terça-feira, 30 de setembro de 2014

Mentiras com nome e tática.

Falácias eleitorais
HÉLIO SCHWARTSMAN
Folha de São Paulo

Ao definir seu voto, a primeira pergunta que o eleitor tem de responder é "estou disposto a mandar os atuais governantes para casa?". Se a resposta é afirmativa, surge a segunda questão: "a alternativa que se coloca é satisfatória?".

Até onde dá para inferir intenções, parte significativa da população flerta ou pelo menos flertou com um "sim" para a primeira pergunta. Em agosto Marina Silva abria dez pontos de diferença sobre Dilma Rousseff (50% a 40%) na simulação de segundo turno feita pelo Datafolha. De lá para cá, porém, Marina foi perdendo espaço e hoje aparece quatro pontos atrás de Dilma (43% a 47%).

A interpretação mais plausível é que os marqueteiros da presidente estão convencendo o eleitor de que a resposta à segunda pergunta é "não". Fizeram-no explorando as reais contradições da candidatura de Marina e lhe acrescentado uma campanha negativa que se vale de tantas falácias informais que renderia um livro sobre pensamento crítico.

Na peça do banco central, por exemplo, transformaram a ideia de Marina de dar independência formal à instituição numa versão exagerada e distorcida da proposta com o objetivo de atacá-la mais facilmente. O nome disso é falácia do espantalho. No spot que cita Neca Setubal, herdeira do banco Itaú, o artifício utilizado é a falácia da má companhia ou da culpa por associação, pela qual se tenta descaracterizar uma ideia ou pessoa --Marina--, ligando-a a grupos de má fama --os banqueiros.

São truques infantis, mas o fato de terem nome e constarem dos compêndios sobre argumentação crítica é um bom indício de que funcionam.

Isso significa que Marina já era? Talvez não. Num provável segundo turno, ela terá o mesmo tempo de TV que Dilma e então poderá tentar desmontar os ataques ou até lançar os seus contra a presidente. O fato de o eleitor ter passado a ver Marina mais criticamente não implica que tenha ficado satisfeito com o atual governo.

As manchetes do jornal Correio da Bahia


A primeira página do jornal O Estado de São Paulo


Os destaques do Jornal do Commercio

 

A capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros nesta terça-feira

Folha: Com Dilma em alta, Bolsa tem maior queda em 3 anos

Globo: Bolsa tem maior queda em 3 anos e dólar sobe

Extra: MP investiga se falso olheiro de futebol deu golpe em 38 jovens

ValorEconômico: Efeito eleitoral derruba mercados

Estadão: Bolsa cai e dólar dispara com cenário eleitoral

ZeroHora: Como aumentar a receita [do RS] sem elevar os impostos

Estado de Minas: Quando a seca dá lucro

CorreioBraziliense: Terror de mentira, pânico de verdade

CorreiodaBahia: [Mensalinho do PT na Bahia] Mulher-bomba dá detalhes da prova

OPovo:  Dólar dispara e Bolsa dispenca

JornaldoCommercio: Peregrinação pelo voto

- JornaldaParaíba: Fila em bancos antecipa os transtornos da greve

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

O nosso abraço de parabéns a Delmira Pires.


Reudim de Dona Nazaré, que está finalizando primoroso estudo e registro da História do Futebol de Cajazeiras, recebeu um dos grandes jogadores representantes dessa história.


Dirceu, 

Recebi ontem em minha casa um dos grandes craques do futebol cajazeirenses dos anos 50, 60. 

Nêgo foi um dos maiores atacantes do Atlético Cajazeirense de Desportos. Fez dupla com Perpetúo e sempre era reforço dos clubes amadores da região paraibana e cearense quando dos grandes embates. 

Ele mora com a família em Campina Grande. Na oportunidade doei uma camisa atual do Atlético.

Abração.
Estadão.com

Nunca antes na história deste país se viu tanta corrupção no governo. O mensalão e o mais recente escândalo do desvio de dinheiro da Petrobrás para o bolso de políticos governistas, exemplos mais luzidios do mar de lama em que o Brasil oficial chafurda, dão a medida de até que ponto os 12 anos de governos do PT degradaram a moral pública. Enquanto isso, Dilma Rousseff proclama na ONU e na propaganda eleitoral os "valores" que transformaram o Brasil num mundo encantado, enfatizando "o combate sem tréguas à corrupção", mediante "o fim da impunidade com o fortalecimento das instituições que fiscalizam, investigam e punem atos de corrupção, lavagem de dinheiro e outros crimes financeiros".

Punir a corrupção? Recorde-se a tentativa do PT de desclassificar como "manipulação política" a condenação, pelo STF, dos dirigentes do partido que urdiram e executaram o até então maior escândalo de corrupção no governo - a compra de apoio de parlamentares para a formação da "base aliada". Os maiorais petistas condenados por uma corte integrada em sua esmagadora maioria por ministros nomeados nos governos de Lula e de Dilma foram transformados pelo lulopetismo em injustiçados "guerreiros do povo brasileiro".


Já quanto ao "fortalecimento das instituições que fiscalizam, investigam e punem", trata-se de mentira ainda mais escandalosa, até por ser uma das mais insistentemente repetidas no ininterrupto discurso eleitoral do PT no poder.

Fiscalizar e investigar? Dilma declarou recentemente o que pensa: não é função da Imprensa investigar o governo, mas apenas divulgar notícias. Em outras palavras, só deve ser divulgada a notícia que chega pronta na mão do jornalista, não importa a credibilidade da fonte, pois, se tentar verificar se a fonte tem credibilidade, o jornalista já estará fazendo o que não pode: investigando. Depois Dilma tentou se explicar, dizendo que não era bem o que todo mundo havia entendido, mas já havia deixado clara uma de suas afinidades com a ditadura cubana e o bolivarianismo chavista.

No âmbito do poder público, investigação é o trabalho, por exemplo, da Controladoria-Geral da União, da Advocacia-Geral da União e do Ministério Público (MP). As duas primeiras estão vinculadas ao Poder Executivo. Mas o MP é constitucionalmente autônomo, ou seja, uma potencial fonte de aborrecimentos para o Poder Executivo, em particular quando resolve meter o bedelho em malfeitos dos poderosos de turno. Não é por outra razão que têm sido recorrentes no Congresso as tentativas de impor limitações constitucionais à atuação investigativa do Ministério Público.

Dilma tem repetido que em seu governo a Polícia Federal (PF) tem ampla autonomia para trabalhar. Mais do que isso, que se hoje é aparentemente muito grande o número de casos de corrupção que chegam ao conhecimento público é porque os governos petistas ampliaram os quadros, forneceram equipamentos e garantiram autonomia à PF para cumprir sua missão. Mais uma vez, há confusão.

De acordo com dados oficiais do Ministério do Planejamento, conforme informou o Estado dias atrás, está havendo uma redução do número de delegados, peritos, escrivães e agentes da Polícia Federal. Segundo a Federação Nacional dos Policiais Federais, há hoje cerca de 4 mil cargos vagos, quando o ideal seria triplicar o número de servidores da PF. O mesmo Ministério do Planejamento informou, depois, que, no mês passado, foram admitidos nos quadros da Polícia Federal 541 servidores - ou seja, pouco mais de 10% dos cargos que estariam vagos.

Investigação e fiscalização são frequentemente sinônimos. No âmbito do poder público - sem falar do Poder Legislativo, hoje de joelhos diante do Executivo -, o Tribunal de Contas da União (TCU), órgão auxiliar do Congresso Nacional, tem a responsabilidade constitucional de exercer a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União. Mas durante seus governos Lula deixou bem claro o que pensa do TCU: só serve para criar obstáculos à execução dos projetos e programas oficiais.


Em resumo: o PT não gosta de ser fiscalizado e, muito menos, investigado. Qual a credibilidade de Dilma Rousseff, portanto, para falar em "combate sem tréguas à corrupção"?

My first, My last, My everything (com Barry White). Para todas e todos candeeiristas. Com carinho...

Será?

Vox Populi vai sempre às mesmas cidades para fazer suas pesquisas presidenciais

dilma e marina
Diz o Vox Populi que Dilma tem 13 pontos de dianteira
O Vox Populi, que ontem trouxe Dilma Rousseff treze pontos à frente de Marina no primeiro turno, fez suas últimas quatro pesquisas presidenciais nas mesmas 147 cidades. Duas pesquisas foram encomendadas pela Carta Capital e outras duas pela Record.
A exceção na lista de cidades pesquisadas pelo do Vox Populi aconteceu nas duas últimas pesquisas. Saiu do levantamento a cidade de Jaci, no interior de São Paulo, e entrou a cidade de Planalto, também no interior paulista.
O método utilizado pelo Vox Populi para escolher os municípios, o da Probabilidade Proporcional ao Tamanho (PPT), é o mesmo usado pelo Ibope que, no entanto, não repete a mesma lista de cidades em todas as pesquisas.
Já o Datafolha sorteia cidades e bairros pesquisados a cada nova pesquisa eleitoral. Trata-se de “cuidado para evitar ações de partidos nos locais de pesquisa, e para evitar que os mesmos moradores de um bairro sejam entrevistados diversas vezes, viciando a mostra”.
Este cuidado que o Datafolha revela, o Vox Populi despreza.
Por Lauro Jardim
Como é a vida do “classe média” Eike Batista

Mesmo em tempos bicudos, o empresário se hospeda em hotel cinco estrelas em Nova York e não abre mão de usar o helicóptero para ir a Angra dos Reis

Malu Gaspar
Veja.com

Eike Batista emergiu na semana passada de um ano de raro e absoluto silêncio. Acusado de manipulação de mercado e uso de informação privilegiada – crimes financeiros para os quais as penas podem chegar a cinco e oito anos de prisão, respectivamente – ele saiu da toca depois de uma decisão judicial que arrestou os bens de sua família até o limite de 1,5 bilhão de dólares. Seguindo uma estratégia desenhada por seus advogados, ele chamou quatro veículos de comunicação (entre os quais a VEJA) para deixar bem claro que não tem esse dinheiro. Como não conseguiu pagar as dívidas que acumulou enquanto seu império esteve no auge (cerca de 15 bilhões de dólares em 2012), o empresário é hoje um homem de menos 1 bilhão de dólares. “É um baque gigantesco voltar à classe média”, afirmou à Folha de S. Paulo na primeira das quatro conversas. Trata-se, é claro, de um tipo sui generis de classe média, uma vez que seu salário é 15 267 vezes a renda média de um cidadão dessa classe social. Na sexta à noite, ele se corrigiu no twitter: “Esclarecendo: a menção à classe média referia-se à sua capacidade (da classe média) de adaptar-se a situações adversas!”

A VEJA, ele se referiu a si próprio como um “assalariado” – ou melhor, um “assalariado com potencial de levar uma participação nesses ativos que sobraram aí”. Eike não disse, mas o pro-labore em questão é de 5 milhões de dólares por ano, quantia que lhe prometeu o fundo soberano de Abu Dabui, o Mubadala, seu maior credor, para o ano que vem, caso ele cumpra algumas condições estabelecidas no acordo pelo qual entregou quase todos os bens aos árabes. Na quarta-feira, depois de uma tarde inteira repetindo a mesma coisa, com ar cansado e os olhos caídos, o “classe média” Eike entrou em sua caminhonete Hilux blindada e foi para casa – uma mansão de 3 500 metros quadrados fincada num terreno com vinte vezes esse tamanho, aos pés do Cristo Redentor e com vista para os mais belos cartões postais do Rio de Janeiro. Seguiam-no quatro seguranças.

Na semana anterior, ele havia transitado entre Doha, a capital do Catar, e Nova York, resolvendo pendências financeiras. Fechou a venda da mineradora de ouro AUX por 400 milhões de dólares (o dinheiro foi todo para os credores) para os emires do país árabe e seguiu para reuniões com um grupo de coreanos que ele diz estar tentando atrair para o porto do Açu, no norte fluminense, em que ainda tem 10% das ações. Não usou o jato Gulfstream de 40 milhões de dólares que era a joia de sua frota de quatro aviões e dois helicópteros e que ainda é dele. Preferiu economizar tomando um vôo de carreira. Na primeira classe, é claro, que ninguém é de ferro. Em Manhattan, hospedou-se no mesmo hotel de sempre, um cinco estrelas na avenida Madison, e circulou de van ou de limusine com o mesmo motorista que o atende há anos.

Praia -- Mesmo em tempos bicudos, Eike também não abre mão de usar o helicóptero Agusta – o outro remanescente de sua frota -- nas idas frequentes a Angra dos Reis, onde ainda mantém uma mansão de dois andares na Baía de Vila Velha. Assim como a do Jardim Botânico, a “casa de praia” não está mais em nome dele. Em julho, no auge da crise da petroleira OGX, que arrastou seu império para o buraco, ele transferiu os imóveis aos filhos Thor, 22 anos, e Olin, 18 anos, e ainda comprou uma cobertura de 5,3 milhões de reais em Ipanema para a namorada, Flávia Sampaio, que é mãe do caçula de Eike, Balder, de 1 ano. Por causa dessas doações, está sendo acusado pelos procuradores da República de fraude a credor – algo que ele repele, dizendo que foi tudo feito às claras e declarado à Receita Federal. Uma vez no litoral, Eike ainda dispõe do super iate de 115 pés que comprou em 2009 por 80 milhões de reais. Na embarcação, circula entre as ilhas do balneário com o comandante e dois auxiliares. 


E como é que uma pessoa que deve 1 bilhão de dólares na praça ainda consegue desfrutar de todo esse conforto? A resposta tem a ver com um ditado bastante repetido no mercado financeiro: se você deve 100 dólares aos bancos, o problema é seu. Mas, se deve 100 milhões, o problema é deles. Aos bancos a quem Eike deve dinheiro (Itaú e Bradesco, principalmente) não interessa tomar os bens que restam e registrar em seus balanços prejuízos de centenas de milhões de dólares. Mais inteligente, do ponto de vista contábil, é mantê-lo respirando e negociar os pagamentos aos poucos, em suaves prestações. Assim, apesar de carregar uma dívida impensável para a imensa maioria dos mortais, Eike segue mantendo seu padrão de vida quase intacto, com algumas poucas alterações. É o famoso “devo, não nego, pago quando puder”, transposto ao universo dos ex-bilionários. Talvez esteja aí um ponto de contato entre a vida de Eike e a de boa parte da classe média. Segundo a estatística oficial, metade dos brasileiros dessa classe social está endividada.
O GLOBO

Em 1500, quando Pedro Álvares Cabral chegou à Bahia, deixou dois degredados na praia. Um deles chamava-se Afonso Ribeiro. Tinha dezoito anos, trabalhara com um grão-senhor e metera-se num assassinato. Ele viveu anos no meio dos índios e, não se sabe como, acabou resgatado por outra expedição, regressando à Europa. Contou sua história a um tabelião, mas até hoje o papel não foi achado. Por suas artes e pela sorte, a pena de degredo deu em nada e Afonso Ribeiro pode ser considerado o patrono das pessoas que se safam da lei. Passaram-se 514 anos e a bancada de maganos que está presa na Papuda mostra que essa escrita começa a ser quebrada.

A ideia segundo a qual “isso não vai dar em nada“ perdeu eficácia. Pode ser que não dê, mas se der, a cana está lá. Foi essa percepção que levou Paulo Roberto Costa, um poderoso ex-diretor da Petrobras, a colaborar com o Ministério Público. Seguiram-no o operador de câmbio da rede financeira de Alberto Yousseff e, na semana passada, o próprio. Em todos os casos, preferiram trocar de lado, contando o que sabem, a arriscar décadas de cadeia. (Pelo “efeito Papuda”, Marcos Valério, o mago do caixa dois do mensalão foi condenado a 40 anos de prisão e José Dirceu, chefe da Casa Civil e “técnico” do time de Lula, a dez, podendo passar ao regime aberto ainda este ano.)

Paulo Roberto Costa e Yousseff decidiram colaborar, contrariando a opinião de advogados. O que eles têm a contar ultrapassa de muito o acervo de informações que Marcos Valério detém. Em suas operações há as digitais de grandes bancos, empreiteiras e empresas internacionais de comércio exterior. Se o Ministério Público e juiz federal Sérgio Moro trabalharem direito e em paz, poderão expor a maior e mais antiga rede de maracutaias nacionais. Coisa tentada sem sucesso em dezenas de processos e diversas CPIs.

Lamentável!

Exclusivo: Colisão entre motos na BR-230 mata funcionário da Leia Livraria de Cajazeiras

O jovem Márcio Bezerra não resistiu aos ferimentos
SertãodaParaíba


Uma colisão frontal entre duas motos na BR-230 na noite deste domingo 28 de setembro próximo ao Colinas Motel deixou um saldo de um morto e duas pessoas feridas.

Relatos da Polícia Rodoviária Federal uma moto CG de cor verde que era guiada por Reginaldo Luís de Lima de 33 anos colidiu em uma Titan de cor vermelha de placa MNS-5202 São João do Rio do Peixe PB, que era pilotada por Márcio Bezerra Soares de 25 anos e vinha como passageira sua namorada Rosineide Silva Faustino de 20 anos.

Com impacto todas as vitimas tiveram várias fraturas e lesões pelo corpo sendo socorridas por equipes do SAMU e Corpo de Bombeiros, para o Hospital Regional de Cajazeiras.

O jovem Márcio Bezerra que era funcionário da Leia Livraria e Magazine não resistiu aos ferimentos vindo a falecer quando recebia assistência médica no HRC.

O corpo do jovem foi enviado para o IML de Patos para ser necropsiado.

Há cerca de um ano o pai de Márcio foi vítima de um grave acidente na BR 230 quando também perdeu sua vida de uma forma trágica.

Doleiro da Lava Jato vai fazer ‘confissão total dos fatos’, avisa advogado 

Figueiredo Basto, defensor de Alberto Youssef, diz que quem for citado na delação ‘vai ter o direito de se defender’ 

Por Fausto Macedo
Estadão.com

O doleiro Alberto Youssef deve fechar acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal e fazer os primeiros depoimentos já a partir desta semana. A informação foi divulgada pelo advogado Antonio Figueiredo Basto, que defende Youssef, alvo da Operação Lava Jato.

O advogado disse o que Youssef tem a oferecer na delação. “Acordo de colaboração pressupõe a confissão integral dos fatos, responder todos os fatos que for perguntado, a responsabilidade em colaborar com a Justiça.” ”As outras pessoas (apontadas por Youssef) vão ter o direito de se defender”, ressalta o advogado.

Na sexta-feira, 26, o Ministério Público Federal pediu a absolvição de Youssef em uma das ações contra ele na Justiça Federal do Paraná, onde tramitam os processos decorrentes da Lava Jato

Figueiredo Basto disse que não foi procurado por nenhuma empreiteira ou qualquer outro investigado da Lava Jato para tentar dissuadi-lo de levar seu cliente à delação. “Quem me conhece sabe que sou um advogado de convicções. Quem me procurar com esse tipo de intenção vai perder tempo. Todo mundo tem bons advogados para se defender. A verdade é que tem muita gente fazendo manobras sub reptícias nos bastidores. Tem muito mais gente negociando, mas não tem coragem de admitir.”


“A decisão pela delação é desse homem encarcerado (Youssef), ele tem que ser respeitado”, declarou Figueiredo Basto.

Há 28 anos na advocacia, titular de renomada banca em Curitiba, Figueiredo Basto tem uma postura crítica com relação àqueles que acreditam que podem devolver a liberdade para Youssef por outros caminhos. “É muito fácil eu ficar defendendo teses e manter meu cliente preso 100 anos. Tese é muito bom para escrever livros e falar em palestra.”

Alberto Youssef está preso desde 17 de março. A Polícia Federal e a Procuradoria atribuem a ele papel central em um esquema de lavagem de dinheiro que pode ter alcançado R$ 10 bilhões.

O doleiro já é réu em cinco ações criminais da Lava Jato. Na semana passada, a Justiça Federal o condenou a 4 anos e 4 meses de prisão por corrupção ativa no âmbito do caso Banestado – evasão de divisas nos anos 1990.

Figueiredo Basto prega “uma atitude corajosa”. “Eu preciso ajudar o meu cliente, garantindo a ele resultado efetivo que nenhum advogado no Brasil pode fazer por outro caminho, exceto pela colaboração. Sou contra o acordo, não era a minha linha de defesa, mas fui voto vencido em toda a minha equipe de advogados.”

Ele faz uma avaliação do rol de processos nos quais Youssef está mergulhado. “É inegável que aventuras não nos farão chegar ao fim. São processos onde já foram fechadas pelo menos outras seis colaborações. Nenhum advogado tem o direito de exigir do cliente outra postura. Negociar é absolutamente humano. As circunstâncias (para Youssef) são dramáticas.”

Figueiredo Basto é categórico. “Ninguém que está fora desse processo tem condições de julgar Alberto Youssef e reprova-lo por decidir fazer delação. Eu o respeito e não vou largar o barco no momento mais difícil da vida dele. Até agora ninguém viu resultado nenhum, ninguém obteve resultado nenhum.”

Ele reitera que é contra a delação, mas faz uma ressalva. “Na hora que você vê o homem atrás das grades, com 22 quilos a menos, com histórico de duas paradas cardíacas (antes de ser preso) e mais uma terceira parada cardíaca já na prisão tem que respeitar a atitude dele. Eu respeito.”

Figueiredo Basto é advogado de Youssef há 16 anos. “Compreendo perfeitamente a atitude que ele tomou, embora não a aprove. Mas não me sinto no direito de reprovar. É preciso humildade suficiente para fazer o que é o melhor para o cliente. Meu compromisso não é com terceiros. Só tenho compromisso nesse processo com Alberto Youssef. Não tenho vínculo com mais ninguém. Na próxima semana deveremos fechar o acordo. Estamos numa grande queda de braço. Até agora não tem acordo, não teve depoimento. Vamos lutar para evoluir.”

“Reitero que já há seis colaborações no processo (da Lava Jato)”, diz Figueiredo Basto. “É difícil conseguir lutar contra isso. Lutar contra (a delação) é criar tese. Eu tenho humildade suficiente para reconhecer isso. A liberdade é direito indisponível do homem. A decisão é dele (Youssef), não é do advogado. Mas eu não posso me sentir como o senhor da vida de outra pessoa. Eu sou um advogado que age no limite do meu código de ética. Meu compromisso é com o cliente, é por ele que eu vou lutar. Como um advogado pode deixar o cliente durante 40 ou 50 anos na cadeia?”

Ele fala da delação. “Se a colaboração está na lei tem que ser usada. É assim no mundo inteiro, nos Estados Unidos, na Alemanha, na Itália, em todos os ordenamentos existe a colaboração. Qual é a luta do acusado? Ficar solto, todo ser humano tem o direito de sair (da cadeia). O homem é produto das suas circunstâncias.”


“Alberto Youssef vai completar 47 anos de idade e está na iminência e risco de pegar 200 anos de cadeia. Vamos parar de brincar”, pondera Antonio Figueiredo Basto.

As manchetes do Jornal do Commercio


Os destaques do jornal Correio Braziliense


Os destaques do jornal O Liberal


A capa de hoje do jornal O Estado de São Paulo


As manchetes de jornais brasileiros nesta segunda-feira

Folha: Dilma não cumpriu 43% das promessas de 2010

Globo: Dilma é cobrada por desvios de dinheiro na Petrobrás

Extra: Flamengo faz festa só no basquete

ValorEconômico: Embargo russo sustenta preço de carne brasileira

Estadão: Dilma é centro de ataques em debate marcado por tensão

ZeroHora: Porto Alegre terá obras da Copa até 2016

Estado de Minas: Aécio pede o resgate da Ética

CorreioBraziliense: As armas dos candidatos para chegar ao 2º turno

CorreiodaBahia: [Time do Bahia] Nos braços da torcida

OPovo:  Uma nova ordem para o trânsito de Fortaleza

JornaldoCommercio: Disputa pelo voto do eleitor indeciso

domingo, 28 de setembro de 2014

Mark Davis (era o nome) e a música, "Dont let me cry". Era Fábio Jr cantando em 1975. "Qué q'eu chore é?"

No discurso, uma coisa; na prática, uma desfaçatez vergonhosa.

Cardozo: ele deveria pegar o paletó e ir embora; em vez disso, opera para ser ministro do Supremo
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, voltou a ser notícia. Seu nome aparece em mais um caso escabroso. Num país em que o Poder Executivo respeitasse a democracia, o homem deveria ter sido sumariamente demitido — e não é a primeira vez que dá motivos para isso. Ocorre que ele é auxiliar daquela presidente que quer dialogar com terroristas que degolam pessoas. E, se Dilma é presidente, então tudo é permitido. Qual é o busílis? Paulo Abrão, secretário nacional de Justiça e braço-direito de Cardozo, foi pessoalmente à PF, fora de horário de expediente, para escarafunchar um inquérito resguardado pelo segredo de Justiça e que tinha como alvo Marina Silva. Explico.
Reportagem da mais recente edição da VEJA informa que, no dia 5 deste mês, a mando de Cardozo, Abrão se encontrou com o delegado Leandro Daiello, superintendente da Polícia Federal, para colher informações sobre o Inquérito 1209/2012 que apurou suspeitas de corrupção no Ministério do Meio Ambiente, quando Marina era ministra, em benefícios que teriam sido concedidos à empresa Natural Source International. Entre os investigados, estava o empresário Guilherme Leal, que apoia a candidata do PSB à Presidência. Atenção! O inquérito já tinha sido arquivado por falta de provas, a pedido do Ministério Público. Abrão dá uma desculpa esfarrapada. Já chego lá. Antes, algumas lembranças relevantes.
Algum tempo depois do mensalão, como esquecer?, Cardozo chegou a esboçar a intenção de abandonar a política. Estaria decepcionado e enojado com a atividade. Gente que o conhecia desde a gestão da prefeita Luíza Erundina na capital (1989-1992), quando estourou o chamado “Caso Lubeca” (pesquisem a respeito), jurou que ele não cumpriria a promessa porque não seria o tipo de homem que sente nojo com facilidade. Ele tem, me asseguraram, estômago de avestruz. Um meu amigo, que trabalhou com ele naquele período, ironizou: “O Zé Eduardo deixar a política porque estaria enojado? Besteira! É mais fácil a política deixar o Zé Eduardo…”. De fato, a gente nota que o homem não vomita com facilidade.
É claro que se trata de um absurdo. Abrão disse que estava apenas querendo saber em que pé estava a coisa porque “uma revista” — ??? — estaria fazendo uma reportagem a respeito e o havia procurado. Revista??? Abrão trabalha para a publicação? É “foca” do veículo? Está na folha de pagamentos? Se apenas quisesse informações, por que foi pessoalmente à sede da PF? Não bastava um ofício? Teve de manter um encontro que nem estava na agenda do superintendente da PF? Paulo Abrão, Paulo Abrão… Este rapaz fez carreira na Comissão da Anistia e é considerado um especialista em direitos humanos. Imaginem se não fosse…
É claro que isso é coisa típica de estado policial. Não é a primeira vez que a máquina é mobilizada pelos petistas contra adversários. Em novembro do ano passado, Cardozo protagonizou outro caso rumoroso. Era o ministro quem estava por trás do surgimento de um documento apócrifo que acusava políticos de três partidos de oposição — PSDB, DEM e PPS — de envolvimento com um cartel de trens. Na primeira versão oficial, o Cade teria fornecido o papelucho à Polícia Federal. Não colou. O ministro teve de vir a público para assumir a autoria do ato. Como de hábito, bateu no peito e disse que estava apenas cumprindo o seu dever. Uma ova! Imaginem se, agora, um ministro da Justiça deve pedir à PF que abra inquéritos para apurar toda denúncia anônima que lhe chegue às mãos. A ser assim, na prática, ele manda investigar quem lhe der na telha. Basta alegar que tem um documento… apócrifo!
Já fiz um levantamento neste blog demonstrando como Cardozo colaborou, por atos e omissões, pra que as jornadas de junho do ano passado degenerassem em violência. O post está aqui. Inicialmente, o governo federal apostava que a bomba dos protestos explodiria no colo de Geraldo Alckmin. Deu tudo errado. Não só isso: no Ministério da Justiça, Cardozo se comportou como um chefe de facção, hostilizando permanentemente a polícia de São Paulo.
Cardozo coroa, agora, no fim do governo, a sua atuação com mais esta: seu braço-direito no Ministério mobilizou a máquina federal para tentar prejudicar uma adversária de Dilma na eleição. Atenção! Há uma possibilidade concreta de este senhor ser indicado pela presidente para a cadeira vaga no Supremo, com a renúncia de Joaquim Barbosa. Fiquem atentos: nos próximos quatro anos, nada menos de cinco ministros vão se aposentar. Caso a petista se reeleja, dificilmente o país escapará do acinte de ter Cardozo ocupando uma cadeira no Supremo. Com esse currículo!
Por Reinaldo Azevedo

Nosso abraço de parabéns para a amiga Chalymar, esposa de Eduardo Cabral. Gente muito bacana.


No Kibeloco. Vais procurar o cachorro?

Acho que tá explicado o motivo que fez Ralph fugir.

Esse 'Betin' Youssef é muito 'malino'! Tá em todas...A matéria nos foi enviada por Jacob Feitosa Cabral.

Doleiro Alberto Youssef ajudou em lobby para ex-presidente do TJPE

Ligações telefônicas entre Youssef e o ex-presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco ocorreram no mesmo período em que o desembargador estava em campanha por vaga no STJ

CorreioBraziliense

Youssef usava bastante o celular para contatos políticos: desde fevereiro de 2007, realizou, em média, 72 ligações diariamente

Os telefonemas trocados entre o desembargador Jones Figueiredo, ex-presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), e o doleiro Alberto Youssef, um dos líderes da organização criminosa que movimentou R$ 10 bilhões por meio de lavagem de dinheiro e pagamentos de propina a políticos, ocorreram no período em que o magistrado estava em campanha nos bastidores para ser nomeado ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O nome do desembargador pernambucano fazia parte da lista tríplice que seria encaminhada ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em julho de 2010. Com excelente trânsito em Brasília, a missão do doleiro era fazer o lobby político para que o magistrado, na reta final para a nomeação, fosse recebido por parlamentares influentes na capital federal. 

Inicialmente, o encarregado para tentar agendar um encontro com o líder do PP na Câmara em 2010, João Pizolatti, seria Carlos Alexandre de Souza Rocha, o Ceará, um dos 13 primeiros presos na Operação Lava-Jato. Ceará, também conhecido como Jabu, foi apresentado informalmente ao desembargador Jones Figueiredo no Recife. Ele, um dos principais operadores de Alberto Youssef, teria feito a ponte entre o doleiro e o desembargador. Em dezembro de 1998, Jabu foi indiciado pela Polícia Civil por ter forjado o seu próprio desaparecimento. Na época, o relatório do inquérito apontou que Carlos Alexandre fraudou o seu desaparecimento porque estava com muitas dívidas.

Ontem, o Correio entrou em contato com o deputado João Pizzolatti (PP-SC), bastante ligado a Alberto Youssef. O parlamentar afirmou que, como líder do PP na época, recebia diversas demandas e se reunia semanalmente com várias pessoas. Declarou não ser possível lembrar se teve encontro, em Brasília, com o desembargador Jones Figueiredo. “É muito difícil eu me recordar de um encontro que teria acontecido em 2010”, afirmou. Destacou que se encontrava com Youssef na casa do deputado José Janene, um dos pivôs do chamado mensalão, falecido em 2010.
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Vejam um comentário à matéria feito por um leitor do jornal Correio Braziliense:

Autor: Rogério Galhardi

Alcunhas do intermediário para vaga no STJ: Jabu, Ceará... Parece cena de periódico policial com matéria sobre tráfico de drogas!!! A que ponto chegamos...

Ser professor e merecer o respeito e o carinho dos alunos e colegas...Não tem preço!


A todos os alunos e colegas professores.
Polícia Federal apura elo de tesoureiro petista com doleiro preso

Polícia investiga suspeita de que dirigente do PT intermediou investimentos de fundos de pensão de estatais em empresas de fachada ligadas a Alberto Youssef

Parte do dinheiro foi parar em firma de consultoria usada para fazer repasses a políticos, afirma PF

LEONARDO SOUZA
MARIO CESAR CARVALHO
Folha de São Paulo

A Polícia Federal abriu mais uma frente de investigação na Operação Lava Jato para apurar se investimentos feitos por fundos de pensão de estatais em empresas ligadas ao doleiro Alberto Youssef foram negociados pelo tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.

Dois fundos, o Petros, dos empregados da Petrobras, e o Postalis, dos Correios, aplicaram R$ 73 milhões e perderam praticamente todo o investimento. Vaccari nega ter participado desses negócios.

Segundo a polícia, parte do dinheiro foi para uma consultoria usada por Youssef para repassar propina de empreiteiras e fornecedores da Petrobras a políticos do PT e de outros partidos que apoiam o governo da presidente Dilma Rousseff no Congresso.

E-mails encontrados pela PF em computadores de pessoas ligadas a Youssef sugerem que Vaccari ajudou os operadores do doleiro a fazer contato com o Petros em 2012, quando o grupo tentava captar recursos para o Trendbank, empresa que administra fundos de investimento.

Um desses fundos quebrou no fim do ano passado, deixando um rombo de cerca de R$ 400 milhões e causando prejuízos aos fundos de pensão e a outros investidores.

Segundo os e-mails, o elo entre Vaccari e Youssef era Enivaldo Quadrado, um operador do mercado financeiro que foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal por ter distribuído dinheiro do mensalão no início do governo Lula e que mais tarde passou a trabalhar para o doleiro.

Vaccari vai para o time dos sabidos ou o time dos bestas, como Marcos Valério, que engoliu corda de mensaleiro e pegou 40 anos de prisão?
Em fevereiro de 2012, um executivo do Trendbank, Pedro Torres, disse a Quadrado que precisava falar sobre o Petros. Três dias depois, Quadrado respondeu por e-mail: "Falei hoje com João Vaccari sobre Petros, vamos ter reunião com os caras dia 28/02".

A PF interpretou a frase como uma conquista de Quadrado: "Vale ressaltar que houve tentativas por parte de Quadrado de trazer [...] outros fundos de previdência, entre eles [...] o Petros" para os investimentos do doleiro, diz um relatório.

O Trendbank investiu boa parte do dinheiro que captou em papéis podres de empresas fantasmas ligadas a Youssef, apontado pela PF como chefe de um bilionário esquema de lavagem de dinheiro.

Essas empresas ofereciam como garantia aos investidores contratos de prestação de serviços com empreiteiras, mas a PF concluiu que tudo não passou de uma fraude.

Duas dessas empresas, a Rock Star Marketing e a JSM Engenharia e Terraplanagem, que receberam mais de R$ 100 milhões dos recursos aplicados pelo Trendbank, repassaram ao menos RS$ 1,5 milhão em 2010 à MO Consultoria, firma controlada por Youssef.

Segundo o Ministério Público Federal, os recursos repassados à MO eram propina, já que a empresa não prestava os serviços pelos quais recebia.

O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que foi preso em março junto com Youssef e há um mês passou a colaborar com as autoridades, apontou Vaccari como um dos recebedores de propina do esquema de Youssef.

Vaccari esteve na sede de uma empresa do doleiro, a GFD, um mês antes de a PF deflagrar a Operação Lava Jato. A GFD era a empresa usada por Quadrado para captar recursos dos fundos de pensão. O tesoureiro disse em agosto que conhece Youssef e foi à GFD, mas não revelou o motivo da visita.

Era só pra não dar duas viagens...

Do Kibeloco

Se ele falar, vão embora vara, anzol, isca e tudo...E as ações de um certo banco brasileiro vão ao chão!



Na surdina, o PT dá aquela força a um dos maiores nomes do mensalão, o Henrique Pizzolato, preso em penitenciária do norte da Itália. Por lá não há delação premiada.

Pizzolato continua sendo homem-bomba. Se abrir a boca, explode o lulopetismodilmismo.

Que tal? Quem passou, até, pela calçada do Jovem Clube, em Cajazeiras, vai lembrar...Trata-se de Terry Winter e "Our love dream".



Terry Winter entre as fãs, Ângela Senegal e Ana Lúcia de Paulo Antônio


Our Love Dream
I am dreaming very much
Of our tomorrow
And I am thinking very much of our today
And I dont have no time
To think of sorrow
For I love you as
I've always done before

I know everybody wants
To know our story
And I know that I don't see, I don't care
And I know people
Who wanna feel they're sorry
So I play them all
Ive moved this theme to play

And I love you more and more
Like I've always done before
And I know that life has been
So good to me oh!

And I love you and Im sure
For its really very pure
And I know that you will
Never fail with me

(Solo)

And I dont have no time
To think of sorrow
For I love you like
I've always done before

And I love you more and more
Like I've always done before
And I know that life has been
So good to me oh!

And I love you and Im sure
For its really very pure
And I know that you will
Never fail with me
Nosso sonho pra amar
Eu estou sonhando muito
Sobre o nosso futuro
E eu estou pensando demais
No nosso presente
E eu não tenho tempo
Para pensar em me lamentar
Porque eu te amo como sempre amei

Eu sei que todos querem
Saber a nossa história
E eu sei que eu não vejo e nem me importo
E eu conheço pessoas que querem
Parecer como se sentissem muito
Então eu jogo com todos eles
Eu mudei esse tema para jogar

E eu te amo mais e mais
Como sempre amei
E eu sei que vida tem sido
Tão boa para mim

E eu te amo, com certeza
E é um sentimento realmente puro
E eu sei que você
Nunca irá me desapontar

(Solo)

E eu não tenho tempo
Para pensar em arrependimento
Pois te amo como
Sempre amei antes

E eu te amo mais e mais
Como sempre amei
E eu sei que vida tem sido
Tão boa para mim

E eu te amo, com certeza
E é um sentimento realmente puro
E eu sei que você
Nunca irá me desapontar


Link:http://www.vagalume.com.br/terry-winter/our-love-dream-traducao.html#ixzz3EZBirL2B

Hino Nacional em versão 'moderna'. Para Padre Vicente, nosso antigo diretor no Colégio Estadual de Cajazeiras.



Monsenhor Vicente ia adorar a invenção...

Jornal Lance! O Flusão deu um passeio em São Paulo...


A primeira página do jornal O Estado de São Paulo


A primeira página do jornal Folha de São Paulo


Na capa de hoje do Jornal da Paraíba


As manchetes de jornais brasileiros neste domingo

Folha: Polícia Federal investiga ligação entre tesoureiro do PT e doleiro preso

Globo: Indecisos e infiéis são os alvos na reta final

Extra: BRT tem 10 pontos críticos de acidente e morte

ValorEconômico: Campanha de Dilma em 2010 pediu dinheiro a Costa, diz revista

Estadão: Obras prometidas para a Copa ficam para as Olimpíadas de 2016

ZeroHora: Erros, omissões, arrependimento

Estado de Minas: O que eu quero com o meu voto

CorreioBraziliense: Com a queda de Marina cresce confiança de Aécio

CorreiodaBahia: O guri de Gisele

DiáriodoNordeste:  Camilo e Eunício querem decidir eleição no 1º turno

JornaldoCommercio: A semana decisiva

JornaldaParaíba: Prefeitura Municipal de João Pessoa aumenta número de prestadores em 41%

sábado, 27 de setembro de 2014

Placa Luminosa com Jessé remete à Semana Universitária de Cajazeiras! Chega dói... Para todos d'A União; para Bugari, Riba, Big Boy, Erivelto, Pedro Revoltoso, Mosquito, Paulo Antônio, Bosquin, Zé Alves, Cabo Valdir, Nenen Labirinto, Bebelo, Joselito, Otacílio Trajano.


Sugestão de Frederico Engels Guimarães Coelho

Pensando bem...



Tem gente que fala e diz...

Forte jogo político e econômico na sociedade, mas esse discurso da luta de classes se encontra em parte defasado, superdimensionado e usado como mecanismo de manobra de massa.

Embora o mercado não esteja preocupado com desenvolvimento social, a “elite” não lucra com a miséria. Isso é coisa do passado. A elite quer consumidores, pois eles a sustentam. Quanto mais pessoas saírem da miséria e ingressarem na sociedade de consumo, melhor para o fortalecimento da indústria e do comércio.

Note-se bem que não estou equiparando consumo a desenvolvimento. O que quero destacar é que só existe uma classe que precisa de pessoas na pobreza: a classe política. Pobre não sustenta a elite, pois não consome. Pobre sustenta político, porque dá voto fácil e certo. Uma população pobre, carente de necessidades básicas, sem uma educação de qualidade, que forme cidadãos críticos, é tudo o que mais interessa à classe política manter.

*José Neto Barreto Júnior é professor universitário em João Pessoa-PB
Segundo Paulo Roberto, em 2010,  Palocci apelou ao esquema corrupto para financiar a campanha de Dilma
Segundo Paulo Roberto, em 2010, Palocci apelou ao esquema corrupto para financiar a campanha de Dilma
O engenheiro Paulo Roberto Costa, que está preso na Polícia Federal do Paraná, deve ser solto até segunda-feira. Será monitorado por uma tornozeleira eletrônica. A liberdade é parte do acordo de delação premiada. De saída, pode-se afirmar que a concessão só está sendo feita porque se considera que, até aqui, ele efetivamente está contribuindo para desvendar os meandros dos crimes cometidos pela quadrilha que operava na Petrobras. Há duas semanas, VEJA revelou parte do que ele disse à Polícia e ao Ministério Público, incluindo a lista de políticos que, segundo ele, se beneficiaram do esquema. Lá estão cabeças coroadas do Congresso e também o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Na edição desta semana, VEJA revela um conteúdo que compõe o núcleo atômico da denúncia. Paulo Roberto liga o esquema corrupto à eleição de Dilma Rousseff em 2010. É isso mesmo!
Costa, como se sabe, era diretor de Abastecimento da Petrobras. Por sua diretoria, passavam negócios bilionários, como a construção de refinarias, aluguel de navios e plataformas e manutenção de oleodutos. Ele chegou ao posto em 2004 — e lá permaneceu até 2012, já no governo Dilma — pelas mãos do PP, mas foi adotado depois pelo PMDB e pelo PT. As empreiteiras que negociavam com ele pagavam 3% de comissão, e o dinheiro era distribuído, depois, a políticos. Sim, Paulo Roberto pegava a sua parte. Só em uma de suas contas no exterior, há US$ 23 milhões.
Era íntimo do poder. Lula o tratava por “Paulinho” — o Apedeuta, como se sabe, é doce com os amigos… Pois bem: Paulo Roberto revelou à Polícia Federal e ao Ministério Público que, em 2010, foi procurado por Antonio Palocci, um dos coordenadores da campanha de Dilma Rousseff à Presidência. O ex-ministro da Fazenda, que já tinha sido membro do Conselho da Petrobras, precisava, com urgência, de R$ 2 milhões. Sim, vocês entenderam: pediu, segundo o engenheiro, que a quadrilha que traficava com o interesse público lhe arrumasse a dinheirama. Nota à margem: em 2010, Palocci era um dos três homens fortes da campanha de Dilma. Os outros dois eram José Eduardo Cardozo, hoje no Ministério da Justiça, e José Eduardo Dutra, hoje numa diretoria da Petrobras. Dilma os apelidou de seus “Três Porquinhos”. Palocci, um dos porquinhos, virou ministro da Casa Civil, mas teve de deixar o cargo porque não conseguiu explicar como ficou tão rico atuando como… consultor. Adiante.
Dilma tem feito o diabo para sustentar que não sabia da casa de horrores em que havia se transformado a Petrobras. Como notou um ouvinte de “Os Pingos nos Is”, o programa  diário que ancoro na Jovem Pan, a “candidata Dilma” é aquela que finge saber tudo, e a “presidente Dilma” é aquela que nunca sabe de nada.
O dinheiro, afinal, foi parar no caixa dois da campanha de Dilma? A ver. Paulo Roberto operava por cima: negociava a propina com as empreiteiras, pegava a sua parte e depois deixava a cargo dos políticos. A sua diretoria pertencia à cota do PP — e foi a essa cota que Palocci pediu o dinheiro. A distribuição da bufunfa era feita pelo doleiro Alberto Youssef, que também fez um acordo de delação premiada. Ele poderá dizer se a dinheirama ajudou a financiar a campanha da agora presidente, que concorre à reeleição.
Embora adotado pelo PMDB e pelo PT, reitere-se, Paulo Roberto era o homem do PP. Os petistas, no entanto, tinham também o seu braço na estatal: Renato Duque, que ficou 10 anos na Diretoria de Serviços. Segundo Paulo Roberto, Duque operava exclusivamente para os petistas. Não percam isto de vista: de acordo com a denúncia, Palocci foi pedir R$ 2 milhões da cota do PP. Se mais pediu de outras cotas, eis uma possibilidade que tem de ser investigada.
Atenção! Paulo Roberto Costa só poderá ser beneficiado pelo estatuto da delação premiada se as informações que fornecer forem úteis à investigação. Se está prestes a sair da cadeia, é sinal de que a apuração está avançando.
Palocci e Dilma negam qualquer irregularidade e dizem não saber de nada.
Por Reinaldo Azevedo