)). As contas secretas ainda constituem indício de risco à aplicação da lei penal, pois não sendo imediatamente acessíveis às autoridades brasileiras, tem o investigado condição de dissipar os ativos nelas mantidos, impedindo, com eficácia, a recuperação do produto do crime, oferecendo ainda um risco concreto de fuga, pois, com conexões e recursos milionários no exterior, tem o investigado condições de nele refugiar-se, mantendo-se a salvo da ação da Justiça brasileira.”

“Milton Pascowitch teria participado por longo período do esquema criminoso, sendo apontado como intermediador das propinas de 2004 a 2014 entre dirigentes da Engevix e empregados da Petrobrás e da Sete Brasil, além de haver indícios de que atendeu outras empreiteiras”, assinala o juiz na decisão que deflagrou a 13.ª fase da Lava Jato.

Para Sérgio Moro, “em um contexto de criminalidade desenvolvida de forma habitual, profissional e sofisticada, não há como não reconhecer a presença de risco à ordem pública, a justificar a prisão preventiva para interromper o ciclo delitivo”. (AE)

Na capa do nosso jornal Gazeta do Alto Piranhas o merecido destaque do grande Edme Tavares



Imagine o caro leitor que esteja andando na rua e, por algum motivo, pegue uma pedra e a atire na janela de uma casa. Na hipótese de haver algum policial por perto, o caro leitor será preso e, no mínimo, terá de prestar declarações na delegacia mais próxima – isso se tiver sorte e não apanhar antes de ser levado.

Pois bem: o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra, MST, invadiu, em Brasília, o Ministério da Fazenda ─ nada mais justo, porque fazendas é exatamente o que querem invadir. Quebraram janelas, arrombaram portas, causaram prejuízos que serão pagos com dinheiro de nossos impostos. Impediram o ministro Joaquim Levy, por quase meia hora, de entrar em seu gabinete. Foram fotografados, filmados, gravados. Nenhum militante foi preso, nenhum militante detido para averiguações, a ninguém se pediu o pagamento pelo prejuízo. Foram embora, enfim ─ em direção ao outro Ministério, o do Desenvolvimento Agrário.

Todos os cidadãos são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros. Há os que têm direito de depredar a Câmara dos Deputados, como fez o grupo liderado por Bruno Maranhão, dirigente petista de nobre estirpe; há os que têm direito de invadir institutos de pesquisa e destruir espécimes desenvolvidos por mais de dez anos. Há os que invadem áreas próximas ao Pico do Jaraguá, em São Paulo, recebem determinação judicial de deixar a área mas têm direito à proteção da Funai para descumpri-la.

São os que, como o agente 007, dispõem de licença oficial para agir à margem da lei.


São os hóspedes queridos da casa da Mãe Dilma.

Por Reinaldo Azevedo

Ai, ai… Vamos lá. A Polícia Federal resolveu abrir um inquérito, com base na Lei de Segurança Nacional, contra o capitão da reserva da Marinha Sérgio Zorowich, um dos porta-vozes daquele grupo extremamente minoritário que, em protestos contra o governo, pede a intervenção militar. Segundo o próprio Zorowich, sua advogada apurou junto à PF que o objetivo é enquadrar defensores da intervenção militar no Artigo 23 da Lei 7.170 Lei 7.170, que continua em vigor. E o que está escrito lá? Leiam:

"Art. 23 – Incitar:
I – à subversão da ordem política ou social;
II – à animosidade entre as Forças Armadas ou entre estas e as classes sociais ou as instituições civis;
III – à luta com violência entre as classes sociais;
IV – à prática de qualquer dos crimes previstos nesta Lei.
Pena: reclusão, de 1 a 4 anos."

Suponho, então, que a PF esteja tentado enquadrar essas pessoas no Inciso II. Então vamos ver.

Vocês sabem o que penso sobre intervenção militar. Trata-se de uma bobagem sem fundamento. Os militares são os primeiros a considerar isso. “Você fala com militares, Reinaldo?” Falo. Eles têm desprezo por essa tese. Critiquei aqui duramente até aqueles manifestantes que vieram com a conversa de que essa ação se limitaria apenas a, como disseram, “tirar os bandidos daí” para marcar eleições em seguida. É o que se queria em 1964. Deu no que deu. O país só voltou a ter eleições diretas em 1989. Soldados não foram feitos para governar — nem eles querem isso. Ponto parágrafo.

Em tese, ao menos, esses ditos defensores da ação militar, à medida que se expõem em praça pública e defendem a intervenção, poderiam ser acusados de estar “incitando a animosidade entre as Forças Armadas e as instituições civis”? Forçando um pouco a barra, a gente pode dizer que sim. Embora, claro, seja necessário pesar muita coisa. Carregar uma bandeira é incitar? Gritar um slogan é incitar? Expressar publicamente uma opinião, por mais errada que seja — ou especialmente quando errada — é incitar? O Supremo Tribunal Federal decidiu, por exemplo, por unanimidade que se pode marchar em favor da legalização da maconha. É liberdade de expressão. E consumir maconha é crime. Sigamos.

Lei em vigor
É claro que a Lei de Segurança Nacional está ainda em vigor. Foi plenamente recepcionada pela Constituição de 1988. Aliás, em vários textos, defendi que fosse aplicada em 2013. Não contra o povo, que ele não precisa disso. Mas contra os baderneiros.

Quer dizer que a Polícia Federal acha que uns gatos-pingados segurando uma bandeira pedindo intervenção militar põem em risco a segurança nacional, mas não os extremistas que saíram incendiando ônibus? Mas não algumas ações do MST e do MTST? Se a PF avalia que pode acionar o Inciso II do Artigo 23 contra o senhor Sérgio Zorowich porque ele expressou uma ideia cretina em público, por que essa mesma PF não aciona o Artigo 20 contra baderneiros de extrema esquerda, incluindo os dois movimentos que citei? Afinal, está escrito lá:

"Art. 20 – Devastar, saquear, extorquir, roubar, sequestrar, manter em cárcere privado, incendiar, depredar, provocar explosão, praticar atentado pessoal ou atos de terrorismo, por inconformismo político ou para obtenção de fundos destinados à manutenção de organizações políticas clandestinas ou subversivas.
Pena: reclusão, de 3 a 10 anos.
Parágrafo único – Se do fato resulta lesão corporal grave, a pena aumenta-se até o dobro; se resulta morte, aumenta-se até o triplo."

Quer dizer que a lei que serve para abrir um inquérito contra supostos radicais de direitanota: pedir intervenção militar não é de direita; é apenas tolonão serve para abrir um inquérito contra radicais de esquerda? E não que eu os esteja comparando. Não estou. Querem ver?

Que dano ao patrimônio público ou privado o senhor Zorowich praticou até agora? Quebrou o quê? Depredou o quê? Feriu quem? Matou quem? Da depredação à morte, dá para fazer o elenco dos malefícios provocados, por exemplo, pelos black blocs. Então será assim? Aos inimigos nada, nem a lei, e aos amigos, tudo, menos a lei? 

 Não gostaram do Artigo 20? Eu lhes ofereço o 15:

“Art. 15 – Praticar sabotagem contra instalações militares, meios de comunicações, meios e vias de transporte, estaleiros, portos, aeroportos, fábricas, usinas, barragem, depósitos e outras instalações congêneres.
Pena: reclusão, de 3 a 10 anos.”

Então o sr. Zorowich é incompatível com a Lei de Segurança Nacional, mas João Pedro Stedile e Guilherme Boulos não apenas são compatíveis como são interlocutores da Presidência da República? O Brasil sofreu já um golpe de esquerda, e ninguém me contou nada? Quando um sujeito grita em praça pública, quase sozinho, que quer intervenção militar, a segurança nacional está ameaçada. Quando, no entanto, Boulos emite um comunicado prometendo parar o país se houver corte de verbas do Minha Casa Minha Vida, aí se está apenas exercitando a democracia, certo?

Então portar uma faixa pode ser um crime grave, mas comandar uma baderna, com ônibus incendiados, pode render um papinho no Palácio do Planalto? Como esquecer que a Presidência da República recebeu o Movimento Passe Livre?

É uma tática
Parece-me que tentar enquadrar estes que pedem intervenção militar na Lei de Segurança Nacional é só uma maneira de dar relevo a um grupo que não tem importância no coro contra o governo. Além do caráter persecutório contra quem, afinal, apenas expressou uma opinião infeliz, é evidente que fica caracterizada a tentativa de colar a pecha de golpista em todos os que protestam contra o PT ou pedem o impeachment de Dilma.

No Brasil dessa gente, estender uma faixa ameaça a segurança do país, mas bloquear estradas, botar fogo em ônibus, depredar metrô, atacar bancos, destruir laboratórios de pesquisa, invadir prédios públicos, tudo isso, claro!, evidencia o exercício da mais límpida democracia.

Não dá para levar a sério, embora a gente deva, sim!

Nas manchetes do jornal Estado de Minas a preocupação com o Rio São Francisco


No jornal Correio da Bahia: as universidades federais pedem socorro!


Os destaques do jornal Diário de Pernambuco


A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta sexta-feira

Folha: Dilma corta R$ 66 bilhões, prevê PIB menor e eleva tributo de bancos (Bloqueio do orçamento afetará emendas parlamentares e áreas prioritárias como educação e saúde)

Globo:  Dilma eleva imposto de bancos e mantém abono

Extra:  Duas tragédias, antes da tragédia

ValorEconômico: Petrobrás define ativos à venda

Estadão: Lava Jato prende lobista que contratou Dirceu

ZeroHora: Metas para ler e cobrar

EstadodeMinas: [Rio São Francisco] Velho Chico contaminado

CorreioBraziliense: Falta de habite-se impede ocupação de 10 mil imóveis

CorreiodaBahia: Ufba pede socorro

- OPovo: Rampas de lixo persistem e desafiam fiscalização

JornaldoCommercio: Choque na conta de água

JornaldaParaíba: Prefeitos 'rebolam' para fazer São João

quinta-feira, 21 de maio de 2015

O São João do Campestre de Cajazeiras vai bombar! Vejam os detalhes e as grandes atrações.


Meu caro amigo Dirceu,

No bom propósito de fazermos o tradicional São João do Clube Campestre de Cajazeiras, a nossa diretoria vem através de seu Blog Sete Candeeiros Cajá convidar todos os associados do Clube Campestre para, neste dia 13 de junho, já no beiço do São João, curtir muito forró e comidas tipicas ao som de três grandes atrações. Veja só: teremos FORRO DE ARROMBA, e ainda O GALÃ DO BREGA e, também, o TORA CHINELA.

A festança toda terá inicio às 22:00 horas, mas o grande esquenta já começa às 16:00 horas, com o grande encontro de paredões de som nas dependências do estacionamento do clube. É festa grande!

Segundo as nossas regras de valorização dos sócios, aqueles que estão em dia terão entrada franca e para reserva de mesas é só entrar em contato com Thalles Rennan (pelo fone 83.9317.8705).
Desde já, agradecemos sua atenção e reiteramos o convite para o grande Forró do Campestre Clube de Cajazeiras.

Altemar Vieira

Vocês sabem que Otacílio Feitosa entende da matéria...


Forró Caçuá, uma banda especial. Forró de verdade!

Contatos para shows (083) 8705-3279 - 9945-6822 - 8883-7867. 
Lauro Jardim

Exames de drogas ficaram para o ano que vem

Adiada para 2016 pelo Contran, a exigência de exames toxicológicos para habilitar ou renovar carteiras de motoristas de caminhões, ônibus e vans tem aprovação de 95% dos brasileiros, segundo o Ibope apurou em abril.

Vai contar o que já corre solto no mundo...

CláudioHumberto

O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que está preso em Curitiba, deixou a direção do partido em pânico. Sentindo-se “abandonado”, ameaça fazer acordo de delação premiada e revelar à Justiça o papel da “cumpanherada” no assalto à Petrobras. Ligado a Lula, de quem é homem de confiança, Vaccari mandou recados exigindo “postura firme” do partido em sua defesa, inclusive fazendo pressão no Judiciário.



Familiares e amigos próximos de João Vaccari se dizem preocupados com informações sobre o “estado depressivo” do petista, na cadeia.


Acordos de delação na Lava Jato têm sido propostos pelos acusados ao final do primeiro mês de prisão. Vaccari está preso há 36 dias.



Vaccari tem muito a revelar: segundo o ex-gerente Pedro Barusco, o PT recebeu até R$ 200 milhões de propina, entre 2003 e 2013.



João Vaccari anda preocupado com a situação da família, inclusive da cunhada que chegou a ser presa. Ele exige imunidade para todos eles.


Ex-ministro que frequenta o Instituto Lula diz que preocupa mais o ex-presidente a delação do seu amigo empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC, do que as ameaças de outro amigo, João Vaccari Neto.

Meu amigo Luciano Lins, um cajazeirado da gema, cantor e compositor, vem 'caducando' com o filho Lucas Gabriel. À família nossos votos de paz, amor e saúde.

 Luciano Lins, Mel Andrade e Lucas Gabriel (no nascimento)


Lucas Gabriel agora com 2 meses de idade

"Um sentimento maior que o universo, que contraria as leis da física ao caber em um abraço. Um sentimento indescritível, que contrariando a gramática se explica em quatro simples letras: A-M-O-R".